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Agência Brasil ultrapassou 250 milhões de visitas em 2021

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A audiência das matérias publicadas pela Agência Brasil conseguiu alcance relevante em 2021. A produção jornalística repercutiu significativamente com 259 milhões de visitas entre os meses de janeiro a dezembro do último ano. Foram mais de 127 milhões de visitas diretas e quase 132 milhões em sites que replicaram os conteúdos no país e também no exterior.

A medição é feita pela ferramenta ABTracker 2.0, que considera o acesso às páginas da própria agência pública de notícias da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Os assuntos vinculados à editoria Economia, com destaque para prestação de serviço, foram os que mais despertaram a atenção do leitor. A análise mostra que há demanda por temas factuais, pautas críveis e acompanhamento de novidades que interferem na rotina do brasileiro.

O monitoramento revela que as reportagens de utilidade pública fazem a diferença na vida das pessoas. Os números comprovam esse interesse. Abril foi o mês com a maior presença digital da Agência Brasil, com cerca de 14,2 milhões de visitas.

Para a gerente executiva da Agência Brasil, Juliana Andrade, a elevada escala de leitura é resultado da credibilidade que a marca transmite e da consistência das informações oferecidas à sociedade. “O interesse público norteia nosso trabalho jornalístico, com foco no cidadão e em valores bem determinados, como a precisão e a clareza nos dados – fatores que exigem um padrão de qualidade de excelência”, avalia.

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Alcance dos conteúdos

O aumento da visitação às notícias da Agência Brasil é comprovado pela quantidade de reportagens elaboradas por profissionais da EBC acessadas na mídia comercial. Inúmeras páginas replicam os conteúdos oferecidos gratuitamente desde que citada a fonte.

Em 2021, foram quase 132 milhões de visitas a matérias postadas em sites externos que utilizam material da Agência Brasil. Em agosto, as visitas superaram a marca de 16 milhões de cliques nessas produções de teor jornalístico elaboradas pela empresa de comunicação pública.

Essa influência pode ser vista, também, pelas solicitações de busca sobre as reportagens na internet, em portais estrangeiros. Em novembro, a Agência Brasil aumentou o serviço de conteúdos em inglês e espanhol.

A procura por notícias nos dois idiomas aumentou expressivamente desde o dia 26 daquele mês. As pesquisas cresceram 81% em comparação à semana anterior nos textos em inglês e 162% quando os números se referem à versão em espanhol.

Somados os acessos à Agência Brasil e aos portais da mídia tradicional, setembro foi o mês com mais visitas às notícias elaboradas pelo jornalismo público.

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A Diretora de Jornalismo da EBC, Sirlei Batista, destaca que a análise compreende ainda o comprometimento com a cadeia de valor da notícia. “O número de conexões mencionado demonstra a confiança da audiência no material publicado pela EBC. Observa-se que existe necessidade e espaço para reportagens cujo embasamento assegura a qualidade, uma referência no que diz respeito ao trabalho de jornalismo na empresa.”

As perspectivas para 2022 são promissoras ao se levar em conta os dados mais recentes. Os registros mensais revelam a proporção de conteúdo produzido pelas equipes. “A Agência Brasil publica uma média de 1,5 mil matérias por mês. Sempre prezando pela qualidade, credibilidade e boa apuração “, ressalta a gerente de redação do veículo, Bruna Saniele.

De acordo com os dados consolidados no final do ano, só em dezembro aproximadamente 29 mil matérias diferentes foram acessadas por outros 11 mil sites.

A inovação e o respeito à cidadania são premissas do jornalismo público. Além dos parâmetros quantitativos já citados, os critérios relacionados à contribuição para o desenvolvimento da consciência crítica das pessoas atribuem ainda mais responsabilidade aos profissionais envolvidos.

Fonte: EBC Geral

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Governo quer avançar em discussão sobre mercado de crédito de carbono

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O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, disse nesta terça-feira (17) que o governo federal se prepara para dar mais um passo nas discussões relativas ao mercado de crédito de carbono. “Primeiro, criamos o mercado global. Agora, vamos criar o mercado regulado nacional, pra poder exportar créditos que tenham alta qualidade ambiental e que sejam importantes para gerar receitas a projetos de redução de emissões”.

Em entrevista ao programa A Voz do Brasil, Leite destacou que o país recebe o Congresso Mercado Global de Carbono, que acontece a partir de amanhã (18) no Rio de Janeiro. Segundo ele, o evento deve reunir 80 CEOs, mais de 100 casos empreendedores e cerca de 30 embaixadores nos próximos três dias. Durante o período, a pasta optou por transferir o gabinete para a capital fluminense.

“Não é só carbono. A gente vai falar de vários temas. Serão 24 painéis onde vamos poder debater com o setor privado um futuro verde pro Brasil, crescimento verde, geração de emprego e renda verde pro Brasil”, explicou.

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Vantagens

Para o ministro, dentre as vantagens que podem levar o Brasil a ser um grande exportador de crédito de carbono estão suas características naturais e econômicas, que permitem, gerar créditos de diversas formas. “Você pode gerar crédito baseado em resíduos sólidos, aves, suínos, açúcar e álcool, aterros sanitários. Você pode tratar esse lixo orgânico e gerar crédito, pode gerar crédito de proteção florestal, de recuperação e conservação florestal”.

Além disso, segundo Leite, o Brasil possui um custo para geração desse tipo de crédito muito abaixo que o praticado em outros países. “Por isso, o Brasil, com certeza, irá se beneficiar desse mercado global e, agora, estamos desenhando o mercado regulador nacional, para ser um país exportador de crédito e para trazer receita extraordinária para projetos de baixa emissão de gases de efeito estufa.

Desafios

Na avaliação do ministro, o grande desafio para que os setores apoiem essa mudança rumo à uma economia voltada para a sustentabilidade envolve a viabilidade econômica. “Quando você fala de energias renováveis, algumas ainda não são tão acessíveis”, destacou.

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Para ele, o primeiro setor que deve se beneficiar do mercado regulado de carbono é o de floresta preservada, que envolve a conservação e a recuperação de vegetação nativa. Por características naturais. Isso porque o Brasil possui 560 milhões de hectares de florestas, sendo 280 milhões de áreas públicas e 280 milhões de áreas privadas.

“Outro setor importante é o tratamento de resíduos, onde você tem possibilidade de uma criação de projetos de redução de emissão baseados em resíduos orgânicos, especialmente da agricultura. Aí, você teria o que estão chamando de pré-sal caipira ou pré-sal verde, onde você pode gerar o seu próprio combustível.”

Assista na íntegra:

Edição: Paula Laboissière

Fonte: EBC Geral

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Brasil discutirá maneiras de implementar mercado de crédito de carbono

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O ministro do Meio Ambiente, Joaquim Leite, fala hoje (17) sobre os desafios e estratégias de implementação do mercado de crédito de carbono no Brasil. Leite é o entrevistado do programa A Voz do Brasil, e também fala sobre sustentabilidade, economia verde e os programas Recicla+ e Floresta+.

Assista ao vivo:

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

Fonte: EBC Geral

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