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Bruno Covas deixa hospital após 23 dias internado

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O prefeito de São Paulo, Bruno Covas, deixou o Hospital Sírio-Libanês no fim da tarde desta quinta-feira (14), após 23 dias internado para tratar um câncer na região do estômago. Covas deve ficar de repouso em casa até domingo (17), mas já foi liberado pelos médicos para voltar a despachar no gabinete da prefeitura a partir de segunda-feira (18).

Mais cedo, em entrevista coletiva, a equipe médica que cuida do prefeito disse que o resultado do tratamento está dentro do previsto e que Covas não tem sentido nenhum tipo de efeito colateral da quimioterapia.

“O prefeito reagiu muito bem às duas sessões de quimioterapia, sem qualquer efeito adverso. Ele se portou bem, suportou bem todos os medicamentos e não teve efeitos adversos. Então ele deve ter alta hoje até o final da tarde”, destacou o médico David Uip, um dos coordenadores da equipe que cuida do prefeito.

De acordo com os médicos, o dia a dia do prefeito, a partir de segunda-feira, não deverá mudar em razão do tratamento. Covas precisará, no entanto, evitar eventos com a participação de grande multidões.   

“Ele vai ter a rotina da vida dele. O limite maior quem dá é o paciente. A partir de segunda-feira, ele volta a ter uma vida de gabinete normal. [Para] a vida pública, ele tem que guardar energia, não vai se expor a grandes multidões, mas fará as visitas que ele determinar, segundo a agenda que for planejada”, disse Uip.

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Os médicos informaram ainda que os coágulos que haviam se formado no tórax de Bruno Covas diminuíram e estão sumindo aos poucos. No período fora do hospital, Covas continuará sendo medicado com anticoagulantes. 

Bruno Covas voltará ao hospital no próximo dia 25, uma segunda-feira, para fazer exames preparatórios para a terceira sessão de quimioterapia. Ele deverá ser internado no mesmo dia para começar o tratamento, que tem duração de 30 horas contínuas, na terça-feira (26).

David Uip disse que, após a terceira sessão de quimioterapia, o prefeito deverá voltar ao hospital no início de dezembro para fazer exames de controle dos tumores. Só então, a equipe médica irá discutir a continuidade do tratamento.

Tratamento

Covas foi internado no dia 23 de outubro no Sírio-Libanês para tratamento de uma erisipela. No dia 25, foi diagnosticada uma trombose venosa das veias fibulares e exames subsequentes apontaram tromboembolismo pulmonar e câncer. O prefeito foi diagnosticado com adenocarcinoma, um tipo de câncer na região de transição do esôfago para o estômago, além de uma metástase no fígado e uma lesão nos linfonodos.

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Ele decidiu continuar no cargo durante o tratamento, despachando e fazendo reuniões de trabalho no próprio hospital. No dia 30, o prefeito terminou a primeira sessão de quimioterapia, tratamento que teve início no dia anterior e durou cerca de 30 horas ininterruptas.

No dia 3 de novembro, um ecocardiograma mostrou o surgimento de um coágulo no átrio direito do coração. Exames subsequentes, entre os quais uma angiotomografia arterial e venosa do tórax, demonstraram redução dos sinais de tromboembolismo pulmonar e o aparecimento de um pequeno trombo junto ao cateter venoso central.

No dia 8, novos exames mostraram que, com o uso de medicação, os trombos estavam sob controle. Covas foi liberado para realizar a segunda sessão da quimioterapia, tratamento que teve início na última terça-feira e encerrou-se na quarta-feira.

Edição: Nádia Franco

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Congresso pode votar proposta de Orçamento na próxima semana

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O Congresso Nacional pode votar, na próxima terça-feira (17), a proposta orçamentária para 2020. A sessão para a votação do Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 22/19 está marcada para as 14h30. Antes da análise por deputados e senadores no plenário, a Comissão Mista de Orçamento (CMO) vota o relatório final da proposta às 11h.

O parecer preliminar apresentado pelo relator-geral do Orçamento, deputado Domingos Neto (PSD-CE), modificou parâmetros que serviram para as projeções de receitas e despesas e também incorporou efeitos de propostas ao texto original do Orçamento enviado pelo governo.

Segundo relatório preliminar aprovado pela Comissão, o texto prevê o total de R$ 3,6 trilhões para as projeções de receita e de despesa. Desse total, R$ 3,5 trilhões são dos orçamentos fiscal e de seguridade social, dos quais R$ 917,1 bilhões referem-se ao refinanciamento da dívida pública.

O relatório diz que o salário mínimo, em janeiro de 2020, passará dos atuais R$ 998 para cerca de R$ 1.031. O valor está abaixo dos R$ 1.039 inicialmente previsto.

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Em 2020, a meta fiscal para o resultado primário do governo central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central) corresponderá a um déficit de R$ 124,1 bilhões.

Para 2020, a proposta orçamentária prevê ainda um crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,32%, pouco acima da expectativa do mercado (2,20%). A inflação prevista para o próximo ano, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), é de 3,53%.

Durante a votação, o colegiado rejeitou oito dos nove destaques apresentados ao texto. O único destaque aprovado elevou o fundo eleitoral de 2020 de R$ 2 bilhões para R$ 3,8 bilhões.

Edição: Denise Griesinger

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Bolsonaro nega mudanças na equipe ministerial e elogia Weintraub

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O presidente Jair Bolsonaro negou que vá trocar de ministérios no início do ano que vem. A jornalistas, ele afirmou que não há nada que o leve a tirar alguém do primeiro escalão. “Não está previsto [mudança em ministérios]. Não tem nada que me leve a trocar um ministro que seja”, disse em Brasília, neste sábado (14) ao passear pela Praça dos Três Poderes, no centro da capital.

Ele também elogiou o ministro da Educação, Abraham Weintraub. Considerou seu trabalho “excelente” e acusou os governos anteriores de conduzirem a educação “por um mau caminho”. “Olha a prova do Pisa. Foi feito em abril do ano passado, uma das piores notas do mundo todo”, disse.

Bolsonaro referiu-se ao Programa Internacional de Avaliação de Estudantes (Pisa). Divulgado no início de dezembro pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), o Pisa aponta que, em 2018, o Brasil teve uma leve melhora nas pontuações de leitura, matemática e ciências. No entanto, apenas dois em cada 100 estudantes atingiram os melhores desempenhos em pelo menos uma das disciplinas avaliadas.

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Bolsonaro deixou o Palácio da Alvorada, no início da tarde, em direção à festa de confraternização do gabinete do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli. Em seguida, ele foi ao Hospital das Forças Armadas (HFA) visitar um funcionário do Alvorada, que está internado em virtude de um acidente de trânsito.

Antes de retornar à residência oficial, Bolsonaro fez duas paradas. A primeira delas na Esplanada dos Ministérios para cumprimentar policiais militares que davam plantão no local. Logo depois seguiu para a Praça dos Três Poderes. Lá, desceu do carro e tirou fotos com várias pessoas que lá estavam, entre turistas e vendedores de picolés. Em seguida, voltou para o Alvorada.

Edição: Denise Griesinger

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