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Governo apresenta relatório das metas físicas do 1º semestre de 2019

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 O MT- Integrado possui 42 obras, algumas já concluídas. O foco é o de fazer a integração de todos os municípios com as vias estaduais asfaltadas

ELZIS CARVALHO – A Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária da Assembleia Legislativa realizou hoje (13), audiência pública para que as secretarias de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra), de Cidades, de Saúde, de Educação e a de Segurança Pública apresentassem os relatórios das metas físicas do 1º quadrimestre 2019. O vice-presidente da CFAEO, deputado Ondanir Bortolini – Nininho (PSD), lembrou que a atual administração executiva pegou o Estado com inúmeras obras paralisadas e ainda em crise econômica. Mas, segundo ele, ao longo dos primeiros setes meses, as contas já estão em equilíbrio.

“A evolução da economia é positiva, por isso o governo conseguiu viabilizar recursos financeiros para dar sequências às obras que estavam paralisadas há mais de quatro anos. No setor da educação, por exemplo, existiam mais de 300 escolas que precisavam ser reformadas e com o equilíbrio financeiro, essas obras podem agora, ser finalizadas”, explicou Nininho.

JLSIQUEIRA

A secretária-adjunta das Cidades, Rafaela Damiani, afirmou que mesmo diante da “calamidade financeira” do Estado, o governo conseguiu concluir algumas metas que foram planejadas em 2018 e algumas que foram retomadas em 2019. Segundo ela, muitas obras estavam travadas por falta de orçamento.

“Mesmo diante da calamidade financeira, o governo colou 34 metas para funcionar. Uma delas foi o sistema simplificado de saneamento de águas que estava paralisado sem recursos desde 2018, desse total a maior parte está em execução, e três delas já foram entregues. Na habitação, o governo entregou 360 casas, no Nico Baracat I”, explicou Damiani.

Ela disse que diante da calamidade financeira, o governo conseguiu entregar vàrias obras nesse primeiro semestre. Hoje, de acordo com Damiani, com o cancelamento dos convênios (não houve repasses em 2018) o déficit orçamentário-financeiro diminuiu em função de rescisões de convênios.

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“Mas o governo está trabalhando para finalizar o que ficou pendente, sem assumir novos compromissos. O governo tinha mais de R$ 50 milhões de convênios que foram cancelados, num total de 123 obras canceladas. O que não tinha repasse financeiro foi rescendido com os municípios porque as obras não foram iniciadas”, afirmou Damiani.

O secretário-adjunto de Obras Rodoviárias da Secretaria de Infraestrutura e Logística, Nilton de Britto, afirmou que o Estado tinha um montante de R$ 380 milhões para serem investidos e a pasta de obras rodoviárias tinha à disposição R$240 milhões para investimentos. Nesse interim, o governo priorizou as obras em andamentos em detrimento dos novos empreendimentos.

Durantes os sete primeiros meses de 2019, a pasta tocou 68 obras. Entre elas, está à duplicação da MT-010, (perímetro urbano da Rodovia Arquiteto Helder Cândia, a “Estrada da Guia”). Segundo ele, a previsão de entrega à população é para o final de setembro deste ano.

A outra obra é da MT-020 (trecho compreendido entre Paranatinga e Canarana) que deve ser concluída este ano. No MT-Integrado são 42 obras, algumas já concluídas, e o foco é o de fazer a integração de todos os municípios por meio de asfalto. Hoje, a pasta tem 68 obras em andamento em todo o estado de Mato Grosso.

De acordo com o secretário-adjunto de Obras Especiais (obras da Copa do Mundo de 2014), Isaac Nascimento Filho, por falta de recursos financeiros e pela judicialização de algumas obras, dos 90% das metas previstas, a pasta conseguiu concluir nesse 1º semestre apenas 1,7% delas.

JLSIQUEIRA

Entre as obras citadas por ele foi da Arena Pantanal (construída para sediar quatro jogos da Copa do Mundo de 2014). A outra obra judicializada é do Veicule Leve sobre Trilhos, mais conhecida como VLT, não andou um centímetro este ano.

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“A única obra que o governo conseguiu ar sequência foi do COT da Universidade Federal de Mato Grosso. Essa obra será entregue em até 100% no final deste ano. Já o córrego Mané Pinto deve ser entregue, totalmente concluído, em outubro de 2020. Em relação ao COT do Pari, o governo espera a definição da administração do lcoal, com a Prefeitura de Várzea Grande ou o Estado”, explicou Isaac Filho.

No 1º semestre, na Secretaria de Estado de Educação (Seduc), o secretário-adjunto Executivo, Alan Porto, disse que o governo herdou resto a pagar da ordem de R$ 635 milhões, e que o início da administração foi para ajustar as contas da pasta. Hoje, segundo ele, o resto a pagar gira em torno de R$ 196 milhões.

De acordo com Alan Porto, a maioria é de convenio e de repasses para as prefeituras referentes a despesas não realizadas. Em relação aos recursos financeiros destinados às prefeituras para o transporte escolar, alimentação e o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) estão em dia. “Isso só foi possível porque o governo conseguiu equilibrar as contas”, disse Porto.

Em relação às 41 salas de contêineres, que substituíam as sala de alvenarias, encontradas pela atual administração, Porto disse que existem apenas quatro salas de contêineres no município de Campo Verde. “Até o final de agosto, os alunos voltam a estudar em salas de alvenarias. O custo de cada sala de aula para o estado gira em torno de R$ 2 mil a R$ 2,3 mil”, explicou Porto.

