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AGRONEGÓCIO

Caixa amplia para R$ 12 bilhões a oferta de crédito agrícola

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Banco anunciou abertura de 21 agências especializadas em agronegócio

A Caixa Econômica Federal ampliou para R$ 12 bilhões o volume de crédito do Custeio Agro Antecipado disponível para o primeiro semestre. Desse montante, que começou a ser emprestado em dezembro do ano passado, cerca de R$ 8 bilhões já foram contratados, informou nesta segunda-feira (22) o presidente do banco, Pedro Guimarães, durante uma transmissão na internet.  

Por Pedro Rafael Vilela – “Nós temos R$ 12 bilhões para o semestre atual e já emprestamos mais de R$ 8 bilhões. Isso para a safra que começa no meio de 2021, ou seja, já antecipamos, isso é um recorde na Caixa Econômica Federal. Eram, antes, R$ 3 bilhões, então nós já temos quatro vezes mais que a carteira anterior”, afirmou. A expectativa do banco é de que todas as operações sejam contratadas até o mês de abril. Do total de crédito oferecido, R$ 4 bilhões são para investimento e R$ 8 bilhões são para financiar atividades de custeio, comercialização e industrialização.

Segundo a Caixa, os recursos atendem a diversas finalidades, especialmente para financiar as despesas do ciclo de produção das principais culturas do país, como soja, milho, algodão, arroz, feijão, mandioca e café, bem como atividades pecuárias.

Entre as modalidades contempladas nas linhas de crédito rural do banco, empréstimos para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), para o Programa Nacional de Apoio ao Médio Produtor Rural (Pronamp) e para outros empreendimentos do campo. No caso do Pronaf, voltado a pequenos agricultores e assentados da reforma agrária, o financiamento se destina à aquisição de insumos e pagamento de serviços, com taxa de juros a partir de 2,75% ao ano, que varia de acordo com o empreendimento financiado.

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No Pronamp, as linhas de custeio e de investimento permitem financiar tanto despesas inerentes ao ciclo produtivo, quanto ações de implantação, ampliação ou modernização da infraestrutura de produção e a realização de serviços relacionados à melhoria da atividade agropecuária na propriedade. Além disso, podem viabilizar a aquisição de bens ou serviços cuja utilização se estenda por vários períodos de produção. A taxa parte de 4% ao ano e varia de acordo com o empreendimento financiado.

Para a ministra da Agricultura, Teresa Cristina, que participou da live ao lado do presidente da Caixa, a ampliação da participação do banco nesses investimentos é fundamental para o agronegócio. “O agro brasileiro cresceu muito e nós precisamos de mais bancos chegando”, disse.

De acordo com a Caixa, entre janeiro e dezembro do ano passado, o volume de recursos emprestados em operações de crédito rural cresceu 73%, em comparação ao ano de 2019. Nos últimos 8 anos, a Caixa Econômica emprestou cerca de R$ 44 bilhões ao setor do agronegócio. O volume é modesto se comparado às operações de crédito agrícola de outros bancos com forte penetração no setor, como o Banco do Brasil, mas, segundo Pedro Guimarães, a meta da Caixa é ampliar para R$ 40 bilhões a carteira anual de crédito agrícola até o fim de 2022.

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Agências especializadas

Durante a live, o presidente da Caixa Econômica também deu detalhes sobre a abertura 21 novas agências especializadas no atendimento ao agronegócio. Cada uma delas contará com estrutura e equipe dedicadas ao atendimento exclusivo dos produtores rurais.

Segundo o banco, os municípios que receberão as unidades especializadas no agronegócio foram definidos considerando a estratégia de atuação do banco para o setor e o potencial para o mercado nas regiões (confira a lista completa abaixo).

Municípios que terão agências especializadas em agronegócio da Caixa Econômica Federal:

Centro-Oeste
Canarana/MT
Chapadão do Sul/MS
São Gabriel do Oeste/MS
Campo Novo dos Parecis/MT
Porangatu/GO
Cristalina/GO
Primavera do Leste/MT
Sorriso/MT
Dourados/MS
Rio Verde/GO

 

Nordeste
Bom Jesus/PI
Barreiras/BA
Petrolina/PE

 

Sudeste
Patrocínio/MG
Araxá/MG
Uberaba/MG
Bauru/SP
Uberlândia/MG

 

Sul
Campo Mourão/PR
Uruguaiana/RS
Guarapuava/PR

 

Edição: Claudia Felczak

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AGRONEGÓCIO

Inscrições prorrogadas para o vestibular da Faculdade CNA

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Brasília (25/02/2021) – O prazo de inscrições para o vestibular da Faculdade CNA foi prorrogado até o dia 7 de março. Os interessados ainda podem se candidatar a uma das vagas dos cursos a distância em Gestão do Agronegócio, Gestão Ambiental, Gestão de Recursos Humanos e Processos Gerenciais.

