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Saúde

Brasil registra menor média móvel de mortes pela Covid-19 desde 5 de janeiro

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Índice está em queda desde junho deste ano; mais de 81% da população adulta já receberam a primeira dose da vacina
A média móvel de óbitos por Covid-19 no Brasil chegou a 677,7 nesta quarta-feira (01). Esse é o número mais baixo registrado pelo LocalizaSUS desde o dia 5 de janeiro deste ano. O índice está em queda desde junho deste ano.

Os números de novos casos confirmados da Covid-19 também estão diminuindo, a média móvel está em 27,3 mil nesta quarta. É o menor número registrado em 2021.

O índice média móvel é um balanço do número de casos e de óbitos registrados no LocalizaSUS nos últimos 14 dias. O dado é mais relevante para analisar o cenário da pandemia no Brasil por levar em conta a oscilação dos registros. As informações são reportadas ao Ministério da Saúde pelas Secretarias Estaduais de Saúde.

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A melhora no cenário epidemiológico do país é consequência, principalmente, da vacinação contra a Covid-19, além das medidas não farmacológicas, como uso de máscaras. Nesta quarta-feira (1º), o Ministério da Saúde bateu mais um recorde ao distribuir 60,8 milhões de doses de vacinas Covid-19 em agosto.

Leia mais:  Prorrogada a adesão de grupo de profissionais do Mais Médicos para o Brasil

Para setembro, a expectativa é receber mais de 62,6 milhões de doses dos laboratórios fabricantes. Com as doses chegando, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, traçou o objetivo de vacinar, com as duas doses ou dose única, toda a população adulta, de 160 milhões de brasileiros, até o fim de outubro.

Até o momento, a Pasta já distribuiu 233,2 milhões de vacinas para os estados e o Distrito Federal. O Brasil tem hoje 130,7 milhões de pessoas vacinadas com a primeira dose, o que corresponde a 81,6% da população acima de 18 anos. E 62,1 milhões brasileiros receberam a segunda ou a dose única, ou seja, 38,8% da população adulta.

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Saúde

Prorrogada a adesão de grupo de profissionais do Mais Médicos para o Brasil

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A iniciativa leva profissionais a regiões onde há escassez de médicos

Para garantir a continuidade do atendimento médico na atenção primária em saúde, o Ministério da Saúde prorrogou por mais um ano os termos de adesão de um grupo de participantes do Programa Mais Médicos para o Brasil (PMMB) que atuam em seis estados. A Portaria do Ministério da Saúde nº 99/2022, que trata da prorrogação excepcional, está publicada na edição da quinta-feira (06/01) do Diário Oficial da União.

Dezenove profissionais que atuam nos estados de Alagoas, Bahia, Maranhão, Minas Gerais, Paraná e Roraima tiveram o termo de adesão prorrogado automaticamente. Treze deles atuam em Roraima.

De acordo com o Ministério da Saúde, “o Mais Médicos para o Brasil, em 2021, prorrogou 6.124 vagas e alcançou um total de 3.181 municípios. As prorrogações se deram em virtude do enfrentamento da pandemia de covid-19 e do período de transição para a implantação do Programa Médicos pelo Brasil”. Atualmente, o total de médicos do programa atua em mais de 35% das equipes de saúde da família do Sistema Único de Saúde (SUS) no país.

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Ainda de acordo com a pasta, a prorrogação não é obrigatória e ocorre de acordo com a adesão dos profissionais à oferta e a manifestação de interesse dos gestores em manter o profissional.

O Mais Médicos para o Brasil busca resolver a questão emergencial do atendimento básico ao cidadão. Além de levar mais profissionais para regiões onde há escassez ou ausência de médicos, prevê mais investimentos para construção, reforma e ampliação de Unidades Básicas de Saúde, além de novas vagas de graduação e residência médica para qualificar a formação.

O programa busca melhorar a qualidade e humanizar o atendimento, com médicos que criam vínculos com seus pacientes e com a comunidade.

Prazo para desistência

A portaria do Ministério da Saúde define que a prorrogação da participação no projeto ocorre a partir do primeiro dia após o vencimento do Termo de Adesão e Compromisso original. O participante com prorrogação automática da adesão deverá, obrigatoriamente, entregar ao gestor municipal, até o dia 30 de janeiro de 2022, o Termo Aditivo ao Termo de Adesão e Compromisso.

Caso o participante não tenha interesse em permanecer por mais um ano, deve manifestar formalmente sua decisão por meio do Sistema de Gerenciamento de Programas.

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Se não houver interesse do gestor municipal na permanência do participante no projeto por mais um ano, ele deverá manifestar via Sistema de Gerenciamento de Programas o desinteresse, expressando o motivo da recusa.

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Saúde

Anvisa pede explicações ao Butantan sobre uso da CoronaVac em crianças

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Atualmente, apenas a vacina da Pfizer pode ser aplicada neste público

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou nesta terça-feira (11) que solicitou ao Instituto Butantan novos esclarecimentos para avaliar o pedido de uso da vacina contra a covid-19 CoronaVac em crianças.

Por Jonas Valente – O Instituto Butantan entrou com a solicitação de autorização de uso em caráter emergencial do imunizante, fabricado em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, em pessoas com idades entre 5 e 11 anos ainda em dezembro. A Anvisa vem mantendo reuniões para analisar esse requerimento.

Ontem, a Anvisa recebeu do Instituto Butantan respostas a questionamentos feitos diante das informações apresentadas pela instituição de pesquisa paulista. Entre eles estavam pontos sobre um estudo sobre o imunizante conduzido em crianças no Chile.

A Anvisa hoje enviou pedidos de esclarecimentos adicionais sobre o estudo que segundo o Butantan atestaria a efetividade do uso do imunizante no público pretendido. Uma nova reunião foi marcada para a próxima quinta-feira (13) para discutir os dados e eventuais compromissos no caso de aprovação da autorização.

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Até o momento, apenas o imunizantes da Pfizer tem uso em crianças autorizado pela Anvisa.

Edição: Aline Leal

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