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Saúde

Coronavírus: chega a 211 mil o número de curados no Brasil

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O número representa 40,1% do total de casos confirmados no país. As informações foram atualizadas pelas Secretarias Estaduais de Saúde até as 19h desta segunda-feira (01/06)

O Brasil registrou nesta segunda-feira (01/06) o total de 211.080 pessoas curadas do coronavírus. O número representa 40,1% do total de casos confirmados atualmente (526.447). Outras 285.430 pessoas seguem em acompanhamento médico. As informações foram repassadas e atualizadas até às 19h desta segunda (01) pelas Secretarias Estaduais de Saúde de todos os estados brasileiros.

Da Agência Saúde – O Governo do Brasil, junto às secretarias de saúde estaduais e municipais, está cuidando de todos e empenhando os esforços necessários para garantir o atendimento médico a quem precisa. São realizados investimentos constantes em aquisição de insumos, respiradores, testes de diagnóstico, remédios e equipamentos de proteção para profissionais de saúde, além da habilitação de leitos de UTI.

Até o momento, o país registra 29.937 óbitos, sendo que 623 foram registrados nos sistemas de informação oficiais do Ministério da Saúde nas últimas 24h, apesar de a maioria ter acontecido em outros dias. Isso porque as notificações ocorrem apenas após a conclusão da investigação dos motivos das mortes. Assim, do total de novos registros, 220 óbitos ocorreram, de fato, nos últimos três dias e outros 4.412 estão em investigação.

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Cerca de dois mil municípios do país não possuem casos de coronavírus e 70% das cidades não registram nenhum óbito pela doença.

Veja o detalhamento de casos e óbitos por UF

Rio Grande do Norte

Neste domingo (31/5) o Rio Grande do Norte informou ao Governo Federal 8.051 casos de COVID-19. No entanto, nesta segunda-feira (1º/6), o estado informou que os dados repassados estavam incorretos devido a problemas internos no banco de dados e atualizou para 7.402, ou seja, 649 casos a menos. Dessa forma, o número total de casos no Brasil confirmados neste domingo (31/5) passou de 514.849 para 514.200. Com a atualização dos estados de hoje, o Brasil passa a ter 526.447 casos.

Veja o detalhamento de casos e óbitos por UF

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Saúde

USP desenvolve teste rápido de Covid-19 para viabilizar aplicação em massa

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Até cinco vezes mais barato que os testes de farmácia, dispositivo desenvolvido no Instituto de Química de São Carlos também poderá revelar se quem tomou vacina já produziu anticorpos
 
Pesquisadores do Instituto de Química de São Carlos (IQSC) da USP desenvolveram um teste rápido para Covid-19 com custo aproximado de R$ 30. Até cinco vezes mais barato que os testes convencionais encontrados nas farmácias, que hoje são vendidos por cerca de R$ 140, o dispositivo foi criado para facilitar a testagem em massa no Brasil. A tecnologia também será capaz de revelar se a pessoa que tomou uma determinada dose de vacina já produziu anticorpos.

Por  Henrique Fontes – Denominado “Teste Popular de Covid-19”, o dispositivo analisa uma gota de sangue retirada do paciente em busca de anticorpos que permitam detectar a doença. A estratégia empregada para baratear sua produção foi otimizar a quantidade de insumos do material e utilizar nanopartículas para a localização dos anticorpos. Desenvolvidas no IQSC, essas nanopartículas possuem uma molécula sonda, que fica na cor vermelha quando entra em contato com algum anticorpo. A molécula foi obtida em parceria com a BioLinker, empresa brasileira de biotecnologia.

Foto: Karla Castro

Segundo Frank Crespilho, professor do IQSC e coordenador da pesquisa, esse método é muito similar aos encontrados nas farmácias. No entanto, é mais preciso, barato, requer menos reagentes e pode ser produzido integralmente no Brasil. O docente conta que sua equipe desenvolveu o teste em cerca de quatro meses, o que é um tempo recorde. Agora, a ideia com a nova tecnologia é favorecer as populações mais vulneráveis: “Temos que pensar na população brasileira, esse é o papel da USP. Todos os dias acordo feliz por ter o privilégio de coordenar uma equipe que está trabalhando incessantemente para produzir ciência de alto nível. A nossa ideia é que possamos fazer uma análise em massa da população, com um custo bem mais competitivo e viável para a nossa realidade econômica”, afirma Crespilho, que é Coordenador do Grupo de Bioeletroquímica e Interfaces do IQSC/USP, coordenador da Rede MeDiCo, a Rede de Pesquisa em COVID-19 USP/CAPES, recentemente aprovada em edital de seleção emergencial da CAPES, e Vice-Coordenador do Instituto de Estudos Avançados da USP (IEA), Polo de São Carlos.

