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Cuiabá

Cento e quarenta e quatro novos ônibus começam a rodar no início de agosto em Cuiabá

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Luiz Alves

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 Os 144 veículos de transporte coletivo zero quilômetros começarão a rodar em agosto em Cuiabá. Segundo o prefeito, Emanuel Pinheiro, os novos coletivos  estão passando por adaptações operacionais que incluem instalações de câmeras (4 em cada coletivo), sistema de bilhetagem. Os  novos veículos são adaptados com elevadores  para Pessoas com Deficiência – PCDs,  Wi-fi e aparelhos de ar-condicionado.

Os novos carros serão incorporados à atual frota. Hoje, circulam pela capital 382 coletivos que atendem a um total de 260 mil usuários/dia. 

“Após 20 anos, o povo será contemplado com a frota 100% renovada, com veículos com ar-condicionado, wi-fi e todos adaptados para PCDs. O que fizemos foi empurrado com a barriga por vários outros prefeitos que não tiveram a coragem de melhorar o transporte público.  Foi difícil, mas, não impossível”, comentou  o prefeito. 

“Estamos pedindo agilidade para os técnicos para que os itens, câmeras, wi-fi  e bilhetagem sejam instalados o mais rápido possível para que no início de agosto os novos veículos estejam rodando nas ruas da nossa capital”, anunciou durante ato em apoio a ferrovia Vicente Vuolo, na tarde de terça-feira (20). 

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Cuiabá irá receber coletivos projetados para que a operação seja possível nas vias ou corredores exclusivos, contando com quatro portas, sendo duas no nível da rua ou avenida e duas no nível do corredor, além de elevador e rampa de acesso, tornando os veículos 100% acessíveis. As 140 novas unidades foram produzidas nas fábricas da Caio e da Marcopolo, instaladas nas cidades de Botucatu (SP) e de Caxias do Sul (RS). Até o fim do mês de julho, toda a nova frota de ônibus já terá sido entregue para capital. 

As linhas de ônibus foram divididas em quatro lotes, arrematados por quatro empresas distintas. São elas: Integração Transporte LTDA; Caribus Transportes e Serviços LTDA; Rápido Cuiabá Transporte Urbano LTDA e Viação Paraense LTDA.

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Cuiabá

Prefeito edita novo decreto e prorroga medidas de biossegurança até o dia 3 de outubro; Cuiabá não registra mortes por Covid em 24 horas

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Luiz Alves

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, manteve as medidas restritivas para evitar a disseminação da Covid-19 na capital. Por meio do Decreto 8.6182021, o gestor determinou a continuidade pelo período de 20 até o dia 3 de outubro a vigência das medidas de biossegurança que já estão em seguimento na capital. O gestor, Emanuel Pinheiro, comemorou o fato da capital não registrar nenhum óbito em razão do novo coronavírus nas últimas 24 horas, de acordo com boletim epidemiológico da Secretaria Municipal de Saúde divulgado nesta sexta-feira (17), mas adiantou que as medidas de biossegurança devem ser observadas. 

“Preservar à vida sempre foi a minha meta. E depois de tanto tempo receber uma notícia que me deixou emocionado, mas sempre alerta de que é preciso que nos mantenhamos vigilantes contra a pandemia. Isso é fruto do nosso trabalho sério e comprometido, dos profissionais da saúde, da equipe de gestão da Emanuel Pinheiro, da equipe envolvida na campanha Vacina Cuiabá – Sua Vida em Primeiro Lugar. Seguimos atuantes nesse propósito, de imunizar nossa população”, asseverou. A capital, desde o início da pandemia, registra a perda de 3.455 vidas em razão da Covid-19.

O Decreto 8.618/2021 estabelece a prorrogação das ações aplicadas na Capital por meio do Decreto nº 8.430, de 14 de maio de 2021, considerando o reiterado comprometimento da Administração Pública com a preservação da saúde e bem-estar de toda população cuiabana.

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“Art. 1º O artigo 22 do Decreto nº 8.430 de 14 de maio de 2.021, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 22. As medidas previstas no presente decreto vigorarão do dia 20 de setembro de 2021 ao dia 03 de outubro de 2021, podendo ser objeto de prorrogação ou alteração, considerando o monitoramento da evolução da COVID-19 em nível municipal’, diz o documento. A restrição de locomoção no município de Cuiabá permanece inalterada. O toque de recolher vigora das 2h às 5h.

Veja a íntegra do Decreto:

DECRETO Nº 8.618 DE 17 DE SETEMBRO DE 2.021. DISPÕE SOBRE MEDIDAS TEMPORÁRIAS E EMERGENCIAIS VISANDO A PREVENÇÃO DE CONTÁGIO PELO NOVO CORONAVÍRUS (COVID-19), NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DE CUIABÁ, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

O Prefeito Municipal de Cuiabá-MT, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso VI do art. 41 da Lei Orgânica do Município, CONSIDERANDO que o artigo 196 da Constituição Federal reconhece a saúde como um direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doenças e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação;

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CONSIDERANDO o reconhecimento pela Organização Mundial de Saúde de uma pandemia de COVID-19;

CONSIDERANDO o fato de que o Plano Municipal de Imunização Municipal está em pleno andamento, com o quantitativo de mais de 500.000 (quinhentos mil) doses de vacinas aplicadas1 ;

CONSIDERANDO que atualmente o Município de Cuiabá está inserido no nível de classificação baixo, previsto no Decreto Estadual nº 874 de 25 de março de 2021;

CONSIDERANDO o firme e reiterado comprometimento da Administração Pública com a preservação da saúde e bem-estar de toda população cuiabana; 

 

Decreta:

Art. 1º O artigo 22 do Decreto nº 8.430 de 14 de maio de 2.021, passa a vigorar com a seguinte redação: Art. 22. As medidas previstas no presente decreto vigorarão do dia 20 de setembro de 2021 ao dia 03 de outubro de 2021, podendo ser objeto de prorrogação ou alteração, considerando o monitoramento da evolução da COVID-19 em nível municipal. Art. 2º O presente Decreto entra em vigor a partir de 20 de setembro de 2021.

