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Cuiabá

Assistência Social trabalha na construção do Plano Estratégico que define metas para 2021

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Vicente Aquino

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Gestores, trabalhadores do Sistema Único de Assistência Social (SUAS) e membros dos Conselhos de Direitos da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência se reuniram nesta terça-feira (19) para debater a construção do Plano Estratégico de 2021. O encontro foi realizado seguindo todas as medidas de biossegurança como distanciamento, uso de máscara e álcool 70%.

As reuniões ajudam a definir a Identidade Organizacional, Análise Ambiental (SWOT) e o alinhamento com o Mapa Estratégico da Prefeitura de Cuiabá. Por meio delas, a secretária municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência, Hellen Ferreira, explica que será possível materializar as diretrizes organizacionais, objetivos e metas estratégicas a serem atingidas.

Também é uma forma de preparar os gestores, trabalhadores e membros dos conselhos de direitos para um atendimento de excelência e dignidade à população. “Essas reuniões de planejamento são essenciais para uma nova gestão que se inicia. Com esse debate conseguimos construir uma estratégia de trabalho voltada ao atendimento das demandas da nossa Capital”, pontuou Hellen.

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O Plano de Assistência Social é um instrumento de planejamento estratégico participativo que organiza, regula e norteia a execução da Política de Assistência Social na perspectiva do Sistema Único de Assistência Social (SUAS). 

“Sua elaboração é de responsabilidade do órgão gestor da política, que o submete à aprovação do Conselho de Assistência Social, reafirmando o princípio democrático e participativo. É Importante salientar que o plano é um dos produtos do processo de planejamento, portanto este não se esgota com a sua elaboração”, disse a secretária.

Os encontros seguem até o dia 02 de fevereiro, no auditório da Prefeitura Municipal de Cuiabá. Também estão envolvidos nesse processo servidores das Secretarias de Planejamento, Educação e Saúde.

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Cuiabá

Imortal pela Academia Mato-grossense de Letras é homenageado com adaptação para o cinema

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Assessoria do projeto

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O verde da mata, o azul do céu, o som dos animais. A paisagem natural do cerrado mato-grossense se cruza com as histórias de Ivens Scaff, contadas em “A Partir… Podemos…”, mais novo filme do diretor cuiabano Luiz Marchetti. O projeto foi contemplado em edital da Lei Federal Aldir Blanc em Cuiabá, executado pela Secretaria de Cultura, Esporte e Lazer e apoio do Conselho Municipal de Política Cultural.

O filme é uma homenagem ao escritor regional, Ivens Scaff e uma contemplação da riqueza natural e valorização do cinema cuiabano.  O projeto reúne um time de cuiabanos e cuiabanas, nascidos ou de coração, em prol do fazer artístico na capital de Mato Grosso.

“A obra é justamente o registro de que tem gente inquieta fazendo arte aqui, com coragem e dedicação. É fundamental que tenhamos cada vez mais trabalhos artísticos sendo desenvolvidos, mais oportunidades para os profissionais da cultura e também de acesso da população a essas obras”, aponta Luiz Marchetti, cineasta há 30 anos, que assina adaptação do conto homônimo de Ivens para a dramaturgia audiovisual e a direção do filme.

“Trabalhamos para que a adaptação para o cinema preserve toda a magia, subjetividade e força imaginária da obra. ‘A Partir… Podemos…’ é a idealização de um entrelace de criações e parcerias poéticas”.

‘Tchapa e crux’ até no nome, Ivens Cuiabano Scaff é médico, escritor, poeta regional e membro da Academia Mato-grossense de Letras. Na rodovia para o município de Chapada dos Guimarães, no quilômetro 20, está localizado seu sítio. O local de inspiração para suas criações agora é a locação principal para as filmagens de sua primeira obra adaptada para o audiovisual.

“Eu percorri os mesmos caminhos que o personagem hoje faz, da casa do sítio para o rio, e agora para o cinema. Foi ali onde minha inspiração floriu para o conto. É emocionante poder vivenciar esse momento único em minha trajetória. Essa é minha primeira obra adaptada para o cinema. Estou muito feliz e ansioso para o resultado que está por vir”. Para Ivens, transportar a obra de uma linguagem para a outra requer sensibilidade e, ao mesmo tempo, doses de coragem, características que ele considera marcantes nos trabalhos do diretor. “Marchetti foi de uma delicadeza e atenção aos detalhes, para que nada se perdesse ou não chegasse à tela. Inclusive, toda a equipe de produção está de parabéns pelo trabalho”.

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Responsável pela condução da história, o personagem principal ficou será interpretado por Romeu Benedicto, ator cuiabano com mais de 30 anos de carreira. “Foi uma honra poder estar à frente de um poema de Ivens Scaff que, além de amigo, é uma personalidade importante para a cultura cuiabana. É com grande carinho, respeito e cuidado que assumi esse papel de levar a poesia para o cinema”.

Romeu interpreta um homem trabalhador e esforçado, que cuida de sua família e goza de estabilidade, mas que ao longo do tempo, começa a sentir um afastamento, um distanciamento. E então encontra no Rio Coxipó a vontade de deixar ser levado. “O filme fala de uma ausência que o homem sente ao longo da vida. Não é sobre dor, mas sobre a constatação da sequência da vida. Este é um filme-arte, uma abstração. É deixar-se levar, se soltar”, aponta o ator.

