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Economia & Finanças

Bancos não terão expediente durante feriado de carnaval Informação é da Febraban

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Informação é da Febraban

Da ABr – Em razão da pandemia de covid-19, muitos estados e munícipios brasileiros revogaram seus pontos facultativos e cancelaram suas festas e desfiles de carnaval.

Apesar disso, a Federação Brasileira de Bancos (Febrabab) informa que, de acordo resolução do Banco Central, o calendário de feriados bancários está mantido e nos dias 15 e 16/02 – segunda e terça-feira de carnaval – não haverá atendimento ao público nas agências.

Na quarta-feira de cinzas (17) o início do expediente será às 12h, com encerramento em horário normal de fechamento das agências.

Edição: Graça Adjuto

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Economia & Finanças

Estados e municípios poderão pegar mais R$ 20 bilhões em empréstimos

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Limite de crédito foi autorizado pelo Conselho Monetário Nacional

Estados e municípios poderão contrair R$ 20 bilhões em empréstimos no sistema financeiro. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou hoje (26) o limite de crédito dos governos locais para 2021. O limite é o mesmo que vigorou no ano passado.

Por Wellton Máximo – O teto das operações com garantia da União, quando o Tesouro Nacional cobre eventuais inadimplências, corresponderá a R$ 9 bilhões, o mesmo valor em vigor no ano passado. O limite das operações sem garantia do governo federal foi mantido em R$ 11 bilhões.

A União tem um limite de contratação de crédito de R$ 500 milhões, valor R$ 100 milhões maior que o de 2020. Dessa forma, o teto total de operações de crédito pelos três níveis de governo – federal, estadual e municipal – subiu de R$ 20,4 bilhões em 2020 para R$ 20,5 bilhões em 2021.

A medida não tem impacto fiscal para a União, porque os limites valem para os entes públicos locais. Todo ano, o CMN fixa valores máximos que a União, os estados e os municípios podem pegar emprestado no sistema financeiro. A utilização desse limite poderá ser acompanhada pelas instituições que integram o sistema financeiro e pela sociedade, por meio do site do Banco Central.

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Edição: Maria Claudia

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Economia & Finanças

IBGE: Taxa de desocupação é de 13,9% e taxa de subutilização é de 28,7% no trimestre encerrado em dezembro

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A taxa de desocupação (13,9%) no trimestre de outubro a dezembro de 2020 caiu 0,7 ponto percentual em relação ao trimestre de julho a setembro de 2020 (14,6%) e cresceu 3,0 pontos percentuais frente ao trimestre de outubro a dezembro de 2019 (11,0%). Já a taxa média anual aumentou de 11,9%, em 2019, para 13,5%, em 2020, a maior da série iniciada em 2012.

Indicador / Período Out-nov-dez
2020
Jul-ago-set
2020
Out-nov-dez
2019
MÉDIA
2020
Taxa de desocupação 13,9% 14,6% 11,0% 13,5%
Taxa de subutilização 28,7% 30,3% 23,0% 28,1%
Rendimento real habitual R$2.507 R$2.616 R$2.440 R$2.543

população desocupada (13,9 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre móvel anterior (14,1 milhões de pessoas) e cresceu 19,7% (2,3 milhões de pessoas a mais) em relação ao mesmo trimestre de 2019 (11,6 milhões). A média anual de desocupados ficou em 13,4 milhões, a maior da série anual, e aumentou 6,7% (mais 840 mil pessoas) em relação a 2019.

população ocupada (86,2 milhões) aumentou 4,5% (mais 3,7 milhões de pessoas) em relação ao trimestre anterior e caiu 8,9% (menos 8,4 milhões de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2019. Na média anual, a população ocupada chegou a 86,1 milhões, o menor contingente da série anual, e ficou 7,9% abaixo (menos 7,3 milhões de pessoas) da média de 2019.

No trimestre de outubro a dezembro de 2020, havia 32 milhões de pessoas subutilizadas no Brasil. Esse contingente recuou 3,5% (menos 1,1 milhão de pessoas) frente ao trimestre móvel anterior. Já em relação ao mesmo trimestre de 2019, houve aumento de 22,5% nesse contingente (ou mais 5,9 milhões de pessoas subutilizadas). Na média anual, esse contingente chegou a 31,2 milhões, o maior da série anual, com alta de 13,1% (ou mais 3,6 milhões de pessoas subutilizadas) em relação a 2019.

taxa composta de subutilização (28,7%) caiu 1,6 p.p. em relação ao trimestre móvel anterior (30,3%) e aumentou 5,8 p.p. frente ao mesmo trimestre de 2019 (23,0%). A taxa média de subutilização ficou em 28,1%, a maior da série anual, com crescimento de 3,9 p.p. em relação à de 2019 (24,2%).

