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AGRONEGÓCIO

CNA destaca sustentabilidade da produção agropecuária brasileira

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Brasília (27/10/2021) O diretor técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Bruno Lucchi, participou, na quarta (27), da live “Circuito Virtual Agro BB – Sustentabilidade e Agricultura Familiar”, realizada pelo Banco do Brasil.

O debate foi conduzido pelo superintendente do BB no Rio Grande do Sul, Pablo Ricoldy, e contou com a participação do presidente da Fetag (RS), Joel Carlos, do assessor em Agronegócios do BB, Edgar Schnitzler, e os sócios da Granja Kist e Froelich, Edson Caetano e Danieli Andrea.

Em sua apresentação, o diretor técnico da CNA, Bruno Lucchi, afirmou que nos últimos 40 anos o Brasil aumentou a produção de grãos em mais de 400%, ao passo que a área plantada cresceu em torno de 85%.

“É redundante falar que a produção agrícola brasileira é sustentável. Usamos apenas 7,8% do território nacional e 36% da vegetação nativa está dentro das propriedades, sendo cuidada pelos produtores”, disse.

Durante o debate, Bruno citou o Código Florestal Brasileiro (Lei nº 12.651/2012) e seus dispositivos, como o Cadastro Ambiental Rural (CAR), que vão ajudar o produtor rural a se adequar à legislação.

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“Já temos os cadastros, agora precisamos acelerar a análise dos dados. Com o CAR analisado e o Programa de Regularização Ambiental (PRA) elaborado, o produtor rural pode tranquilamente garantir o alimento sustentável que qualquer mercado exige”.

O diretor técnico também falou da importância da regularização fundiária para o país, principalmente para a Amazônia. Segundo ele, a região necessita de políticas de desenvolvimento. “Precisamos dar dignidade e melhores condições de vida à população urbana e rural. É fazer uma força tarefa que não envolve somente comando e controle, e sim implementação da lei, acesso a assistência técnica e crédito rural”.

Para o representante da Confederação, a legislação brasileira é imbatível do ponto de vista ambiental e as práticas sustentáveis já adotadas pelos produtores serão cada vez mais um diferencial na contratação de crédito e no mercado financeiro.

“Temos visto que além do crédito rural oficial, o setor tem acessado o mercado privado através dos títulos do agro, mecanismo importante para diversificação das fontes de financiamento do setor rural”, concluiu Bruno.

Assista a live na íntegra:

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Fonte: CNA Brasil

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LEITE/CEPEA: Preço ao produtor acumula queda real de 5% neste ano

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Cepea, 30/11/2021 – A pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que o preço do leite captado em outubro e pago aos produtores em novembro recuou 6,2% e chegou a R$ 2,1857/litro na “Média Brasil” líquida – frente ao mesmo mês do ano passado, a retração é de 2,5%, em termos reais (dados deflacionados pelo IPCA de outubro/21). Trata-se da segunda queda consecutiva dos preços no campo, e, agora, a variação acumulada em 2021 (de janeiro a novembro) está, pela primeira vez neste ano, negativa, em 5%, em termos reais.

A pesquisa do Cepea mostra que, de setembro para outubro, o Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) recuou 0,87% na “Média Brasil”. Esses dados evidenciam que, mesmo com o retorno das chuvas da primavera, que favorecem a disponibilidade de pastagem, a produção de leite segue limitada neste ano pelo aumento dos custos de produção e por consequentes desinvestimentos na atividade.

De janeiro a outubro, o poder de compra do pecuarista frente ao milho, insumo essencial para a alimentação animal, recuou, em média, 29,5% – no ano passado, enquanto o pecuarista leiteiro precisava de, em média, 33 litros de leite para adquirir uma saca de milho de 60 kg (com base no Indicador ESALQ/BM&FBovespa, Campinas – SP), em 2021, são precisos 43 litros para a mesma compra. Os preços dos grãos registraram quedas recentemente, mas o patamar ainda está elevado. Ressalta-se que outros importantes insumos da atividade leiteira também encareceram de forma intensa, como é o caso dos adubos e corretivos, combustíveis e suplementos minerais.

