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Economia & Finanças

Inflação pelo Índice Geral de Preços-10 cai de 1,69% para 1,07%

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O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) registrou inflação de 1,07% em janeiro deste ano, taxa inferior ao 1,69% de dezembro. O índice é, no entanto, superior ao 0,26% de janeiro de 2019.

Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-10 acumula 7,81% em 12 meses.

Entre os subíndices que compõem o índice, a maior alta foi registrada no Índice de Preços ao Produtor Amplo, que mede o atacado e teve inflação de 1,38% em janeiro.

Apesar de ter registrado a maior taxa do IGP-10 em janeiro, o Índice de Preços ao Produtor Amplo teve queda em relação a dezembro de 2019, já que naquele mês a inflação tinha ficado em 2,26%.

O Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, também teve uma taxa inflação menor em janeiro (0,51%) do que em fevereiro (0,75%).

De acordo com a FGV, a inflação do Índice Nacional de Custo da Construção subiu de 0,06% em dezembro para 0,24% em janeiro.

Edição: Kleber Sampaio

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Economia & Finanças

Caixa deposita saque emergencial do FGTS para nascidos em fevereiro

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Valor será creditado nesta segunda-feira (6) pelo banco

A Caixa inicia, nesta segunda-feira (29), o pagamento do saque emergencial do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), para trabalhadores nascidos em fevereiro. O novo saque tem como objetivo enfrentar o estado de calamidade pública em razão da pandemia da covid-19. No total, serão liberados, de acordo com todo o calendário, mais de R$ 37,8 bilhões, para aproximadamente 60 milhões de trabalhadores.

Da ABr – O pagamento do saque emergencial será realizado por meio de crédito na Conta Poupança Social Digital, aberta automaticamente pela Caixa em nome dos trabalhadores. O valor do saque emergencial é de até R$ 1.045, considerando a soma dos saldos de todas as contas ativas ou inativas com saldo no FGTS.

O pagamento será realizado conforme calendário a seguir:

Mês de nascimento Dia do crédito na conta poupança social digital data para saque em espécie
fevereiro 06 de julho 08 de agosto
março 13 de julho 22 de agosto
abril 20 de julho 05 de setembro
maio 27 de julho 19 de setembro
junho 03 de agosto 03 de outubro
julho 10 de agosto 17 de outubro
agosto 24 de agosto 17 de outubro
setembro 31 de agosto 31 de outubro
outubro 08 de setembro 31 de outubro
novembro 14 de setembro 14 de novembro
dezembro 21 de setembro 14 de novembro
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O calendário foi estabelecido com base no mês de nascimento do trabalhador e contém dados que correspondem a valores de crédito na conta de armazenamento digital social, quando os recursos podem ser usados ​​em estatísticas eletrônicas, além de dados a partir de quando os recursos disponíveis estão disponíveis para saque em espécie ou transferência para outras contas.

Caso não haja movimentação na conta de economia social digital até 30 de novembro deste ano, o valor será devolvido à conta do FGTS com devida remuneração do período, sem prejuízo para o trabalhador. Se após esse prazo, o trabalhador decidir fazer a emergência, poderá solicitar pelo Aplicativo FGTS até 31 de dezembro de 2020.

A Caixa disponibiliza os seguintes canais de atendimento para informações sobre o saque emergencial do FGTS: site fgts.caixa.gov.br, Telefone 111 – opção 2, Internet Banking Caixa e APP FGTS.

*Com informações da Caixa

Edição: Bruna Saniele

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AGRONEGÓCIO

Balança comercial tem maior saldo para mês de junho, com US$ 7,4 bilhões

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Resultado também foi o segundo maior da série histórica para todos os meses; corrente de comércio chegou a US$ 28,3 bilhões no mês e US$ 181,8 bilhões no acumulado do ano

As exportações brasileiras em junho chegaram a US$ 17,912 bilhões e as importações a US$ 10,449 bilhões, com saldo positivo de US$ 7,463 bilhões e corrente de comércio de US$ 28,361 bilhões. Esse foi o maior saldo comercial da série histórica para o mês de junho e o segundo maior considerando todos os meses. No ano, o saldo positivo é de US$ 23,035 bilhões, com corrente de comércio de US$ 181,825 bilhões – US$ 102,43 bilhões em exportações e US$ 79,395 bilhões em importações. Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (1º/7) pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério da Economia.

O saldo recorde para junho representou um crescimento de 25,4% em relação aos US$ 5,4 bilhões de junho do ano passado, pela média diária. Já a corrente de comércio recuou 18,4% na mesma comparação – foram US$ 31,4 bilhões em junho de 2019. O valor exportado em junho baixou 12%. Nas importações, a queda no valor foi maior (-27,4%). O volume exportado, porém, registrou aumento de 14%.