O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos), estimado em 29,9 milhões de pessoas, cresceu 1,8% (mais de 519 mil pessoas) frente ao trimestre anterior. Já no confronto com o trimestre de outubro a dezembro de 2019, o contingente caiu 11,2% (menos 3,8 milhões de pessoas). A média anual ficou em 30,6 milhões de pessoas, menor contingente da série anual, e recuou 7,8% (menos 2,6 milhões) em relação a 2019.

O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (10,0 milhões de pessoas) subiu 10,8% (mais 973 mil pessoas) em relação ao trimestre móvel anterior e recuou 15,8% (menos 1,9 milhão) ante o mesmo trimestre de 2019. A média anual foi de 9,7 milhões de pessoas, menor contingente da série anual, e caiu 16,5% (menos 1,9 milhão) em relação a 2019.

O número de trabalhadores por conta própria (23,3 milhões de pessoas) subiu 6,8% (mais 1,5 milhão de pessoas) frente ao trimestre móvel anterior. Já em relação ao mesmo período de 2019, houve uma redução de 5,2% (menos 1,3 milhão de pessoas). A média anual chegou a 22,7 milhões e caiu 6,2% (menos 1,5 milhão de pessoas) em relação a 2019.

taxa de informalidade chegou a 39,5% da população ocupada (ou 34,0 milhões de trabalhadores informais). No trimestre anterior, a taxa foi 38,4% e, no mesmo trimestre de 2019, 41,0%. A taxa média de informalidade passou de 41,1% em 2019 para 38,7% em 2020.

rendimento médio real habitual (R$ 2.507) no trimestre terminado em dezembro caiu 4,2% frente ao trimestre anterior e cresceu 2,8% em relação ao mesmo trimestre de 2019. A média anual ficou em R$ 2.543, com crescimento de 4,7% em relação a 2019.

massa de rendimento real habitual (R$ 210,7 bilhões) ficou estável frente ao trimestre anterior e caiu 6,5% (menos R$ 14,8 bilhões) contra o mesmo trimestre de 2019. A média anual (R$ 213,4 bilhões) caiu 3,6% em relação a 2019.

Taxa de desocupação – Brasil – 2012-2020 (%)

O número de empregadores (3,9 milhões de pessoas) ficou estável em comparação ao trimestre móvel anterior. Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, houve redução de 11,7% (menos 521 mil pessoas). A média anual (4,0 milhões) recuou 8,5% frente a 2019.

O número de trabalhadores domésticos (4,9 milhões) aumentou 6,3% no confronto com o trimestre móvel anterior e caiu 22,9% frente ao mesmo período do ano anterior (menos 1,5 milhão de pessoas). A média anual (5,1 milhões) caiu 19,2% em relação a 2019, sendo a maior retração dessa população na série histórica.

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nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) foi estimado em 48,9% no trimestre de outubro a dezembro de 2019, com alta de 1,8 ponto percentual frente ao trimestre de julho a setembro de 2020 (47,1%). Em relação a igual trimestre de 2019, houve queda de 6,2 pontos percentuais. Nas médias anuais, o nível da ocupação chegou a 49,4% em 2020, abaixo de 2019 (54,6%) e de 2014 (56,9%), sendo o menor da série anual.

contingente na força de trabalho (pessoas ocupadas e desocupadas), no trimestre de outubro a dezembro de 2020, foi estimado em 100,1 milhões de pessoas e aumentou 3,7% (mais 3,5 milhões de pessoas) comparado ao trimestre de julho a setembro de 2020. Frente ao mesmo trimestre de 2019, houve queda de 5,7% (menos 6,1 milhões). Na média anual, o contingente foi estimado em 99,5 milhões, com queda de 6,1% (menos 6,5 milhões de pessoas) em relação a 2019.

contingente fora da força de trabalho (76,3 milhões de pessoas) caiu 2,9% (menos 2,3 milhões de pessoas) em relação ao trimestre anterior. Frente ao mesmo trimestre de 2019, houve expansão de 16,5% (mais 10,8 milhões de pessoas). Na média anual, esse contingente chegou a 75,0 milhões, com alta de 15,2% em relação a 2019.

força de trabalho potencial, no trimestre de outubro a dezembro de 2020, foi estimada em 11,3 milhões de pessoas. Houve queda de 12,1% (menos 1,6 milhão de pessoas) frente ao trimestre móvel anterior e expansão de 46,3% (mais 3,6 milhões de pessoas) em relação ao mesmo trimestre de 2019. Na média anual, esse contingente chegou a 11,5 milhões, com alta de 43,5% em relação a 2019.

