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IBGE pesquisa sobre saúde e trabalho em Mato Grosso

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Do IBGE – A PNAD Covid, teve início em 04 de maio de 2020, uma pesquisa em parceria com o Ministério da Saúde, realizada exclusivamente por telefone. Em Mato Grosso, 155 entrevistadores do IBGE, sendo 42 em Cuiabá, mês a mês telefonam para 5.284 domicílios distribuídos em 97 cidades. O objetivo é estimar o número de pessoas com sintomas referidos associados à síndrome gripal e monitorar os impactos da pandemia da COVID-19 no mercado de trabalho brasileiro. Importante ressaltar que a amostra é fixa, ou seja, os domicílios entrevistados no primeiro mês de coleta de dados permanecerão na amostra nos meses subsequentes, até o fim da pesquisa não havendo possibilidade de troca de domicílios, pois trata-se do acompanhamento mensal daquela família frente ao período da pandemia.

Em todo o Brasil, 2.000 agentes de pesquisa do instituto entrevistam moradores de 193,6 mil residências.

O QUE O IBGE VAI QUERER SABER

O questionário se divide em duas partes, sendo uma direcionada a questões de saúde, especificamente sobre sintomas associados à síndrome gripal e outra, a questões de trabalho.

 Nas questões de saúde, investiga-se a ocorrência de alguns dos principais sintomas da COVID19 no período de referência da pesquisa, considerando-se todos os moradores do domicílio. Para aqueles que apresentaram algum sintoma, perguntam-se quais as providências tomadas para alivio dos sintomas; se buscaram por atendimento médico devido a esses sintomas; e o tipo de estabelecimento de saúde procurado. Pergunta-se também se o morador realizou algum teste de COVID, se positivo ou negativo e qual tipo de teste utilizado.

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Nas questões de trabalho, busca-se classificar a população em idade de trabalhar nas seguintes categorias: ocupados, desocupados e pessoas fora da força de trabalho. Investiga-se, ainda, os seguintes aspectos: ocupação e atividade; afastamento do trabalho e o motivo do afastamento; exercício de trabalho remoto; busca por trabalho; motivo por não ter procurado trabalho; horas semanais efetivamente e habitualmente trabalhadas; assim como o rendimento efetivo e habitual do trabalho.

Por fim, visando compor o rendimento domiciliar, pergunta-se se algum morador realizou algum empréstimo por causa da Pandemia, se recebeu outros rendimentos não oriundos do trabalho, tais como: aposentadoria, BPC-LOAS, Bolsa Família, algum auxílio emergencial relacionado à COVID,seguro-desemprego, aluguel e outros.

Cabe ressaltar que a PNAD COVID19 é uma pesquisa com instrumento dinâmico de coleta das informações; portanto, o questionário está sujeito a alterações ao longo do período de sua aplicação.

COMO IDENTIFICAR UM AGENTE DO IBGE

Os moradores que receberem a ligação de celular ou de telefone fixo de agentes de coleta, podem confirmar a identidade deles por meio do site Respondendo ao IBGE (https://respondendo.ibge.gov.br/), informando matrícula, RG ou CPF do entrevistador, ou pelo telefone 0800 721 8181 para confirmação daquele número de telefone. Outras informações sobre o estudo também podem ser obtidas no site www.ibge.gov.br.

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O questionário da PNAD Covid é bem simples e as entrevistas duram aproximadamente 10 minutos. Quem estiver ocupado na hora que o agente de pesquisa ligar pode agendar um horário de acordo com a sua preferência para receber outro telefonema, mas é muito importante que todos respondam ao questionário para que o IBGE possa disponibilizar informações de qualidade que auxiliem no conhecimento da realidade brasileira, subsidiem a adoção de políticas públicas e a busca por soluções para os problemas causados pela doença.

O QUE O IBGE NÃO PERGUNTA

Na PNAD COVID, bem como em todas as pesquisas domiciliares do IBGE, JAMAIS SÃO INVESTIGADOS: DADOS BANCÁRIOS E DOCUMENTOS PESSOAIS. Em hipótese alguma é solicitado CPF/RG do informante.

Caso aquele domicílio selecionado tenha um novo morador, pergunta-se somente o nome e data de nascimento, somente, com a garantia de que todas as informações coletadas pelo IBGE têm sua confidencialidade garantida pela lei nº 5534/1968, que trata do sigilo da informação e garante que os dados só podem ser utilizados para fins estatísticos. Assim como na coleta presencial, o sigilo das informações dos moradores está garantido e são utilizados unicamente de forma estatística e agregada, sem identificação de nenhum deles. Os dados também não são entregues para nenhum outro órgão e seguem os princípios fundamentais das estatísticas oficiais da ONU.