O aumento do volume exportado também é destaque no acumulado do semestre. Na Agropecuária, o crescimento de quantum foi de 22,8% no período, com alta de 41,5% no volume exportado de soja. Na Indústria Extrativa, com volumes crescentes nas exportações (+5,5%), o principal aumento foi de óleos de petróleo ou de minerais betuminosos crus, com alta de 30,6% até junho. A Indústria de Transformação, por sua vez, registrou aumentos que chegaram a 53,8% em açúcares e melaços, 12,9% em carne bovina e 1,2% em celulose.

Acesse o Resultado da Balança Comercial em junho 

Impactos da crise

Segundo o secretário de Comércio Exterior do Ministério da Economia, Lucas Ferraz, o desempenho do comércio exterior brasileiro em junho foi afetado principalmente pela crise global – a maior desde 1929 –, que deixa todos os países expostos a choques negativos de oferta e demanda, agravando um cenário que já vinha em desaquecimento em anos anteriores, sobretudo em relação ao comércio internacional.

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Por gerar um choque negativo, a crise derruba os preços internacionais, não só de commodities, mas também de produtos de maior valor agregado. “É uma crise que atinge frontalmente os bens de maior valor agregado, e os nossos resultados refletem essas condições”, explicou.

Ferraz comentou que as exportações brasileiras vêm caindo de forma generalizada para destinos importantes, como os Estados Unidos (-26,6%), América do Sul (-28,1%) e Europa (-6,8%). “Tudo isso em função do desaquecimento global, da queda da demanda por produtos importados nas economias dessas regiões, que têm sofrido bastante com essa crise internacional”, afirmou.

Ásia e agropecuária em alta

Por outro lado, houve crescimento de 14,6% nas exportações para a Ásia (excluindo o Oriente Médio). Nesse cenário, destaca-se o melhor desempenho relativo das exportações de produtos agropecuários e do setor extrativo, na comparação com as exportações de produtos de maior valor agregado.

Isso se deve ao fato de o continente asiático, que é o principal destino dessas commodities, estar se recuperando mais rapidamente. “Portanto, há uma demanda significativa pelo consumo desses produtos, que têm menor elasticidade de preços mesmo em meio a uma crise, porque os consumidores continuam comprando produtos alimentares”, diz o secretário.

Além disso, ele salienta que o Brasil tem condições de oferta particulares, graças à safra recorde de grãos e às boas condições das cadeias de suprimentos do agronegócio, mesmo em meio à crise, aliadas à “grande competitividade intrínseca do agronegócio, já que o Brasil é um grande player do agronegócio do ponto de vista internacional”.

A agropecuária, de fato, liderou o desempenho da balança no mês passado, com crescimento de US$ 57,49 milhões (+29,7%) nas exportações em relação a junho de 2019, pela média diária. Já na indústria extrativa as vendas externas recuaram US$ 54,64 milhões (-26,1%), enquanto em produtos da Indústria de Transformação houve queda de US$ 118,08 milhões (-21,0%).

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No acumulado do ano, comparando com igual período do ano anterior, o desempenho dos setores pela média diária também registrou crescimento das exportações em Agropecuária, de US$ 41 milhões (+23,8%). Na Indústria Extrativa, no entanto, houve queda de US$ 18,36 milhões (-9,6%) e na Indústria de Transformação, um recuo de US$ 78,63 milhões (-15,1%).

Nas importações, houve queda de US$ 2,49 milhões (-15,6%) em Agropecuária; de US$ 10,42 milhões (-22,3%) em Indústria Extrativa; e de US$ 174,28 milhões (-28,1%) em produtos da Indústria de Transformação, pela medida diária, na comparação entre junho de 2020 e o mesmo mês do ano passado.

Da mesma forma, no acumulado do primeiro semestre, houve queda das importações de Agropecuária, de US$ 1,08 milhão (-6,1%); da Indústria Extrativa, de US$ 14,36 milhões (-30,9%); e de produtos da Indústria de Transformação, de US$ 19,67 milhões (-3,2%).

Perspectivas para 2020

Os dados até junho levaram a Secex a refazer as previsões para 2020, chegando a uma estimativa de redução de 10,2% em valor nas exportações e de 17% nas importações. A queda da corrente de comércio deve ficar em 13,2%, enquanto o saldo comercial tende a subir 15,2%, chegando a US$ 55,4 bilhões.

Segundo Lucas Ferraz, isso “dá mais conforto às contas externas do país e é o reflexo direto de uma exportação que tem tido um desempenho, na média, melhor do que as importações, gerando excedentes comerciais e contribuindo para uma queda, talvez, menos acentuada do PIB e da economia brasileira neste ano”, afirmou.

 

Assista abaixo a Coletiva do Resultado da Balança Comercial em junho:

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