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A doutoranda do IQSC, Karla Castro, pesquisadora da rede MeDiCo, também participou do estudo: “Estamos buscando inovar em aspectos tecnológicos que permitam a realização de testes de uma forma mais rápida, não perdendo sua seletividade e especificidade. O procedimento de testagem utilizado no Teste Popular de COVID-19 da USP é de fácil execução e não demanda estrutura laboratorial. Os testes já estão em fase de validações e, até o presente momento, a leitura e interpretação dos resultados são realizados em aproximadamente 10 minutos”, diz a cientista.

Os pesquisadores explicam que o novo teste traz um caráter inovador, pois ele será capaz de revelar se o indivíduo produziu anticorpos após receber uma determinada dose de vacina, podendo auxiliar o médico a identificar a necessidade de acompanhamento do paciente no processo de imunização. Além disso, o dispositivo permitirá ainda o rastreamento de imunidade de variantes do vírus.

A Dra. Mona Oliveira, chefe científica e fundadora da BioLinker, empresa parceira no estudo, diz que será possível, baseando-se neste primeiro resultado, desenvolver novas moléculas específicas e produzir os insumos biotecnológicos de forma rápida, com baixo custo e alta performance. “Nosso objetivo é viabilizar a aplicação de testagem em massa. O grupo do Prof. Frank Crespilho é referência internacional em desenvolvimento de biossensores e nosso colaborador em projetos de pesquisa aplicada e inovação. Com a pandemia, vimos uma excelente oportunidade em participar do desenvolvimento dos bioligantes (moléculas sondas) para detecção de anticorpos do coronavírus”, finaliza Oliveira.

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A pesquisa foi financiada pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP), pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES). O teste já está pronto para produção em larga escala e passará, em breve, pela regulamentação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA). A expectativa é de que o produto esteja disponível para comercialização em até dois meses.

Texto: Assessoria de Comunicação do IQSC, com informações de Frank Crespilho, Karla Castro e Mona Oliveira

 

Foto: Karla Castro – IQSC/USP

 

 

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Saúde

Brasil registra 7.518.846 milhões de pessoas recuperadas com 211.491 mortos

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Número é superior à quantidade de casos ativos, ou seja, pessoas que estão em acompanhamento médico. Informações foram atualizadas às 18h desta terça-feira (19/01)

O Brasil já registra 7.518.846 milhões de pessoas curadas da Covid-19. No mundo, estima-se que pelo menos 29 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram. O número de pessoas curadas no Brasil é superior à quantidade de casos ativos (843.527) que são os pacientes em acompanhamento médico. O registro de pessoas curadas já representa a grande maioria do total de casos acumulados (87,7%). As informações foram atualizadas às 18h desta terça-feira  (19/01) e enviadas pelas secretarias estaduais e municipais de Saúde.

A doença está presente em 100% dos municípios brasileiros. Contudo, mais da metade das cidades (3.727) possuem entre 2 e 100 casos. Em relação aos óbitos, 5.073 municípios tiveram registros (91,1%), sendo que 862 deles apresentaram apenas um óbito confirmado.

O Governo do Brasil mantém esforço contínuo para garantir o atendimento em saúde à população, em parceria com estados e municípios, desde o início da pandemia. O objetivo é cuidar da saúde de todos e salvar vidas, além de promover e prevenir a saúde da população.

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Dessa forma, a pasta tem repassado verbas extras e fortalecido a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), com envio de recursos humanos (médicos e profissionais de saúde), insumos, medicamentos, ventiladores pulmonares, testes de diagnóstico, habilitações de leitos de UTI para casos graves e gravíssimos e Equipamentos de Proteção Individual (EPIS) para os profissionais de saúde.

O Ministério da Saúde já destinou aos 26 estados e o Distrito Federal R$ 198,1 bilhões, sendo que desse total foram R$ 134 bilhões para serviços de rotina do SUS, e outros R$ 64,2 bilhões para a Covid-19. Também já foram comprados e distribuídos 27,9 milhões de unidades de medicamentos para auxiliar no tratamento do coronavírus, 306,8 milhões de EPI, mais de 20,6 milhões de testes de diagnóstico para Covid-19 e 79,9 milhões de doses da vacina contra a gripe, que ajuda a diminuir casos de influenza e demais síndromes respiratórias no meio dos casos de coronavírus.

O Ministério da Saúde, em apoio a estados e municípios, também tem ajudado os gestores locais do SUS na compra e distribuição de ventiladores pulmonares, sendo que já entregou 13.296 equipamentos para todos os estados brasileiros.

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As iniciativas e ações estratégicas são desenhadas conforme a realidade e necessidade de cada região, junto com estados e municípios, e têm ajudado os gestores locais do SUS a ampliarem e qualificarem os atendimentos, trazendo respostas mais efetivas às demandas da sociedade. Neste momento, o Brasil registra 8.573.864 milhões de casos confirmados da doença, sendo 62.094 mil registrados nos sistemas nacionais nas últimas 24h.

Em relação aos óbitos, o Brasil tem 211.491 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h, foram registrados 1.192 óbitos nos sistemas oficiais, sendo que 851 óbitos ocorreram nos últimos três dias. Outros 2.843 permanecem em investigação.

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