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Agricultura e usos do solo representam 23% das emissões de gases do efeito estufa, diz ONU

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ONU – Novo relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) aponta que mudanças no uso do solo são necessárias para limitar o aquecimento global a 2º C, conforme previsto pelo Acordo de Paris.

Atualmente, a agricultura, a silvicultura e outros tipos de uso do solo representam 23% das emissões humanas de gases do efeito estufa.

Ao mesmo tempo, a publicação alerta que as mudanças climáticas poderão agravar a degradação do solo no mundo, comprometendo a produção e a oferta de alimentos.

O solo já está sob uma crescente pressão humana e as mudanças climáticas estão se somando a essas pressões. Ao mesmo tempo, manter o aquecimento global bem abaixo dos 2º C é uma meta que só poderá ser alcançada por meio da redução de emissões de gases do efeito estufa em todos os setores, incluindo o uso do solo e alimentação, afirma o Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC) em seu mais recente relatório, divulgado nesta quinta-feira (8).

O IPCC – o organismo mundial que avalia o estado do conhecimento científico sobre mudanças climáticas, o impacto dessas mudanças e os potenciais riscos futuros, bem como opções possíveis de reposta ao problema – teve o Sumário para Formuladores de Políticas do Relatório Especial sobre Mudanças Climáticas e Solo aprovado pelos governos do mundo todo na quarta-feira, em Genebra, na Suíça.

O documento será uma contribuição científica fundamental para as próximas negociações sobre clima e meio ambiente, como a Conferência das Partes da Convenção da ONU para Combater a Desertificação (COP14), em Nova Délhi, na Índia, em setembro; e a Conferência da Convenção-Quadro da ONU sobre Mudanças Climáticas (COP25), em Santiago, no Chile, em dezembro.

“Os governos desafiaram o IPCC a lançar o primeiro olhar abrangente em todo o sistema solo-clima. Fizemos isso por meio de muitas contribuições de especialistas e governos de todo o mundo. Essa é a primeira vez na história dos relatórios do IPCC que a maioria dos autores — 53% — é de países em desenvolvimento”, disse Hoesung Lee, presidente do IPCC.

O relatório mostra que uma melhor gestão do solo pode contribuir com o enfrentamento das mudanças climáticas, mas essa não é a única solução. A redução das emissões de gases do efeito estufa em todos os setores é essencial para que o aquecimento global seja mantido bem abaixo dos 2º C — ou até mesmo abaixo de 1,5º C.

Em 2015, governos apoiaram a meta do Acordo de Paris de fortalecer a resposta global às mudanças climáticas e manter a temperatura média global bem abaixo dos 2º C acima dos níveis pré-industriais. A meta também prevê esforços para limitar o aumento a 1,5º C.

O solo precisa permanecer produtivo para sustentar a segurança alimentar conforme aumentam a população e também os impactos negativos das mudanças climáticas sobre a vegetação. Isso significa que existem limites à contribuição do solo para o enfrentamento das mudanças climáticas — por exemplo, por meio do plantio de culturas energéticas (espécies de vegetais cultivadas para a produção de energia) e por meio do plantio de florestas. Outro desafio é o fato de que as árvores e os solos demoram até conseguir armazenar carbono de forma efetiva.

A bioenergia precisa ser cuidadosamente gerida para evitar tanto riscos à segurança alimentar e à biodiversidade, quanto riscos de degradação do solo. Os resultados desejáveis vão depender de políticas e de sistemas de governança apropriados para os contextos locais.

O solo é um recurso crítico

O relatório Mudanças Climáticas e Solo revela que o mundo está melhor preparado para enfrentar as mudanças climáticas quando existe um foco geral em sustentabilidade.

“O solo desempenha um papel importante no sistema do clima”, afirma Jim Skea, copresidente do Grupo de Trabalho III do IPCC.

“A agricultura, a silvicultura e outros tipos de uso do solo representam 23% das emissões humanas de gases do efeito estufa. Ao mesmo tempo, os processos naturais do solo absorvem (um volume de) dióxido de carbono equivalente a quase um terço das emissões de dióxido de carbono oriundas de combustíveis fósseis e da indústria”, explica o especialista.

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O relatório mostra como a gestão sustentável dos recursos do solo pode ajudar a enfrentar as mudanças climáticas, acrescenta Hans-Otto Pörtner, também copresidente do Grupo de Trabalho.

“O solo já em uso poderia alimentar o mundo num clima em (contexto de) mudanças e fornecer biomassa para a energia renovável, mas é necessária uma ação antecipada e extensa entre várias áreas”, afirma o pesquisador, que aponta ainda que o mesmo vale para a conservação e a restauração de ecossistemas e da biodiversidade.

