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Ação distribui pulseira de identificação de crianças no Rio de Janeiro

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A Fundação para a Infância e Adolescência (FIA), por meio do Programa SOS Crianças Desaparecidas, está hoje (20) e amanhã (21), entre 9h e 15h, em um estande na Rodoviária Novo Rio, na região central do Rio de Janeiro, distribuindo pulseiras para identificação de crianças. A ideia é que as pulseiras contenham o nome da criança e o contato do responsável.

A iniciativa em parceria com a Rodoviária do Rio, a Companhia de Desenvolvimento Rodoviário e Terminais do Estado do Rio e a Secretaria de Estado de Transportes serve para alertar e conscientizar os familiares e responsáveis sobre o desaparecimento de crianças em locais de grande concentração de pessoas como praias, shoppings e praças públicas.

Segundo o gerente do Programa SOS Crianças Desaparecidas, Luiz Henrique Oliveira, nesse período de férias que emenda com o carnaval, época em que a cidade recebe muitos turistas, os responsáveis devem redobrar a atenção e os cuidados com as crianças.

“Eu aconselho aos pais ou responsáveis identificarem as crianças antes de saírem de casa. Em alguns casos, os pais se distraem transferindo a responsabilidade para as crianças de cuidarem de si mesmas, o que é errado”, afirmou. “O guardião tem que ser responsável pelos direitos da criança. Ele tem que vigiar, segurar na mão. Não pode se distrair”.

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Segundo Oliveira, se ocorrer o desaparecimento, a orientação é que o responsável procure a delegacia mais próxima para registrar a ocorrência o mais rapidamente possível.

No carnaval do ano passado, 34 casos de desaparecimento temporário chegaram até a FIA, mas todas as crianças foram localizadas.

Além da distribuição das pulseiras, os técnicos da FIA reforçam a importância de os adultos providenciaram documentos de identidade para crianças e adolescentes. O SOS Crianças Desaparecidas, que atua há 24 anos, já localizou pelo menos 3.073 crianças e adolescentes.

Rodoviária Novo Rio

Hoje e amanhã, a rodoviária terá o grupo Choro Pintado que se apresenta com o artista plástico Benedito de Paula. Enquanto os passageiros assistem ao show, o artista pintará telas, ao vivo, que serão sorteadas ao público. Um casal de dançarinos também estará no local para ensinar passos de samba para o público entrar no clima da folia. O show será no embarque superior, das 9h às 11h e das 16h às 18h.

Na sexta e no sábado, um grupo de empresas de ônibus promove o baile Carnavou com desfile de um bloco pelo embarque inferior e plataformas. Serão distribuídos abadás e ventarolas, além de preservativos e folhetos com dicas importantes para o folião. Haverá ainda maquiagem gratuita para as foliãs. A ação ocorre na sexta das 7h às 9h e das16h às 20h e no sábado das 8h às 12h.

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Edição: Denise Griesinger

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Rodrigo Maia considera medidas econômicas importantes, mas tímidas

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Presidente da Câmara quer soluções para outros setores da sociedade

 O presidente da Câmara do Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse  que é importante a decisão do governo federal de oferecer uma linha de crédito emergencial de R$ 20 bilhões para pequenas e médias empresas, como forma de apoiá-las durante a situação de calamidade pública em virtude da pandemia causada pelo novo coronavírus (covid-19). Maia, entretanto, disse que a iniciativa foi “tímida” e pediu que o governo também apresente soluções para outros setores da sociedade.

Por Luciano Nascimento – “O [presidente do Banco Central] Roberto Campos Neto tem tomado algumas decisões para que se possa garantir a liquidez de pequenas e médias empresas com crédito represado…estamos trabalhando com os bancos, estamos acompanhando essa linha de empréstimo, esses R$ 20 bilhões [por mês] já é um começo e isso deve chegar muito rápido na conta das empresas e na conta dos funcionário, mas vamos ter que esperar o resto das medidas. Uma coisa é anúncio e outra coisa é o resultado”, disse Maia durante participação em uma videoconferência com empresários realizada pelo Grupo Lide.

