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ETE de Barra do Garças realiza formatura em Unidade Remota de Novo São Joaquim

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Após dois anos de dedicação, 21 estudantes da primeira turma dos cursos técnicos em Agropecuária e Agroecologia, da Escola Técnica de Barra do Garças, Unidade Remota de Novo São Joaquim, colaram grau. A cerimônia de entrega dos canudos foi realizada em 06 de julho, no auditório da Secretaria de Assistência Social do município, e contou com a presença dos professores, familiares e amigos.

A coordenadora adjunta do Pronatec, Silvana de Oliveira, ressaltou a importância de formar os primeiros profissionais da Unidade Remota de Novo São Joaquim. “Temos a missão de proporcionar desenvolvimento educacional, científico e tecnológico, por meio da formação pessoal e qualificação profissional. Por isso, tenho certeza que esses formandos serão profissionais que contribuirão muito para o desenvolvimento da região”.

Em seu discurso, a diretora da unidade escolar, Verônica Luz, parabenizou a todos os formandos e agradeceu aos pais pela confiança em matricular os filhos na Unidade Remota de Novo São Joaquim.

“Ficamos emocionados em ver o auditório lotado pela nossa comunidade, por pais que confiaram no nosso trabalho, e por jovens que hoje se tornam profissionais e sobem mais um degrau na vida”, disse a diretora.

O formando, Samuel Parreira, mesmo antes de concluir o curso técnico em agropecuária conseguiu vaga no mercado de trabalho. Há três meses ele trabalha e mantém planos para cursar uma faculdade. “A formação recebida na Unidade Remota de Novo São Joaquim foi excelente, fundamental para a minha vida, pude ter uma visão social e crítica, e enxergar o meio ambiente a partir do conhecimento em agropecuária”, resume.

Fonte: GOV MT

Economia & Finanças

Conselho do FGTS aprova distribuição de 100% do lucro de 2018

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Uma das mudanças anunciadas no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a distribuição de 100% dos resultados do ano passado foi ratificada hoje (19) pelo Conselho Curador. A Medida Provisória (MP) 889 aumentou a rentabilidade do fundo, determinando a transferência de todo o lucro do exercício anterior aos cotistas.

Antes da MP, o FGTS rendia 3% ao ano mais a Taxa Referencial (TR), atualmente zerada. Desde 2017, o fundo repassava 50% dos lucros do ano anterior ao cotista. Com a mudança, o fundo renderá 6,18% em 2019 , ultrapassando inclusive a taxa Selic (juros básicos da economia), recentemente reduzida para 6% ao ano.

Até 31 de agosto, serão repassados R$ 12,2 bilhões do lucro de 2018, distribuídos proporcionalmente conforme o saldo de cada conta. O Conselho Curador também aprovou os Relatórios de Gestão do FGTS e do Fundo de Investimento FI-FGTS. Os documentos serão divulgados no site do FGTS assim que o Diário Oficial da União publicar a resolução.

O conselho instituiu ainda um grupo de trabalho, com participação de três representantes do FGTS e três do Comitê de Investimento do FI-FGTS, para acompanhar e propor mudanças nas aplicações do fundo. O grupo também acompanhará a execução das recomendações dos órgãos de controle em parceria com o Grupo de Apoio Permanente (GAP), formado por consultores técnicos vinculados às 12 entidades que compõem o colegiado.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC
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Brasil

Witzel consulta Mourão sobre reestruturação do comando da PMRJ

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O governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, quer reestruturar o Alto Comando da Polícia Militar do Rio de Janeiro, implementando um formato semelhante ao das Forças Armadas, que ele considera mais adequado. Witzel levou a questão ao vice-presidente da República, Hamilton Mourão, que é general da reserva do Exército.

“Eu entendo que nós precisamos ter uma estrutura de comando diferenciada, semelhante às estruturas que temos nas Forças Armadas, que são os oficiais generais”, disse o governador. Ele explicou que a intenção não seria, necessariamente, criar o posto de oficial general na polícia, mas utilizar o modelo das Forças Armadas quando o assunto é o período do comandante no posto.

O governador avalia que há necessidade de se ter um Alto Comando com tempo maior de duração nas polícias estaduais. “Hoje são quatro, seis anos, e quando o coronel chega no posto maior está na hora de ir embora. Nas Forças Armadas isso não acontece. O general fica 12 anos naquela função de Alto Comando. Nas polícias gera uma fragmentariedade e precisamos dar uma solução para isso”.

Witzel disse aos jornalistas que o vice-presidente se mostrou aberto a discutir a questão. Mourão reconheceu a preocupação do governador do Rio de Janeiro, no entanto, defendeu um estudo mais aprofundado a respeito. Witzel considerou pedir ao Alto Comando do Exército um parecer sobre o assunto e, talvez, encaminhar um projeto de lei ao Congresso Nacional.

Edição: Fábio Massalli

Fonte: EBC Política
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