Desertificação e degradação do solo

Quando o solo é degradado, ele se torna menos produtivo, restringindo o que pode ser cultivado e reduzindo a habilidade do solo de absorver carbono. Isso exacerba as mudanças climáticas, ao passo que as mudanças climáticas, por sua vez, exacerbam a degradação do solo de muitas maneiras diferentes.

“As escolhas que fazemos sobre a gestão sustentável do solo podem ajudar a reduzir e, em alguns casos, a reverter esses impactos adversos”, afirma Kiyoto Tanabe, copresidente da Força-Tarefa sobre Inventários Nacionais de Gases do Efeito Estufa.

“Num futuro com chuvas mais intensivas, o risco de erosão do solo em terras agrícolas aumenta, e a gestão sustentável do solo é uma forma de proteger as comunidades dos impactos prejudiciais dessa erosão e de deslizamentos de terra. Contudo, existem limites ao que pode ser feito, de modo que, em outros casos, a degradação pode ser irreversível.”

Aproximadamente 500 milhões de pessoas vivem em áreas que sofrem desertificação. Regiões áridas e zonas que sofrem desertificação também estão mais vulneráveis às mudanças climáticas e a eventos extremos, incluindo secas, ondas de calor e tempestades de poeira, com uma população global crescente trazendo mais pressão para esses contextos.

O relatório estabelece opções para enfrentar a degradação do solo e prevenir ou se adaptar às mudanças climáticas. A publicação também analisa os impactos potenciais de diferentes níveis de aquecimento global.

“Novos conhecimentos mostram um aumento nos riscos (oriundos) da escassez de água em regiões áridas, de danos por incêndio, de degradação da permafrost e da instabilidade dos sistemas alimentares, mesmo para um aquecimento global em torno de 1,5º C”, diz Valérie Masson-Delmotte, copresidente do Grupo de Trabalho I do IPCC.

“Riscos muito altos relacionados à degradação da permafrost e à instabilidade dos sistemas alimentares são identificados com 2º C de aquecimento global.”

Segurança alimentar

Uma ação coordenada para enfrentar as mudanças climáticas pode, simultaneamente, melhorar o solo, a segurança alimentar e a nutrição e ajudar a erradicar a fome. O relatório ressalta que as mudanças climáticas estão afetando todos os quatro pilares da segurança alimentar: disponibilidade (rendimento e produção), acesso (preços e capacidade de obter comida), utilização (nutrição e preparo dos alimentos) e estabilidade (rupturas na disponibilidade).

“A segurança alimentar será cada vez mais afetada por mudanças climáticas futuras, por meio de reduções das safras — especialmente nos trópicos —, preços maiores, uma qualidade de nutrientes reduzida e rupturas na cadeia de produção“, aponta Priyadarshi Shukla, copresidente do Grupo de Trabalho III do IPCC.

“Veremos efeitos diferentes em países diferentes, mas haverá impactos mais drásticos em países de renda baixa na África, Ásia, América Latina e Caribe.”

O relatório aponta que em torno de um terço da comida produzida é perdida ou desperdiçada. As causas da perda e do desperdício de comida variam substancialmente entre países desenvolvidos e em desenvolvimento, bem como entre regiões.

A redução da perda e do desperdício diminuiria as emissões de gases do efeito estufa e melhoraria a segurança alimentar.

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“Algumas escolhas de dieta exigem mais solo e água e causam mais emissões de gases que aprisionam calor do que outras”, afirma Debra Roberts, copresidente do Grupo de Trabalho II do IPCC.

“Dietas balanceadas, com alimentos baseados em vegetais, como grãos alternativos, legumes, frutas e vegetais, e alimentos de origem animal produzidos de forma sustentável, em sistemas de baixa emissão de gases do efeito estufa, apresentam grandes oportunidades para a adaptação às mudanças climáticas e para a limitação delas.”

O relatório mostra que existem meios de gerenciar os riscos e reduzir as vulnerabilidades dos solos e dos sistemas alimentares.

A gestão de riscos pode aprimorar a resiliência das comunidades a eventos extremos, que têm impacto nos sistemas alimentares. Isso pode ser alcançado por meio de mudanças nas dietas ou de ações para garantir variedade nas culturas plantadas, de modo a prevenir a degradação do solo e a aumentar a resiliência a um clima extremo ou inconstante.

A redução das desigualdades, a melhoria da renda e a garantia de um acesso igualitário a comida, de modo que algumas regiões — onde o solo não pode ser usado para o fornecimento de comida adequada — não estejam em desvantagem, são outros meios de se adaptar aos efeitos negativos das mudanças climáticas. Também existem métodos de gerenciar e compartilhar os riscos. Algumas dessas estratégias já estão disponíveis, como sistemas de alerta com antecedência.