Nesta sexta-feira (27), o governo federal anunciou  uma linha de crédito para financiar a folha de pagamentos de pequenas e médias empresas. De acordo com o governo, a linha de financiamento deve beneficiar 1,4 milhão de empresas, atingindo 12,2 milhões de trabalhadores. O crédito será destinado a empresas com faturamento anual entre R$ 360 mil a R$ 10 milhões e vai financiar dois meses da folha de pagamento.

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“Eu não acho ruim [a decisão do financiamento], porque, pela informação que eu tenho, a taxa de captação é a mesma do empréstimo. [Tem] uma carência, um prazo para pagar, [e] a garantia majoritária do governo, ainda é tímida – R$ 20 bilhões por mês – não vai resolver nada”, disse.

Ele questionou a ausência de medidas para outros segmentos como as grandes empresas. “Como é que faz com o resto? Porque têm empresas maiores, que também vão ter dificuldade. Tem microempresas que ficaram de fora.”

Maia voltou a falar sobre a proposta de Emenda à Constituição que cria um Orçamento paralelo para este ano, a ser aplicado em ações de combate ao coronavírus. Ele disse que esperar chegar a um entendimento na próxima semana com os líderes partidários a respeito do tema. Pela proposta, os recursos aplicados no combate ao coronavírus não serão incluídos no Orçamento de 2020 aprovado no final do ano passado pelo Congresso, o que diminuiria o impacto fiscal.

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O presidente da Câmara disse que ainda não é o momento para liberar a circulação de pessoas e voltou a defender o isolamento social como medida para evitar a expansão do vírus. De acordo com Maia, a medida ajuda a evitar um possível colapso do sistema de saúde, o que poderia gerar um impacto ainda maior na economia. “Ou a gente vai seguir as decisões corretas do resto do mundo ou vamos navegar no escuro”, disse.

Maia também propôs que o presidente Jair Bolsonaro se reúna com os chefes dos outros Poderes e representantes dos governadores para reabrir o diálogo. Segundo Maia, é preciso uma resposta coesa para o enfrentamento do vírus para evitar que um Poder “atropele o outro”.

“Se tivesse tudo organizado, a questão dos empregos, da suspensão de impostos, a questão dos aluguéis, dos vulneráveis; se tudo tivesse em um pacote só, esses conflitos não existiriam, porque todos estariam organizados [no enfrentamento da pandemia]”, disse o presidente da Câmara.

* Com informações da Agência Câmara

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Senador pede que verbas de senadores sejam aplicadas no combate à covid-19

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As verbas indenizatória e de gabinete dos senadores poderão ser alocadas em medidas de saúde pública, em especial para o combate ao coronavírus. É o que estabelece um projeto de resolução apresentado pelo senador Reguffe (Podemos-DF).

Agência Senado – Segundo o  PRS 10/2020, metade da verba de gabinete a que os senadores têm direito e a totalidade dos recursos da verba indenizatória serão aplicados em programas de saúde nas respectivas unidades da Federação representadas pelos parlamentares.

“Nesse momento tão delicado e dramático por que passa a população brasileira, nada mais justo que tais recursos sejam destinados para a saúde pública e medidas de combate ao coronavírus”, argumenta Reguffe na justificativa do projeto.

Ainda sobre a crise do coronavírus, o senador apresentou projetos proibindo corte de água e energia elétrica durante períodos de calamidade pública e instituindo um imposto extraordinário sobre grandes fortunas. Reguffe explicou os projetos em mensagem de vídeo publicada no Twitter e pediu apoio à aplicação das verbas dos senadores na saúde:

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— O Congresso Nacional também precisa fazer a sua parte. Com isso, poderemos melhorar a saúde pública neste momento e também ajudar aqueles mais vulneráveis. É uma crise muito grave.

Em sentido similar, o senador Alvaro Dias (Podemos-PR), em publicação no Facebook, sugeriu a extinção dos ganhos complementares dos parlamentares.

“A soma de verba indenizatória, auxílio moradia e parte da cota de passagens resultaria em valor muito superior à eventual redução de 50% do salário”, disse o senador, que calcula uma economia trimestral superior a R$ 50 milhões se o Congresso inteiro adotasse tais cortes.

 

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