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Saúde

Entidades médicas reafirmam posicionamento contrário ao Programa Mais Médicos

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Após encerrarem  os dois dias de discussões do Encontro Nacional de Entidades Médicas (Enem), os profissionais divulgaram uma carta reafirmando o posicionamento contra o Programa Mais Médicos e pela derrubada dos vetos à  lei que regulamenta a atividade no país e que ficou conhecida como Lei do Ato Médico. No texto, as entidades da área médica defendem a atuação de profissionais formados no exterior apenas após terem passado pelo Exame Nacional de Revalidação de Diplomas Médicos Expedidos por Instituições de Educação Superior Estrangeiras (Revalida)
As entidades defendem ainda a contratação de médicos por meio de concurso público nacional e com garantia dos direitos trabalhistas. No próximo dia 20, quando os deputados e senadores devem decidir se aprovam ou rejeitam os vetos presidenciais à Lei do Ato Médico, os profissionais planejam atos de mobilização no Congresso Nacional.
“Propomos a defesa da criação da carreira de Estado para o médico, ponto essencial à interiorização permanente da assistência em saúde, com a fixação do profissional e a melhoria das infraestruturas de atendimento em áreas remotas”, diz a carta.
O Mais Médicos prevê a contratação de profissionais formados no exterior para ocupar as vagas que não forem preenchidas pelos brasileiros em periferias de grandes centros e no interior do país. As entidades médicas, no entanto, criticam essa ação e argumentam que os médicos brasileiros não se fixam em cidades do interior devido à falta de estrutura da rede de saúde.
O manifesto final do Enem é assinado pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), pela Associação Nacional de Médicos Residentes (ANMR), Associação Médica Brasileira (AMB), Federação Nacional dos Médicos (Fenam) e Federação Brasileira de Academias de Medicina (Fbam).
ABr

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Saúde

Confirmadas mais 1.541 mortes por covid-19 em 24 horas

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Mais de 9,3 milhões de pessoas se recuperaram da doença

O número de pessoas que não resistiram à covid-19 chegou a 251.498 nesta quinta-feira. Em 24 horas, foram registradas 1.541 mortes. Em contrapartida, 9.323.696 pessoas se recuperaram da doença.

Da ABr – O total de infectados pelo novo coronavírus chegou a 10.390.461. Entre ontem e hoje, foram confirmados 65.998 novos casos da doença

Ainda há 815.267 pessoas com casos ativos em acompanhamento por profissionais de saúde.

Estados

São Paulo se mantém com o maior número de mortes por covid-19 (58.528), seguido por Rio de Janeiro (32.771), Minas Gerais (18.135), Rio Grande do Sul (12.149) e Bahia (11.488). As Unidades da Federação com menos óbitos são Acre (982), Roraima (1.083), Amapá (1.135), Tocantins (1.503) e Rondônia (2.801).

Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil
Situação epidemiológica da covid-19 no Brasil – Divulgação/Ministério da Saúde

Edição: Aline Leal

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Saúde

Ministério da Saúde compra 20 milhões de doses da vacina indiana Covaxin

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Investimento total foi de R$ 1,614 bilhão

O Ministério da Saúde assinou nesta quinta-feira (25) contrato para compra de 20 milhões de doses da vacina Covaxin da Precisa Medicamentos/Bharat Biotech. O investimento total foi de R$ 1,614 bilhão na compra da vacina produzida na Índia.Da ABr – Para agilizar o processo de compra de novas doses de vacinas, o Ministério da Saúde dispensou o uso de licitação para a compra dos imunizantes. A iniciativa é uma exigência amparada pela MP 1.026/21, que facilita a compra de vacinas. ()

Segundo a pasta, as primeiras 8 milhões de doses do imunizante devem começar a chegar em março, em dois lotes de 4 milhões a serem entregues entre 20 e 30 dias após a assinatura do contrato.

Em abril, o governo federal espera receber mais 8 milhões de doses de imunizantes importados da Índia, no prazo de 45 e 60 dias após a oficialização da compra. Em maio, é esperado o último lote de doses, com 4 milhões de unidades.

Balanço

Ao todo, foram distribuídas mais 3,2 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 em todo país. Estados e Distrito Federal estão recebendo as 2 milhões de doses da vacina da AstraZeneca/Oxford, importadas da Índia, e 1,2 milhão de doses do imunizante do Instituto Butantan.

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Com esse novo lote, foram distribuídos mais de 15 milhões de doses de vacinas contra a covid-19 desde o dia 18 de janeiro, início da campanha de vacinação. Até julho, a pasta prevê o envio de mais de 200 milhões de doses, vacinando, assim, metade da população brasileira.

Edição: Fábio Massalli

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