Um foco geral em sustentabilidade, combinado a ações antecipadas, oferece as melhores chances para enfrentar as mudanças climáticas. Isso traria um baixo crescimento populacional e desigualdades reduzidas, uma melhor nutrição e um menor desperdício de comida.

Isso poderia criar um sistema alimentar mais resiliente e disponibilizar mais terras para a produção de bioenergia, ao mesmo tempo em que as florestas e os ecossistemas naturais são protegidos. Contudo, sem ações precoces nessas áreas, serão necessárias mais terras para a produção de bioenergia, o que levará a decisões desafiadoras sobre o futuro do uso do solo e sobre segurança alimentar.

“Políticas que apoiam a gestão sustentável do solo, garantem o fornecimento de alimento para populações vulneráveis e mantêm o carbono na terra, ao mesmo tempo em que reduzem as emissões de gases do efeito estufa, são importantes”, afirma Eduardo Calvo, copresidente da Força-Tarefa sobre Inventários Nacionais de Gases do Efeito Estufa.

Respostas aos desafios do solo e das mudanças climáticas

Políticas que estão fora das áreas de energia e solo, como as políticas sobre transporte e meio ambiente, também podem fazer uma diferença crítica para o enfrentamento das mudanças climáticas. Agir antecipadamente tem um melhor custo-benefício uma vez que evita perdas.

“Isso são coisas que já estamos fazendo. Estamos usando tecnologias e boas práticas, mas elas precisam ser ampliadas em escala e usadas em outros lugares adequados onde não estão sendo usadas agora”, afirma Panmao Zhai, copresidente do Grupo de Trabalho I do IPCC.

“Existe um potencial real aqui, por meio de um uso do solo mais sustentável, da redução do consumo excessivo e do desperdício de alimentos, da eliminação da derrubada e da queima de florestas, da prevenção da colheita excessiva de madeira usada como combustível e da redução de emissões de gases do efeito estufa, ajudando, portanto, a enfrentar questões de mudanças climáticas associadas ao solo.”

Sobre o relatório

O nome completo do relatório é Mudanças Climáticas e Solo, um relatório especial do IPCC sobre mudanças climáticas, desertificação, degradação do solo, gestão sustentável do solo, segurança alimentar e fluxos de gases do efeito estufa em ecossistemas terrestres.

A publicação foi preparada por 107 especialistas de 52 países. A equipe de autores cita mais de 7 mil referências no documento. Para a elaboração da pesquisa, foram considerados 28.275 comentários de revisão feitos por outros especialistas e governos.

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Agropecuária nordestina ganha plano de ação para o seu desenvolvimento

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A agropecuária nordestina tem a partir de hoje (19) um instrumento importante para o seu desenvolvimento. A Portaria 164, de 16 de agosto, publicada no Diário Oficial da União desta segunda-feira, estabelece no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento o Plano de Ação para o Nordeste (AgroNordeste).

O AgroNordeste vai apoiar a organização das cadeias agropecuárias da região para ampliar e diversificar os canais de comercialização, “atuando com pertinência social, ambiental e econômica e buscando aumentar a eficiência produtiva e o benefício social”.

De acordo com a portaria, o plano trabalhará também na identificação de obstáculos que travam a competitividade de setores da agropecuária nordestina com potencial de crescimento e apoiar a melhoria dos sistemas produtivos, do beneficiamento e do processamento de produtos.

O AgroNordeste trabalhará também no acesso dos produtores a crédito, assistência técnica e tecnologias, objetivando o desenvolvimento de produtos com maior valor agregado e de estratégias de convivência com a seca.

Edição: Aécio Amado

Fonte: EBC
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Fertilizantes: código de uso sustentável recomenda boas práticas

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Por Alana Gandra – O Código Internacional de Conduta para Uso Sustentável e Manejo de Fertilizantes, aprovado na 41ª Conferência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), em junho passado, começa agora a ser internalizado nos países signatários. Isso significa que o código já está disponível para utilização pelos governos. O Brasil, no entanto, se antecipou ao código e já tem normativa sobre o assunto.

O chefe de Pesquisa e Desenvolvimento da Embrapa Solos, Vinicius Benites, único brasileiro que participou da elaboração do código, disse  que a adoção das diretrizes não é uma ordem, ou seja, ela não é obrigatória. “O código é mais uma recomendação de boas práticas” no sentido de minimizar os impactos do uso de fertilizantes pelos governos, academia e indústrias, explicou o pesquisador, que também é secretário-executivo do portfólio de nutrientes para a agricultura brasileira.