A direção de fotografia é de Keydson Barcelos, da Quadro a Quadro Filmes. O verdejante Coxipó assina seus próprios filtros, segundo o profissional, que tem mais de 25 anos dedicados ao audiovisual. “Os recursos tecnológicos são um importante instrumental, mas é o olhar para essa grandiosidade natural que temos aqui que engrandece a fotografia do filme. Usar da luz natural no melhor horário para a captação vem de se observar, contemplar. Procuramos passar isso ao espectador. Sinto que estamos fazendo algo belo e genuíno. Estou muito feliz e honrado em poder acompanhar Marchetti e Romeu, amigos de longa data, neste trabalho”, pontua Keydson.  

Para Márcio Borges, coadjuvante na trama e amigo de longa data de Ivens Scaff, é uma honra poder participar da produção e conviver com todos os profissionais durante os dias de gravação. “Tivemos uma relação harmoniosa. Todos muito profissionais, uma direção exata, sabendo aonde quer chegar, além do elenco marcante. Todo mundo muito focado é fundamental para que a gente desenvolva um trabalho profissional mais apurado”.

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Além do enredo em si, outro ponto que chama a atenção é a valorização do ecossistema que circula o Rio Coxipó, presente na história e cultura de muitos cuiabanos. Para Ivens, “além de enaltecer o fazer artístico cuiabano, acredito que a obra também é uma forma de defesa ao patrimônio natural e cultural que é o Rio Coxipó e o que ele representa. É uma forma de pedir por cuidado e preservação do rio que faz parte da história de Cuiabá”.

Aldir Blanc em Cuiabá 

Os editais têm investimento oriundo do Fundo Nacional de Cultura repassado via Secretaria Especial de Cultura – Ministério do Turismo – para o Fundo Municipal de Cultura de Cuiabá, por meio da Lei Federal 14.017/2020 – Aldir Blanc, criada para oferecer apoio financeiro aos artistas e profissionais da cultura diante da pandemia mundial da COVID-19. Em Cuiabá, o Conselho Municipal de Política Cultural é parceiro na realização do edital.

Todos os projetos já foram pagos aos 274 contemplados. Foram R$ 3,9 milhões investidos em 156 projetos do edital de Fomento, 61 artistas do edital de Aquisição de Obras para Acervo Municipal, 19 Mestres da Cultura Popular e 40 entidades beneficiados com edital de Subsídio. São mais de 300 artistas contemplados diretamente em quatro editais.

Os projetos do edital de Fomento devem ser executados até o fim do mês de abril de 2021. Também será organizada uma exposição para apresentar as obras adquiridas no edital de Acervo Municipal.

 **com informações da assessoria 

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Cuiabá

Morre o ex-governador Frederico Campos morre por complicações da Covid19

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“Lamentavelmente, a Covid19 ainda permanece ceifando vidas, encurtando sonhos e deixando amigos e familiares em desespero. Neste domingo, 28 de fevereiro, o ex-governador, o ex-prefeito por duas vezes de nossa amada capital nos deixou. Morre, Frederico Carlos Soares Campos, aos 93 anos, mas seu histórico de amor e de luta por nossa terra, jamais”.

Da SECOM/PMC –   A declaração é do prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, diante de mais um luto em razão do novo coronavirus. O prefeito de Cuiabá relembra que Campos dedicou mais de 50 anos ao trabalho na vida pública.

Frederico estava internado com coronavírus em um hospital particular desde o dia 20 de fevereiro em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ele chegou a ser vacinado contra a Covid no dia 13 de fevereiro, mas em decorrência da idade avançada, foi internado para acompanhamento médico já que seu estado de saúde inspirava cuidados, e não recebeu a segunda dose da vacina.

Em 2020,  Frederico Campos participou da campanha à reeleição do prefeito Emanuel Pinhheiro. Ele fez gravou trecho de um programa eleitoral e declarou que sempre viu em Pinheiro a liderança que a capital precisava para projetar Mato Grosso e o Brasil para o exterior. “Cuiabá é um polo, uma capital para desenvolvimento ao Oeste, que vai de encontro com a Bolívia, com a Argentina, com outros lugares da América Latina. Então, temos muito ainda pra desenvolver. E ele sabe disso! Tem estrutura e consciência disso”, declarou na época.

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Histórico 

Frederico Campos  foi nomeado prefeito de Cuiabá pelo governador Pedro Pedrossian tendo cumprido o mandato entre 1967 e 1969. Também atuou como secretário de Obras no governo Garcia Neto (1975-1978)  e foi o primeiro indicado ao governador de Mato Grosso em 1978 pelo presidente Ernesto Geisel, sendo o segundo a ocupar o cargo após a divisão do estado determinada por lei. Em 1988, venceu sua primeira eleição direta ao ser eleito prefeito de Cuiabá pelo PFL. Nesse mesmo período, Emanuel Pinheiro era eleito para trabalhar como vereador na Capital por seu primeiro mandato e atuou como líder do Governo na Câmara de Vereadores de Cuiabá.

 

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