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Dessa forma, a desvalorização do leite no campo se mostra fortemente atrelada à crescente perda no poder de compra do consumidor, que tem desacelerado consistentemente as vendas de lácteos desde meados de agosto. Com demanda enfraquecida e pressão dos canais de distribuição, os estoques se elevaram, forçando as indústrias a reduzirem os preços dos lácteos durante outubro.

De setembro para outubro, a pesquisa do Cepea mostra reduções de 6,8%, de 4,9% e de 2% nos preços médios do leite UHT, da muçarela e do leite em pó, respectivamente, comercializados por indústrias junto aos atacados do estado de São Paulo. As negociações do leite spot em Minas Gerais também perderam força em outubro, e os valores caíram de R$ 2,34/litro na primeira quinzena para R$ 2,14/litro na segunda (queda de 8,6%). Esse movimento de desvalorização continuou, e o leite spot chegou à média de R$ 1,96/litro na segunda quinzena de novembro.

Ainda que os custos de produção sigam altos, a expectativa do setor é de que a tendência de queda nos preços se mantenha no mês que vem, ainda influenciada por dificuldades associadas às vendas dos lácteos na ponta final da cadeia.

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Gráfico 1. Série de preços médios recebidos pelo produtor (líquido), em temos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de outubro/2021)

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado lácteo aqui, por meio da Comunicação do Cepea e com a pesquisadora Natália Grigol: cepea@usp.br.

Fonte: CEPEA

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Aprosoja-MT apresenta projetos de sustentabilidade em Fórum Nacional

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Fortalecimento Institucional

Aprosoja-MT apresenta projetos de sustentabilidade em Fórum Nacional

“Nós estamos preocupados com o clima no mundo, por isso precisamos fazer nossa parte”, declarou presidente da Aprosoja-MT, Fernando Cadore

30/11/2021

O fórum nacional: Planeta Campo, foi realizado em São Paulo, trazendo diversos temas relacionado ao baixo carbono. O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Fernando Cadore, participou do painel “Baixo Carbono: O protagonismo da agricultura”.

“Nós estamos preocupados com o clima no mundo, por isso precisamos fazer nossa parte. Hoje 60% da ocupação de solo em Mato Grosso, são áreas preservadas em fazendas. Além disso, 95% das nascentes em propriedades rurais, estão em bom estado de conservação e algumas delas, intactas. Isso tudo influencia na diminuição do carbono no país”, destacou Cadore, em sua apresentação ao vivo no fórum.

Além disso, foram divulgados os programas Soja Legal, que tem como foco a sustentabilidade, preservação de recursos naturais e o suporte aos produtores rurais do estado, bem como o projeto Guardião das Águas, que é uma iniciativa desenvolvida com o objetivo de orientar e apoiar o produtor rural na manutenção, preservação e restauro de nascentes em propriedades rurais de Mato Grosso.

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O presidente da Aprosoja-MT falou também sobre as contribuições da produção de soja em Mato Grosso para uma agricultura de baixo carbono. Entre os destaques de sua apresentação, as diretrizes ambiental, social e de governança

Para o presidente da emissora do Canal Rural, Júlio Cargino, o agro é essencial para a neutralização de carbono. “Esse é o momento da sociedade se unir para discutir o assunto sustentabilidade. E o agronegócio tem papel fundamental nessa transformação, e já faz isso muito bem. O Brasil tem a maior área de cultivo sustentável do mundo, com mais de cinquenta milhões de hectares”, salientou Cargino.

O Fórum Nacional, foi promovido pelo Canal Rural, e transmitido ao vivo pelo Canal 500 da Net/Claro e pelo site da emissora.

Fonte: Augusto Camacho

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA

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