 Segundo Benites, um ponto importante na discussão é a visão que o mundo tem a respeito do uso de fertilizantes. Como os países europeus têm um peso muito forte na FAO, os fertilizantes são vistos na Europa mais como agentes poluentes do que como insumos. “Como os solos deles são mais ricos, eles encaram os fertilizantes como poluentes, muito diferente do que ocorre no Brasil e em alguns países da África porque, para a gente, o fertilizante ainda é um insumo importantíssimo”.

Nesse sentido, a participação do Brasil foi decisiva para a ratificação do código internacional pela FAO, uma vez que não havia representantes da África na reunião. No encontro, Benites colocou que o fertilizante ainda é um insumo importante no Brasil para a sustentabilidade do sistema e para garantir segurança alimentar.

Nutriente não tóxico

O pesquisador da Embrapa Solos deixou claro que fertilizante é diferente de agrotóxico. “São coisas muito distintas”. O agrotóxico é um produto químico, desenvolvido em laboratório, enquanto o fertilizante é um nutriente não tóxico, que inclui fertilizantes orgânicos e industriais que não oferecem periculosidade para o homem.

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O Brasil é o quarto consumidor mundial de fertilizantes, atrás da China, Índia e dos Estados Unidos. Benites disse que a agricultura brasileira, principalmente a agricultura empresarial, voltada para a produção de commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado internacional) como soja, milho, cana, café, algodão, depende muito de fertilizantes. O cultivo desses produtos consome 80% dos fertilizantes usados no Brasil. “E a gente importa próximo de 80% dos fertilizantes que consome”.

Segundo Vinicius Benites, o Brasil vai continuar sendo dependente de fertilizantes para o resto da vida, porque tem um clima tropical sujeito a chuvas, apresenta solos pobres e a agricultura é voltada para a exportação de grãos. “A gente exporta o nutriente dentro do grão”.

Matéria-prima

O Brasil não produz fertilizantes porque esses nutrientes dependem de matéria-prima geológica, informou Vinicius Benites. Uma dessas matérias-primas é o potássio, que o Brasil importa 92% do que usa. Em relação ao fósforo, Benites afirmou que o Brasil possui essa matéria-prima, mas ela é de baixa qualidade. “O fósforo do mundo está concentrado no Norte da África. É o petróleo do futuro”, disse.

Como o Brasil não possui condições geológicas para produzir fertilizantes e o custo é muito alto, o mínimo que tem de fazer, estrategicamente, é adotar boas práticas de uso. “É não jogar fora, é usar de forma parcimoniosa, é trabalhar com reciclagem, é criar tecnologias para que a coisa seja feita da forma mais otimizada possível. E o código prevê isso”, afirmou.

O pesquisador salientou que o código leva em conta não só os efeitos ambientais e possíveis contaminações que os pesticidas podem causar, mas também o uso racional, porque as reservas mundiais são limitadas. No mundo tropical em especial, do qual o Brasil faz parte, o código aponta a adoção de boas práticas para minimizar os gastos com a importação.

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Normativas

O titular da Coordenação Geral de Conservação do Solo e Água do Ministério da Agricultura (MAPA), Jefé Leão Ribeiro, esclareceu que o Brasil já tem uma normativa que regula o uso de fertilizantes, motivo pelo qual o novo código internacional não tem um impacto tão grande como terá em outros países que não tratam essa questão em suas legislações. “O Brasil se antecipou”, disse Ribeiro. “Esse tema, no Brasil, já está saneado, por meio de leis que já existiam”, insistiu.

O Brasil participa da Aliança Global pelo Solo (GSP, do nome em inglês), buscando interferir onde houver necessidade. Em março deste ano, por exemplo, a FAO realizou simpósio sobre erosão do solo, atendendo a demanda brasileira. “O Brasil tem defendido o que é importante para a agricultura nacional, como o plantio direto, que é uma tecnologia que busca uma produção mais sustentável que retire carbono da atmosfera”, informou.

Jefé Leão Ribeiro disse que o ministério tem mapeado algumas jazidas de fertilizantes mas, no momento, por uma questão comercial das empresas, permanece dependente da importação. “Em uma perspectiva a longo prazo, é estratégico importar”, mencionou. O técnico do MAPA argumentou que se a maioria dos produtores brasileiros passar a usar fertilizantes, do ponto de vista da sustentabilidade isso é um ótimo negócio, porque evita que os produtores avancem sobre novas áreas. “Se ele recupera essa área degradada com adubação, ele consegue voltar a ter produtividades muito boas nessas áreas”. Ribeiro sustentou que o Brasil precisa usar mais fertilizantes, ao contrário do que ocorre na Europa, para que tenha mais produtividade e melhore a sustentabilidade da produção.

 Edição: Aécio Amado

 

Fonte: EBC
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