O contingente de pessoas desalentadas foi estimado em 5,8 milhões no trimestre de outubro a dezembro de 2020. Houve estabilidade na comparação com o trimestre móvel anterior. Já em relação ao mesmo trimestre de 2019, houve expansão de 25,3%. À época, havia no Brasil 4,6 milhões de pessoas desalentadas. Na média anual, esse contingente chegou a 5,5 milhões e cresceu 16,1% em relação a 2019.

percentual de pessoas desalentadas em relação à população na força de trabalho ou desalentada foi de 5,5% no trimestre móvel terminado em dezembro e variou -0,3 ponto percentual em relação ao trimestre móvel anterior (5,7%). Na comparação com o mesmo trimestre de 2019 (4,2%), houve aumento de 1,3 ponto percentual. Na média anual, esse percentual foi de 5,3%, variando 1,0 ponto percentual em relação a 2019.

Rendimento médio mensal real, habitualmente recebido no mês de referência,
de todos os trabalhos das pessoas ocupadas – Brasil – 2012/2020 – (R$)

A análise do rendimento médio real habitualmente recebido no trabalho principal, segundo os grupamentos de atividade, do trimestre móvel de outubro a dezembro de 2020 em relação ao trimestre móvel anterior, mostrou que não houve crescimento em qualquer categoria. Houve redução nos seguintes grupamentos: Indústria geral (6,4%, ou menos R$ 173), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (5,5%, ou menos R$ 113) e Serviços domésticos (4,3%, ou menos R$ 40). Também não houve crescimento na comparação com o trimestre de outubro a dezembro de 2019, havendo redução nos seguintes grupamentos: Transporte, armazenagem e correio (7,5%, ou menos R$ 175) e Serviços domésticos (4,9%, ou menos R$ 46).

A análise do rendimento médio real habitualmente recebido no trabalho principal, segundo a posição na ocupação, do trimestre móvel de outubro a dezembro de 2020, em relação ao trimestre móvel anterior, mostrou que também não houve crescimento em qualquer categoria. Houve redução nas seguintes categorias: Empregado sem carteira de trabalho assinada (7,0%, ou menos R$ 120), Trabalhador doméstico (4,3%, ou menos R$ 40) e Empregador (10,9%, ou menos R$ 754). A comparação com o trimestre de outubro a dezembro de 2019 indicou que não houve crescimento em qualquer categoria.

Grupamentos de atividade – trimestre out-nov-dezembro de 2020

A análise do contingente de ocupados, segundo os grupamentos de atividade, em relação ao trimestre de julho a setembro de 2020, mostrou aumento nos grupamentos: Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura (3,4%, ou mais 280 mil pessoas), Indústria Geral (3,1%, ou mais 333 mil pessoas), Construção (5,2%, ou mais 296 mil pessoas), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (5,2%, ou mais 792 mil pessoas), Alojamento e alimentação (6,5%, ou mais 249 mil pessoas), Informação, Comunicação e Atividades Financeiras, Imobiliárias, Profissionais e Administrativas (5,8%, ou mais 573 mil pessoas), Administração pública, defesa, seguridade social, educação, saúde humana e serviços sociais (2,9%, ou mais 468 mil pessoas), Outros serviços (5,9%, ou mais 234 mil pessoas) e Serviços domésticos (6,7%, ou mais 314 mil pessoas). Apenas o grupamento Transporte, armazenagem e correio apresentou estabilidade estatística.

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Na comparação com o mesmo trimestre de 2019, não houve crescimento em qualquer grupamento. Houve redução nos seguintes grupamentos: Indústria Geral (10,3%, ou menos 1,3 milhão de pessoas), Construção (11,8%, ou menos 803 mil pessoas), Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (10,9%, ou menos 2,0 milhões de pessoas), Transporte, armazenagem e correio (12,8%, ou menos 627 mil pessoas), Alojamento e alimentação (27,7%, ou menos 1,6 milhão de pessoas), Outros serviços (18,5%, ou menos 955 mil pessoas) e Serviços domésticos (22,3%, ou menos 1,4 milhão de pessoas).

