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ARROZ/CEPEA: Em dezembro, Brasil importa 3º maior volume da história

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Cepea, 13/01/2021 – As importações brasileiras de arroz seguem em bons volumes. Em dezembro, o total adquirido foi o terceiro maior da série histórica da Secex (iniciada em 1997), atrás apenas dos volumes importados em setembro e dezembro de 1998. Vale lembrar que o prazo da isenção da Tarifa Externa Comum (TEC) para aquisição de 400 mil toneladas de arroz de outras origens, que não o Mercosul, se encerrou no último mês de 2020. A Secex aponta que 217,42 mil toneladas de arroz (equivalente casca) chegaram aos portos brasileiros em dez/20, 16,7% superior ao volume recebido no mês anterior e expressivo crescimento de 239,5% em relação a dezembro/19. MERCADO INTERNO – Os preços seguem em queda na parcial deste primeiro mês do ano. Dentre os compradores ativos no mercado, parte tem reduzido o valor ofertado para o grão em casca, alegando dificuldades nas vendas do fardo, queda nos preços do produto final e alta competitividade no setor. Entre 30 de dezembro e 12 de janeiro, o Indicador ESALQ/SENAR-RS, 58% grãos inteiros, com pagamento à vista, caiu 3,48%, fechando a R$ 90,64/saca de 50 kg na terça-feira, 12. Fonte: www.cepea.esalq.usp.br  

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Fonte: CEPEA

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Amazonas recebe concentradores de oxigênio doados pelo Sistema CNA

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Brasília (26/01/21) – Os 38 concentradores de oxigênio doados pelo Sistema CNA para atender pacientes com a Covid-19 no Amazonas chegaram, nessa madrugada, a Manaus em um avião da Força Aérea Brasileira (FAB).

O presidente da CNA, João Martins, afirmou que “a população do estado do Amazonas enfrenta uma verdadeira batalha pela sobrevivência e, com a doação dos concentradores de oxigênio, o Sistema CNA/Senar espera contribuir para minimizar o impacto da pandemia e ajudar as autoridades de saúde para que possam dar o melhor atendimento possível aos pacientes”.

Para Muni Lourenço, vice-presidente da CNA e presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado do Amazonas (Faea), “a doação de concentradores de oxigênio pela CNA ao Amazonas é de extrema importância neste momento da pandemia aqui, onde os pacientes precisam de oxigênio. Com essa iniciativa estamos ajudando a salvar vidas na capital e no interior”.

O estado enfrenta um pico da doença e está com déficit na oferta de oxigênio para atender a população infectada com o novo coronavírus. O governo local também decretou restrição de circulação em vias e espaços públicos devido ao crescimento no número de casos da doença.

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A Defesa Civil recebeu os equipamentos que foram entregues à Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas e ao Comitê Estadual de Gestão da Pandemia. “Essa doação representa uma renovação de fé para as famílias do nosso estado”, afirmou Renan Rocha, representante da Defesa Civil que recebeu os concentradores no aeroporto da capital.

Cada concentrador tem 10 litros e não necessita de recarga de oxigênio porque é elétrico e converte o ar do ambiente em oxigênio para o paciente. A Secretaria de Saúde irá distribuir os aparelhos de acordo com a necessidade dos hospitais da capital e interior do estado.

Além do oxigênio, a Secretaria de Estado de Saúde do Amazonas também está solicitando doações de medicamentos, insumos descartáveis e equipamentos de Proteção Individual (EPI).

“A solidariedade é fundamental para vencermos o vírus da Covid 19”, ressaltou Lourenço.

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Fonte: CNA Brasil

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CNA e Apex-Brasil promovem seminário de capacitação em vendas para União Europeia

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Brasília (26/01/2020) A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), em parceria com a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), promoveu, na terça (26), um seminário virtual para capacitar empresários rurais brasileiros em vendas para a União Europeia.

O evento faz parte das ações do Agro.BR, projeto voltado para a internacionalização do agro brasileiro. A iniciativa auxilia empresários do setor, viabilizando negócios internacionais para aumentar a presença de pequenos e médios produtores no comércio exterior, além de diversificar a pauta de exportação brasileira.

Na abertura do seminário, a coordenadora de exportação da CNA, Camila Sande, afirmou que a Europa é um mercado desafiador e exigente, mas é um tradicional parceiro comercial do Brasil. “Com essas ações do projeto, a gente espera consolidar e ampliar a venda de produtos agropecuários nesse mercado”.

O chefe de operações do escritório da Apex-Brasil em Bruxelas, Alex Figueiredo, foi um dos palestrantes do evento e falou sobre a economia, o comércio e os mercados-alvo da União Europeia, além da saída do Reino Unido do bloco europeu (Brexit).

“Juntos, os 27 países do bloco e o Reino Unido são os maiores exportadores e o segundo importador de alimentos e bebidas do mundo. Hoje a população já totaliza 450 milhões de habitantes, a terceira maior do mundo. É um mercado potencial e está em ascensão”, disse.

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Em sua apresentação, Alex informou que a União Europeia possui mais de 40 acordos internacionais e é considerado um exportador de regulamentos, com exigências alfandegárias e certificados específicos. “É fundamental que o empresário conheça o mercado que se pretende trabalhar e a melhor forma de conquistá-lo”.

Sobre o acordo Mercosul-União Europeia, Figueiredo destacou que o processo de negociação durou 20 anos (1999-2019). “É um acordo de associação com três pilares: comércio, cooperação e diálogo politico”.

Com relação ao Brexit, o chefe de operações afirmou que existe um novo perfil tarifário e que o Reino Unido isentou as alíquotas em 5% das classificações do complexo alimentos e bebidas, ou seja, em 36 dos mais de 700 produtos classificados no sistema harmonizado internacional. Frutas, carnes, sucos, grãos são também submetidos a cotas.

Durante o seminário, a analista de negócios da Apex-Brasil, Magdalena Smorczewska, fez uma exposição sobre as oportunidades e a cultura de negócios da Europa. “O comércio europeu é competitivo, exigente, complexo e composto por múltiplos mercados. É referência mundial de novas tendências e benchmarking”.

De acordo com Magdalena, há oportunidades de negócios para diversos segmentos, como cacau, café e castanhas. “A União Europeia é um forte mercado produtor de chocolate e precisa de insumos. Em relação ao café, há oportunidades para os especiais que estão em destaque e produtos de alta qualidade. Para as castanhas, existe uma demanda impulsionada pela popularidade de alimentação saudável”.

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No encontro, a analista da Apex-Brasil pontuou algumas tendências do mercado e dos consumidores europeus. Segundo ela, há uma crescente preocupação com a saúde e o bem-estar, com adoção de hábitos alimentares e características para o estilo de vida saudável. “Linhas de produtos free from, nomeadamente sem glúten e sem lactose, por exemplo, têm sido um sucesso em vendas e lançamentos”.

Para a especialista, são várias oportunidades no mercado europeu, mas existem algumas sensibilidades, como a adequação dos preços às expectativas dos consumidores e aos valores médios das categorias de produtos específicos. Além da importância do prazo de validade adequado, o alto nível da conscientização dos consumidores que analisam rótulos e etiquetagem e a necessidade de investir em marketing e posicionamento dos produtos.

Por fim, Magdalena Smorczewska ressaltou aos participantes do seminário que o exportador brasileiro tem que despertar o interesse do comprador, fornecendo embalagem moderna, prática sustentável, propriedade do produto apresentado e seus benefícios para a saúde. “É necessário que o empresário disponha de informações precisas sobre o produto, como teor de açúcar, corantes e conservantes”.

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Fonte: CNA Brasil

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