Palácio Alencastro em Cuiabá – MT, 17 de setembro de 2021.

EMANUEL PINHEIRO PREFEITO DO MUNICÍPIO DE CUIABÁ.

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Cuiabá

Pela primeira vez em quase um ano e meio, Cuiabá não registra óbito por covid-19

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Luiz Alves

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Desde o final de maio de 2020, ou seja, há quase 1 ano e meio, Cuiabá vinha registrando pelo menos uma morte diária por covid-19, seja de residente ou não residente. Essa triste marca foi quebrada nesta sexta-feira (17), quando o painel Covid-19 da capital não registrou óbito pela doença, nem de morador e nem de pacientes oriundos de outras cidades internados na Capital. Os números de 3.455 óbitos de residentes e de 1.054 de não residentes registrado na quinta-feira (16) se manteve na sexta-feira (17). O fato foi comemorado pelo prefeito Emanuel Pinheiro, na noite de sexta. 

“Eu acabo de receber uma grande notícia, que me deixou muito emocionado e eu faço questão de dividir com toda a minha gente: depois de mais de ano, Cuiabá não registrou nenhuma morte por covid-19 nas últimas 24 horas. Isso é fruto de um trabalho sério e comprometido da Prefeitura de Cuiabá, dos nossos profissionais da saúde, do Comitê de Enfrentamento à Covid-19 e também de toda dedicada equipe do Vacina Cuiabá, que trabalha diariamente para vacinar com a menor brevidade possível toda a população cuiabana. Não posso deixar também de registrar que é uma conquista de toda a população cuiabana que se cuidou e nos ajuda muito a evitar a propagação do vírus. Que Deus continue nos abençoando e que essa notícia seja o presságio de grandes e abençoadas notícias de vitória contra a covid-19”, declarou. 

Pandemia ainda não acabou

No entanto, as informações contidas no Informe Epidemiológico nº 24, relativo às semanas epidemiológicas 35 e 36 ( 29 de agosto a 11 de setembro), demonstram que ainda é cedo para uma avaliação positiva. O informe é elaborado tanto pela equipe de Vigilância em Saúde da Capital quanto por pesquisadores da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT). O estudo lembra que desde o primeiro óbito por Covid-19 em residentes em Cuiabá, registrado em 15 de abril 2020 até 11 de setembro de 2021, a taxa de letalidade da doença ficou em 3,2%, índice que tem se mantido com pequenas variações desde a semana epidemiológica nº 35 de 2020 (30 de agosto a 05 de setembro) e que permanece mais elevado que o de Mato Grosso (2,6%) e do Brasil (2,8%). 

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O informe ainda traz o retrospecto de óbitos por covid-19 em residentes, mostrando oscilações no ano passado e que, a partir de dezembro de 2020, se observou aumento de mortes, padrão que persistiu nos quatro primeiros meses de 2021, sendo que o número de óbitos semanais no período de 14 de março a 24 de abril de 2021 foi maior do que o quantitativo no pico de mortes do ano de 2020 (28 de junho a 18 de julho de 2020). 

De acordo com o informe, a ocorrência de óbitos nos meses de maio, junho e julho de 2021 tem apresentado tendência de redução, entretanto, no mês de agosto observou-se um aumento no número de óbitos na primeira quinzena e uma redução na segunda quinzena. A tendência de redução permaneceu nas duas primeiras semanas de setembro, mas os pesquisadores fazem o alerta: “Embora evidencie-se certa estabilidade, os quantitativos se mantêm em patamares elevados, as oscilações são frequentes, e ainda é preciso destacar o aumento dos óbitos nas duas primeiras semanas de agosto e das internações nas duas últimas de julho, o que requer o incremento da assistência aos casos graves e, especialmente, o diagnóstico precoce e a qualidade do atendimento prestado aos casos graves da doença, além evidentemente da intensificação da vacinação na capital”, diz trecho do informe. 

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Prevenção deve ser mantida

Conforme os especialistas, até que a maior parte da população esteja vacinada contra a covid-19, será necessário combinar medidas para enfrentamento da pandemia, não descartando as medidas de prevenção e contenção (distanciamento físico e social, uso de máscaras, higienização, entre outros) visando a redução da taxa de transmissão do vírus, que voltou a aumentar entre o último e o penúltimo informes epidemiológicos. 

A gerente de Vigilância Epidemiológica de Cuiabá, Flávia Guimarães, afirma que, se toda a população se manter engajada no combate ao vírus, usando máscara, lavando as mãos constantemente ou usando álcool 70% na impossibilidade de usar água a sabão, evitando aglomerações e buscando se vacinar, em breve será possível afirmar que a pandemia foi controlada e, aos poucos, retomar a vida normal. “A vacinação tem propiciado a grande diferença que temos observado no quadro pandêmico. É nítido que quanto mais atingimos a cobertura vacinal entre a população, os casos de covid-19 vem diminuindo. Entretanto, ainda não chegamos a uma situação de controle da pandemia, sendo muito preocupante a disseminação da variante Delta, que é altamente transmissível. Por isso, é fundamental lembrar que as vacinas disponíveis apresentam limites em relação ao bloqueio da transmissão do vírus e que a circulação dele está totalmente ligada ao comportamento das pessoas, que precisam se manter vigilantes”, aponta a profissional de saúde. 

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