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Economia & Finanças

FMI reconhece bom desempenho da recuperação econômica do Brasil

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Avaliação do projetou que o PIB real brasileiro deve crescer 5,3% em 2021

O desempenho econômico tem sido melhor do que o esperado, em parte devido à forte resposta política das autoridades. Foi o que apontou o Conselho Executivo do Fundo Monetário Internacional (FMI), ao concluir a consulta do Artigo IV de 2021 com o Brasil. A análise indicou que o PIB recuperou seu nível pré-pandêmico em 2021 e o ímpeto continua favorável, apoiado por termos de troca em expansão e crescimento robusto do crédito ao setor privado.

Segundo o FMI, os novos bloqueios após uma segunda onda grave de Covid-19, no início deste ano, e o lançamento da campanha de vacinação ajudaram a reduzir as infecções desde abril, levando à diminuição significativa de picos de novos casos diários e mortes pela doença. A análise aponta que o Governo Federal adquiriu doses suficientes de vacinas Covid-19 a população adulta em 2021, com a previsão de imunizar totalmente a população mais vulnerável, até o final do ano.

A avaliação destacou o impulso das reformas institucionais e o papel que o teto de gasto desempenhou na manutenção da confiança do mercado, e manifestaram apoio à reforma tributária e ao aperto contínuo da política monetária no enfrentamento da inflação.

O Conselho Executivo do FMI projetou que o PIB real brasileiro deve crescer 5,3% em 2021. Segundo a organização, o mercado de trabalho em melhoria e os altos níveis de poupança das famílias são fatores que irão sustentar o consumo e, à medida que a campanha de vacinação avançar, a demanda reprimida retornará por serviços pessoais.

A inflação deverá cair continuamente dos picos recentes em direção ao ponto médio do intervalo da meta até o final de 2022, de acordo com a análise do FMI. Depois de saltar para 99% do PIB em 2020, a dívida pública deverá cair drasticamente para 92% do PIB em 2021 e permanecer em torno desse nível no médio prazo, segundo a avaliação. A incerteza quanto às perspectivas é excepcionalmente alta, mas os riscos para o crescimento são vistos do Conselho do FMI como amplamente equilibrados. Os estoques esgotados serão reconstruídos e a alta nos preços das commodities apoiará novos investimentos.

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Com informações do International Monetary Fund (IMF), Fundo Monetário Internacional (FMI)

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Tesouro honra em abril R$ 511,77 milhões em dívidas garantidas pela União, totalizando R$ 2,63 bilhões em 2022

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Foram honradas dívidas de 4 Estados (Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul)
Do Tesouro – Em abril de 2022, a União pagou R$ 511,77 milhões em dívidas garantidas dos entes subnacionais, sendo R$ 195,94 milhões relativos a inadimplências do Estado do Rio de Janeiro, R$ 187,91 milhões do Estado de Minas Gerais, R$ 80,89 milhões do Estado de Goiás e R$ 47,04 milhões do Estado do Rio Grande do Sul. Os dados estão no Relatório de Garantias Honradas pela União em operações de crédito, divulgado hoje (09/05) pela Secretaria do Tesouro Nacional.

No acumulado do ano a União honrou R$ 2,63 bilhões em dívidas garantidas de entes subnacionais. Os mutuários que tiveram os maiores valores honrados no ano foram os estados de Minas Gerais (R$ 1,27 bilhão, ou 48,16% do total), Rio de Janeiro (R$ 625,52 milhões, ou 23,80% do total) e Goiás (R$ 491,83 milhões, ou 18,71% do total)

No total, desde 2016, a União realizou o pagamento de R$ 44,54 bilhões com o objetivo de honrar garantias em operações de crédito.

Leia mais:  Congresso prorroga MP que amplia margem do crédito consignado

A tabela 3 do Relatório apresenta os mutuários impedidos de obter garantia a novas operações de crédito devido a ocorrência de honra de aval ou de atraso nos pagamentos de operações de crédito garantidas, conforme dispõe o art. 13 da Portaria MF nº 501, de 23 de novembro de 2017, alterado pela Portaria ME nº 376, de 10 novembro de 2020.

Além do Relatório Mensal de Garantias Honradas – RMGH, as informações de garantias honradas estão disponíveis no Painel de Garantias Honradas, uma ferramenta para visualização de dados com recursos visuais inovadores e gráficos interativos.

Acesse aqui o Relatório completo de garantias honradas pela União relativo a abril/2022.

 

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MP muda tabela do preço do frete rodoviário de carga

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Tabela foi elaborada em 2018, após a greve dos caminhoneiros

Foi publicada hoje (17) no Diário Oficial da União (DOU) a Medida Provisória (MP) 1117/2022 que altera uma regra para a elaboração da tabela de preço do piso mínimo de frete rodoviário de carga. A MP reduz de 10% para 5% o percentual de variação no preço do diesel para a correção dos valores da tabela. A medida ocorre após o anúncio de mais uma alta no preço do óleo diesel na semana passada.

Por Luciano Nascimento – Elaborada em 2018, após a greve dos caminhoneiros, a legislação sobre a Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas estabelece que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) deve publicar a tabela a cada seis meses, até os dias 20 de janeiro e 20 de julho de cada ano, com os valores serão válidos de piso para o semestre.

O texto prevê ainda que a tabela deve ser atualizada sempre que houver oscilação no preço do produto igual ou superior a 10%. Com a mudança introduzida pela MP, esse percentual foi reduzido para 5%.

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A partir de agora, sempre que ocorrer oscilação no preço do óleo diesel no mercado nacional superior a 5% em relação ao preço considerado na planilha de cálculos, a ANTT deve atualizar a tabela.

“Com isso, pretende-se dar sustentabilidade ao setor do transporte rodoviário de cargas, e, em especial, do caminhoneiro autônomo, de modo a proporcionar uma remuneração justa e compatível com os custos da atividade”, diz nota publicada pela Secretaria-Geral da Presidência.

Assista:

Para a elaboração da tabela, além do preço do produto, também são considerados a quantidade de quilômetros rodados na realização de fretes, eixo carregado, consideradas as distâncias e as especificidades das cargas definidas, bem como planilha de cálculos utilizada para a obtenção dos respectivos pisos mínimos.

Na semana passada, a Petrobras anunciou um reajuste de 8,87% no preço do diesel para as distribuidoras. De acordo com a empresa, o preço do litro do combustível no atacado passou de R$ 4,51 para R$ 4,91, um aumento de R$ 0,40, que começou a ser cobrado a partir do dia 10.

Leia mais:  Banco Central divulga Ata da 246ª reunião do Copom, realizada nos dias 3 e 4 de maio de 2022.

Edição: Fernando Fraga

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