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TCE-MT aponta que 2,1 mil servidores receberam indevidamente o auxílio emergencial

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Levantamento realizado pelo Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), por meio da Secretaria de Controle Externo (Secex) de Atos de Pessoal, identificou indícios de que 2.103 servidores públicos estaduais de Mato Grosso receberam indevidamente a primeira parcela do auxílio emergencial, perfazendo um total de R$ 1,5 milhão. O auxílio foi regulamentado pela Lei Federal nº 13982/2020 em virtude da pandemia do novo Coronavírus (Covid-19).

Por Gabriela Galvão – De acordo com o levantamento, que faz parte de uma atuação colaborativa e tem por objetivo subsidiar os órgãos de controle federal quanto ao recebimento indevido do auxílio emergencial, nos meses de abril e maio foi pago um total de R$ 620,5 milhões a 867.639 beneficiários, em Mato Grosso.

Conforme a equipe técnica do TCE-MT, dos 2.103 benefícios pagos indevidamente aos servidores estaduais, 1.684 (80%) são no valor de R$ 600 e 419 (19,9%) correspondem a duas cotas (R$ 1,2 mil), conforme previsto por lei para mulher provedora de família monoparental. No total, foram constatados servidores beneficiados com o auxílio emergencial em 14 órgãos, além dos inativos e pensionistas, cuja gestão é de competência do Mato Grosso Previdência (MTPrev).

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Ao analisar os pagamentos do auxílio emergencial por órgão jurisdicionado, a Secex Atos de Pessoal constatou também que, do total de servidores estaduais que receberam o benefício (2.103), 57% estão lotados na Secretaria de Estado de Educação (Seduc), 32,5% são inativos e pensionistas e 5,5% são servidores da Secretaria de Estado de Saúde (SES). O levantamento de dados também demonstra que 1.418 (67,4%) são servidores ativos e 685 (32,5%) são inativos ou pensionistas.

Ainda segundo o levantamento, dos 2.103 servidores estaduais beneficiados indevidamente com a primeira parcela do auxílio, 1.130 estão inscritos no Cadastro Único-Cadúnico (53,73%) e 300 no Bolsa Família (14,27%). “Portanto, para 68% dos servidores, o benefício pode ter sido gerado automaticamente, como está previsto no sistema do Governo Federal. Há que se destacar, ainda, que 60% dos servidores que receberam o auxílio emergencial são contratados temporariamente”, diz trecho do documento.

Metodologia

Para analisar o recebimento de auxílio emergencial pelos servidores públicos estaduais de Mato Grosso, o Tribunal de Contas do Estado utilizou o sistema Radar Pessoal e dados do Governo Federal. O cruzamento eletrônico dos dados dessas bases foi realizado utilizando como identificadores o nome dos beneficiários e os seis dígitos do CPF disponíveis nos dados do auxílio emergencial. Fizeram parte da amostra os dados das folhas de pagamento dos meses de abril e maio de 2020, encaminhados até 29 de junho de 2020, excluídas as rubricas de rescisão.

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O critério adotado para fundamentar o levantamento de servidores que receberam o auxílio emergencial foi o inciso II do art. 2º da Lei nº 13.982/2020, que veda a concessão do benefício a pessoas que tenham emprego formal ativo.

O levantamento foi realizado em cumprimento a resolução nº 01/2020 do Conselho Nacional de Presidentes dos Tribunais de Contas (CNPTC), por meio da qual foi determinado que as informações extraídas pelos Tribunais de Contas Estaduais devem ser destinadas ao Tribunal de Contas da União e à Controladoria-Geral da União (CGU), aos quais compete a ação investigativa, dada a natureza federal dos recursos envolvidos.

O levantamento foi realizado pelo secretário de Atos de Pessoal, Jessé Maziero Pinheiro, pelo supervisor da Secex Richard Maciel de Sá e pela auditora Sibele Taveira de Carvalho.

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Mato Grosso registra 112.817 casos e 3.262 óbitos por Covid-19

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Há 252 internações em UTIs públicas e 272 em enfermarias públicas; taxa de ocupação está em 60% para UTIs adulto e em 31% para enfermarias

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde deste sábado (19.09), 112.817 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 3.262 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Ana Lazarini  – Foram notificadas 617 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 112.817 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 15.756 estão em isolamento domiciliar e 93.026 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 252 internações em UTIs públicas e 272 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 60% para UTIs adulto e em 31% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19, estão: Cuiabá (22.326), Várzea Grande (8.423), Rondonópolis (7.933), Lucas do Rio Verde (5.237), Sorriso (4.820), Tangará da Serra (4.635), Sinop (4.549), Primavera do Leste (3.654), Campo Novo do Parecis (2.553) e Cáceres (2.355).

Leia mais:  Mato Grosso realiza pesquisa para identificar parcela da população que já contraiu Covid-19

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 91.064 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 974 amostras em análise laboratorial.

Acesse aqui  o Painel Epidemiológico completo 

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