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Pesquisa da Unemat avalia efeito da variação de temperatura sobre a pressão arterial

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Considerada a epidemia do milênio, a doença renal crônica tem como principais causas a pressão arterial alta e a diabetes. É sabido que o descontrole da pressão arterial está presente em até 90% dos pacientes em hemodiálise, e muitos estudos apontam a influência dos fatores meteorológicos na pressão arterial. O perfil dos pacientes renais crônicos é composto, em sua maioria, por homens, idosos, hipertensos e que fazem uso de vários medicamentos para o controle da pressão alta.

Quando a enfermeira nefrologista Shaiana Vilella Hartwig fez a revisão bibliográfica para a sua tese de doutorado, “Fatores Meteorológicos e as alterações na pressão arterial e laboratorial dos pacientes em hemodiálise no Pantanal Mato-Grossense”, descobriu que não havia quantificação do efeito da temperatura sobre a pressão arterial dos pacientes em hemodiálise e, consequentemente, para pessoas em hemodiálise em clima tropical, como é o caso do Brasil.

A pesquisadora constatou que outras variáveis clínicas também influenciam na pressão arterial, e esses dados serviram de ajuste para descobrir o efeito da temperatura.

Shaiana é professora no curso de Enfermagem da Universidade de Mato Grosso (Unemat), em Cáceres, e leciona disciplinas de Epidemiologia, Saúde do Trabalhador, Bioestatística e Evolução do Trabalho em Enfermagem e ainda é membro do projeto Mudanças Climáticas e Saúde Humana da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

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O efeito encontrado por ela aponta que “para o aumento de cada 1ºC na temperatura média externa, diminui em 0,73 mmHg (milímetro de mercúrio) a pressão arterial sistólica e 0,28 mmHg a pressão diastólica e o inverso também é verdadeiro. Se a temperatura diminuir 1ºC, aumentará 0,73 mmHg de pressão arterial sistólica e 0,28 mmHg na diastólica”.

Quer dizer, a cada 1 grau que a temperatura ambiente externa esquenta, a pressão arterial do indivíduo se torna mais baixa e a cada 1 grau que a temperatura esfria, a pressão arterial do indivíduo se torna mais alta.

Segundo a pesquisadora, a determinação do efeito da temperatura ambiente em graus sobre a pressão arterial dos pacientes em hemodiálise passa a oferecer aos profissionais de saúde referência para o controle da mudança da pressão arterial em função da temperatura.

E o quadro piora quando se leva em conta que a maior dificuldade no tratamento do paciente em hemodiálise é o controle da pressão arterial, e devido às mudanças climáticas a temperatura do ar está aumentando de uma maneira jamais vista. As variações de temperatura diárias são em média de 5 a 9 ºC em países de clima tropical.

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Em Cáceres e nos outros municípios do bioma Pantanal a amplitude térmica é ainda maior, variando na média de 9,7ºC em um único dia, podendo chegar à máxima de 17°C de variação.

De acordo com a pesquisadora, o perigo mora nessas oscilações de temperatura. “Para pacientes em hemodiálise as alterações de pressão, tanto para alta como para baixa, são prejudiciais, por conta da sobrecarga cardíaca, o que pode levar a internações e à morte”, explicou Shaiana, que também ressaltou a importância de que sejam tomadas medidas de controle climático.  

Ela aconselha atenção e cuidados junto aos pacientes renais crônicos em hemodiálise para mudanças na temperatura. “É importante controlar mudanças bruscas, manter o paciente aquecido nos dias frios e controlar a temperatura interna do ambiente nos dias de calor”, esclareceu Shaiana.

Hemodiálise

Fonte: GOV MT
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PM prende seis suspeitos e frustra roubo a motorista por aplicativo

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Policiais do Grupo de Apoio (Gap) do 4º Batalhão de Polícia Militar prenderam quatro adultos e apreenderam dois adolescentes de 17 anos por suspeita de envolvimento em um plano para assaltar um motorista de transporte de passageiros por meio de aplicativo. A ocorrência foi atendida na Avenida Ulisses Pompeu de Campos, uma das principais vias da área central de Várzea Grande, por volta de 14h deste sábado (07.12).

Os militares abordaram um VW Voyage preto que passava pela avenida. Dentro do veículo estava o motorista, de 45 anos, e três passageiros. Com um dos passageiros, os policiais encontraram um pedaço de cano PVC revestido com fita isolante.

Ao serem questionados, os três passageiros confessaram que iriam até uma localidade perto de uma escola, também na área central, e que lá renderiam o motorista para roubar o veículo, que seria levado para uma casa no bairro Nossa Senhora da Guia.

No endereço apontado a PM encontrou duas mulheres e um homem. Uma das mulheres, identificada como C.L.S. (23 anos), disse ter aceitado drogas para receber um carro roubado.

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Um homem, com quem ela disse ter negociado, chegou a ligar várias vezes para o celular da suspeita, durante o andamento da ocorrência. Ele foi identificado, porém, ainda não foi preso.

Os outros presos e levados para a Central de Flagrantes de Várzea Grande foram A.G.S. (23), J.G.A.A. (19), W.B.C. (18). Também foram apreendidos C.O. e G.J.A., ambos de 17 anos.      

Fonte: GOV MT
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