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Brasil

Bolsonaro diz que Brasil deve muito à Polícia Federal

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O presidente Jair Bolsonaro disse hoje (8), que o Brasil deve muito à Polícia Federal (PF) ao participar da cerimônia de encerramento do curso de formação de novos policiais federais. “Um bom inquérito, uma boa investigação, nos traz esperança e crença que o Brasil pode realmente mudar. E vocês têm essa possibilidade agora, ao exercer um bom trabalho, mudar o destino do Brasil”.

Durante o evento, na Academia Nacional de Polícia, em Brasília, Bolsonaro agradeceu aos policias federais que o acompanharam durante a campanha eleitoral, em Juiz de Fora (MG), quando sofreu o atentado a faca, em 6 de setembro de 2018. “A missão deles, me deixar vivo. E se estou aqui é porque eles cumpriram a missão. Eles participaram da segurança, mas nós seres humanos temos que ter a humildade de sabermos que não somos infalíveis, então temos que ter o plano B. Eles tinham feito um planejamento, uma rota para um hospital, no caso, a Santa Casa de Misericórdia. Graças a esse planejamento que, em parte, eu devo minha vida”, disse.

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Bolsonaro também lembrou de um episódio, em 2017, quando teria sido ignorado, durante passagem em um aeroporto, pelo então juiz federal Sergio Moro, atual ministro da Justiça e Segurança Pública. O presidente agradeceu e atribui o atual contexto político ao ministro “por uma situação de não atrapalhar o bom serviço que ele vinha executando. Ele não poderia se aproximar de políticos, não poderia ter um partido, como não teve e não tinha. Ele estava cumprindo com a sua missão, se essa missão dele não fosse bem cumprida, eu também não estaria aqui. Então, em parte, o que acontece na política do Brasil devemos a Sergio Moro. Se for comparar com uma corrente, talvez [ele seja] o elo mais forte dessa corrente”.

Também presente ao evento, o ministro Sergio Moro ressaltou que é a primeira vez que um presidente da República comparece à formatura da PF. “Isso é simbólico. Esse gesto não será esquecido. É um gesto relevante para demonstrar a importância que a corporação tem dentro do governo o presidente Jair Bolsonaro”, disse.

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Orçamento

De acordo com o Moro, a PF não teve problemas de orçamento neste ano e, apesar dos contingenciamentos que afetaram todo o governo, todos os recursos previstos para a corporação foram aplicados, incluindo para a convocação de mais policiais. “Tudo com a compreensão de que a PF é estratégica nesse trabalho contra a corrupção, contra o crime organizado e contra a criminalidade violenta”, disse.

Goiânia

No início da tarde, Bolsonaro viaja para Goiânia, onde se reúne com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e participa da entrega de 214 ônibus escolares a municípios goianos, às 15h, no estacionamento do Estádio Serra Dourada. O retorno do presidente para Brasília está previsto para as 18h30.

 
Edição: Fernando Fraga

Fonte: EBC Política
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Senado pode concluir votação da PEC Paralela à Reforma da Previdência

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O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), marcou a votação da PEC Paralela à Reforma da Previdência (PEC133/19) para a próxima terça-feira (19). Entre outros pontos o texto permite a inclusão de estados e municípios na reforma da Previdência. Eles poderão adotar integralmente as mesmas regras aplicáveis ao regime próprio da Previdência Social para os servidores públicos civis da União por meio de lei ordinária.

Além de emendas ao texto principal, os senadores também precisam votar a PEC em segundo turno. Alcolumbre já adiou a votação duas vezes, a última tentativa, na última terça-feira (12) pela falta de quórum. Sem votos suficientes para aprovar alterações, no texto, a oposição, pediu o adiamento. Alcolumbre quer concluir a votação dos dois turnos na terça. “Se der tudo certo”, ponderou. Ele enfatizou que a proposta será o primeiro item da pauta.

O texto-base da PEC Paralela foi aprovado em primeiro turno na semana passada com 56 votos a favor e 11 contra , mas ficaram pendentes de votação quatro destaques de bancadas partidárias referentes a emendas rejeitadas pelo relator Tasso Jereissati (PSDB-CE).

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Além de abrir a caminho para inclusão de estados e municípios, o texto estabelece regras diferentes para servidores da área de segurança pública e abre a possibilidade de criação do benefício universal infantil, aprofundando a Seguridade Social para as crianças, o que estava previsto na proposta inicial de reforma da Previdência. A ideia é de que o benefício, que deverá ser criado posteriormente por lei, concentre recursos em famílias mais pobres e na primeira infância.

Se aprovada em dois turnos pelo plenário do Senado, a proposta seguirá para a apreciação da Câmara dos Deputados.

Edição: Valéria Aguiar

Fonte: EBC Política
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Governo federal prepara conjunto de ações para área social

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O ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, conduziu uma reunião ministerial nesta sexta-feira (15) para discutir políticas sociais do governo federal. Segundo o ministro, serão anunciadas em dezembro novas políticas públicas voltadas para a área. Participaram do encontro os ministros Abraham Weintraub, da Educação; Damares Alves, da Mulher, Família e Direitos Humanos, e Osmar Terra, da Cidadania, mais técnicos de cada pasta.

“O nosso foco fundamental é na criança e, particularmente, na primeira infância – desde a sua concepção, passando pelo seu nascimento, primeiros passos até que ela se forme no primeiro grau [ensino fundamental]”, afirmou Lorenzoni. “Vamos trabalhar para apresentar nas próximas semanas um plano de ação social”, completou.

Sem detalhar as atividades que serão anunciadas, Lorenzoni afirmou que “alguns programas serão revistos, outros ampliados e novos programas serão lançados”. “Será um plano para o avanço social no Brasil, particularmente cuidando melhor da família e das crianças. Esse sempre foi um compromisso do presidente Bolsonaro. O detalhamento dele vai ser feito no mês de dezembro e nós estamos dando concretude a ele”, afirmou o ministro chefe da Casa Civil.

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O ministro Osmar Terra ressaltou a importância da primeira infância para o desenvolvimento de políticas públicas no país. “A gente sabe hoje que é no início da vida que se organizam todas as competências humanas. Não é na escola, não é depois. Então, os cuidados com os primeiros mil dias de vida definem todo o potencial que essa criança vai desenvolver ao longo de sua vida. Então, é um momento crítico e por isso que nós estamos trabalhando”, disse. “Se nós queremos mudar o Brasil, temos que começar do começo da vida”, acrescentou.

Edição: Wellton Máximo

Fonte: EBC Política
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