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Economia & Finanças

Dólar fecha acima de R$ 4,19, no maior valor desde início de dezembro

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Em mais um dia de volatilidade no mercado, o dólar norte-americano voltou a subir e fechou no maior valor em mais de 40 dias. O dólar comercial fechou esta quinta-feira (16) vendido a R$ 4,191, com alta de R$ 0,006 (0,15%). A divisa está no maior valor de fechamento desde 4 de dezembro (R$ 4,202).

O dólar abriu em baixa. Por volta das 10h15, chegou a ser vendido a R$ 4,16, na mínima do dia. No início da tarde, no entanto, a cotação reverteu a tendência, e a moeda passou a operar em alta. Por volta das 16h, a cotação chegou a encostar em R$ 4,20. A moeda acumula valorização de 4,44% em 2020.

No mercado de ações, o dia também foi de oscilações. O Ibovespa, índice da B3 (antiga Bolsa de Valores de São Paulo), fechou o dia com pequena alta de 0,25%, aos 116.704 pontos. O indicador registrou alta durante toda a manhã, mas passou a cair durante a tarde até recuperar-se e fechar próximo da estabilidade nos minutos finais de negociação.

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Nos últimos dias, o mercado financeiro tem sido afetado pelas expectativas em torno do fechamento do acordo comercial entre Estados Unidos e China, as duas maiores economias do planeta. A primeira etapa do acordo foi assinada ontem (15), na Casa Branca.

Apesar do compromisso da China de importar US$ 180 bilhões em bens norte-americanos, o acordo não anulou a maior parte das taxas punitivas impostas pelos Estados Unidos sobre US$ 360 bilhões de produtos chineses. O governo de Donald Trump manterá taxas alfandegárias adicionais de 25% sobre US$ 250 bilhões de bens importados da China e de 7,5% sobre mais US$ 120 bilhões.

Edição: Bruna Saniele

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Economia & Finanças

Ao vivo: Receita anuncia regras da declaração do IR 2020

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A Receita Federal concede entrevista à imprensa hoje (19) para anunciar as regras de entrega, prazos e funcionalidades do Programa da Declaração de Imposto de Renda da Pessoa Física de 2020. A coletiva ocorre no auditório do Ministério da Economia.

No ano passado, o órgão recebeu mais de 30,6 milhões de declarações dentro do prazo, o que representa um crescimento de 4,8% em relação a 2018 (29,3 milhões). A estimativa do Fisco era receber 28,8 milhões de documentos.

Acompanhe a entrevista:

Edição: Juliana Andrade

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Economia & Finanças

Carnaval deve aquecer vendas de parte do comércio paulistano

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O carnaval de São Paulo deve aquecer as vendas de apenas parte dos estabelecimentos comerciais. De acordo com levantamento feito pela Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), os pontos localizados na rota dos blocos carnavalescos podem registrar queda de até 50% no faturamento. A avaliação é a mesma do ano passado.

Por outro lado, para os estabelecimentos que ficam mais longe das aglomerações de pessoas, a expectativa é de aumento de 10% a 20% de ganhos. Segundo a Abrasel, o resultado positivo está relacionado à vinda de turistas para a capital. Em 2019, a alta esperada para esses casos era menor, de 8% a 10%.

Em nota, a Abrasel explica que a grande diferença na margem de lucro observada entre empresários do ramo deve-se ao fato de que o acesso a vários locais é limitado durante o período, com a interdição de ruas. Com isso, ressalta, alguns deles ficam em desvantagem.

Na percepção dos comerciantes consultados pela entidade, a concorrência com os vendedores ambulantes é outro fator que pode levar a prejuízo nos negócios. Na pesquisa, também são citadas circunstâncias como a preferência dos foliões por comprar produtos em supermercados, em vez de adquiri-los em bares e restaurantes, e a ausência de uma clientela já consolidada, que acaba viajando para outras cidades e deixando de consumir nos cinco dias de feriado.

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No comunicado distribuído à imprensa, a Abrasel destaca que diversos empresários ouvidos para o levantamento reivindicaram à prefeitura mais segurança pública e investimento. A entidade pede que as autoridades revisem os critérios para definir o roteiro dos blocos, de maneira que haja menos bloqueios nas ruas e “rápidas lavagens e varrições”, além de incentivos para atrair turistas para espaços gastronômicos da capital.

Para o presidente da Abrasel São Paulo, Percival Maricato, a variação no índice mais otimista explica-se pelo porte da edição deste ano do carnaval. Em número recorde de participações, 865 blocos e cordões somarão 960 desfiles, que foram iniciados no último dia 15 e se encerram em 1º de março.

“Está crescendo porque o carnaval de São Paulo está crescendo. É um fenômeno que tem causas específicas, a animação dos blocos. Pode ter algo [associado ao cenário econômico] do país, mas o principal é um evento específico, que está se animando”, afirmou Maricato à Agência Brasil.

Panorama

A prefeitura de São Paulo estima que, este ano, o lucro gerado ao longo do carnaval ultrapasse o registrado em 2019. No ano passado, a festa movimentou R$ 2,1 bilhões somente com as atividades de rua. As comemorações feitas no Sambódromo deram retorno adicional de R$ 220 milhões.

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Projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), divulgada no último dia 3, mostra que a capital paulista deve ter crescimento de 5,4% nas receitas produzidas no carnaval, atingindo R$ 1,94 bilhão.

Na previsão da CNC, 18,2 mil vagas de empregos serão oferecidas no carnaval, em todo o país, pelo segmento de serviços de alimentação. O volume corresponde a cerca de 71% do total de postos de trabalho abertos na data.

Edição: Nádia Franco

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