Grupamentos de atividade – média 2020

No cenário de perdas generalizadas na ocupação em 2020, a Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura foi a atividade com menor percentual (2,5%) de redução da população ocupada e passou a registrar 8,3 milhões de trabalhadores. Esse contingente é o menor de toda série dessa atividade, porém vale ressaltar que a perda de ocupação precede a crise de 2020, na medida em que esse grupamento registra retração desde 2012. No primeiro ano da série, essa atividade contava com 10,3 milhões de pessoas.

O grupamento formado pelas atividades da Informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, também teve uma das menores perdas em 2020, de 2,6%, e com isso, o contingente ficou em 10,3 milhões de trabalhadores. O ano de 2020 interrompeu a sequência de três anos de crescimento da ocupação.

Embora tenha registrado uma melhora no segundo semestre do ano, a Construção fechou 2020 com perda de 12,5% e a população ocupada nessa atividade baixou para 5,9 milhões de pessoas. A perda de trabalhadores na construção vem ocorrendo desde 2014, quando havia 7,8 milhões de trabalhadores. Frente a 2012, a atividade acumula perda de 21,3%, a maior em oito anos de série da Pesquisa.

Indústria geral no Brasil registrou no ano de 2020 cerca de 11,0 milhões de trabalhadores, correspondendo a perda de 8,0% (menos 952 mil pessoas) em relação a 2019. Essa retração contribuiu para aprofundar as perdas que já vinham ocorrendo em anos anteriores, sendo em 2016 a principal queda (10,1%) dessa atividade. Dessa forma, de 2014 para 2020, a indústria geral teve perda de 2,2 milhões de trabalhadores.

Mesmo com expressivo crescimento sazonal no último trimestre de 2020, o Comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas acumulou perda de 9,6% nesse ano e sua população ocupada foi estimada em 16,0 milhões de pessoas. Em relação a 2019, a retração foi de 1,7 milhão de pessoas, o que fez com que essa atividade tivesse a maior redução anual em termos de contingente de trabalhadores em 2020.

A exemplo do comércio, as atividades dos serviços foram as mais afetadas durante a pandemia da Covid-19 no ano de 2020. Dentre os grupamentos dos serviços, destacou-se o de Alojamento e alimentação, que teve a maior queda (estimada em 21,3% no confronto com 2019 ou 1,2 milhão de pessoas a menos) e passou a ter 4,3 milhões de pessoas. Antes da pandemia essa atividade tinha crescimento médio anual de 5,3% e respondia por parte importante da ocupação entre os trabalhadores informais no segmento de serviços de alimentação. Mesmo com a queda recorde em 2020, o crescimento nos anos anteriores permitiu que a ocupação nessa atividade mantivesse saldo positivo (13,0%) frente a 2012.

Dentre as atividades de serviços, os Serviços domésticos tiveram a segunda maior queda (19,0%) em 2020, perdendo apenas para o grupamento de Alojamento e alimentação. A atividade passou a contar com 5,1 milhões de trabalhadores em 2020, o que representa redução de 1,2 milhão de pessoas em relação a 2019.

O grupamento do Transporte, armazenagem e correio, em 2020, contava com de 4,4 milhões de trabalhadores, representando queda de 9,4% em relação a 2019. Frente a 2012, essa atividade ainda mantém saldo positivo de 7,3% na comparação com 2012. Este grupamento tem apresentado elevação em seu contingente nos últimos anos, devido, principalmente, à expansão do transporte terrestre de passageiros.

Nos Outros serviços estavam inseridos, em 2020, cerca de 4,3 milhões de trabalhadores, contingente 13,8% inferior ao de 2019 (5,0 milhões de pessoas). Essa atividade não registrava queda desde 2016, o que permitiu saldo positivo (12,8%) na comparação com o início da série (2012).

Na Administração pública, defesa, seguridade, educação, saúde humana e serviços sociais, havia 16,5 milhões de trabalhadores em 2020, apontando crescimento de 1% (mais 172 mil pessoas) em relação a 2019. A leve expansão em 2020 foi impulsionada pelos segmentos de educação e saúde. Frente a 2012, a atividade acumula crescimento de 14,4%.

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