Criada em 2013, a Faculdade CNA é a primeira instituição de ensino superior voltada exclusivamente para o agronegócio, reconhecida pelo Ministério da Educação.

A seleção para o vestibular é realizada por meio de vestibular online (prova de redação), resultado do Enem dos últimos três anos (nota a partir de 250 pontos) ou análise documental. Essa última é destinada apenas aos candidatos que já possuem nível superior.

Há 50 polos de ensino distribuídos nos estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Bahia, Ceará, Distrito Federal, Espírito Santo, Goiás, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima, Santa Catarina e Tocantins.

Embora o curso de graduação seja a distância, no momento da inscrição é necessário escolher um polo de ensino. 

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A inscrição é feita pelo site www.faculdadecna.com.br. A mensalidade custa R$ 179 e as aulas terão início em março.

Para ler o edital, visualizar a lista de polos e efetivar a inscrição, acesse: www.faculdadecna.com.br

Mais informações podem ser obtidas pelo telefone 0800 718 1078 e e-mail: vestibular@faculdadecna.edu.br

Assessoria de Comunicação CNA

Telefone: (61) 2109-1419

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Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

De administrador a produtor de hortaliças

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O administrador de empresas, Lorival Douro, decidiu deixar o escritório e dar continuidade ao trabalho desenvolvido por seus pais na agricultura, que há 25 anos cultivam hortaliças, em Domingos Martins. 

No início, a intenção era ajudar os pais na administração e produção da propriedade. Mas com o falecimento de seu pai, assumiu o Sítio Sagrados Corações, e agora cuida do plantio de hortaliças inovando e se profissionalizando para manter a qualidade do cultivo de alface e brócolis.

Aluno do Curso Técnico em Agronegócio do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Espírito Santo (Senar-ES), ele vem aplicando os conhecimentos adquiridos e está aprendendo mais a fundo sobre o funcionamento de uma propriedade, o que o faz ter mais vontade em fazer a diferença na gestão.

O Sítio Sagrados Corações também recebe a visita mensal do técnico de campo da Assistência Técnica e Gerencial (ATeG), do Senar-ES, e nos primeiros meses de atendimento o produtor já notou diferença na propriedade. 

“A assistência me ajudou a reconhecer o potencial administrativo que a propriedade pode ter, caso seja acompanhada por uma boa gestão e bons funcionários. Essa noção é muito importante, contribui para quem vive do campo e dá esperança, pois demonstra que o futuro aqui é promissor, mesmo que estejamos enfrentando situações adversas, com uma crise mundial sem precedentes e uma pandemia”, afirma Lorival.

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SOBRE A PROPRIEDADE

O Sítio Sagrados Corações possui 27 hectares e Douro destina nove para o cultivo das hortaliças. Em média são produzidas 500 cabeças de brócolis híbrido por dia e cerca de 1.000 pés de alface. “Aqui na região muitos distribuidores compram dos produtores e se encarregam da logística. Meus produtos são entregues para os mercados da Grande Vitória, norte e sul do estado, Rio de Janeiro e também para o nordeste”, disse o produtor.pandemia”, afirma Lorival.

“Desde o início da pandemia até o momento atual, eu pude perceber que o setor do agronegócio tem segurado a onda da economia. Se fizermos um comparativo do valor dos insumos praticados em 2020 com os anos anteriores, conseguimos notar quase que o dobro da diferença, mesmo em função da pandemia e das dificuldades surgidas a partir desta. Porém o produto não acompanhou o valor dos insumos, já que os consumi- dores não aceitam pagar tão mais caro, ou seja, no fim das contas, quem está pagando a diferença e mantendo a economia somos nós mesmos, produtores”, Lourival Douro horticultor.

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Fonte: CNA Brasil

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