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Saúde

Ministério da Saúde diz que vacina faltou onde público não prioritário foi atendido

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Estados e municípios devem seguir dinâmica de vacinação, alerta MS

  O Ministério da Saúde informou que a falta da vacina contra gripe ocorrida em algumas localidades deve-se ao fato de a imunização ter sido feita “além do público prioritário”. Segundo a pasta, todos os estados foram abastecidos para dar início à campanha, que tem o objetivo de vacinar pelo menos 90% de cada um dos grupos prioritários até o dia 22 de maio.

Por Pedro Peduzzi – De um total de 75 milhões de doses de vacina adquiridas pelo ministério, 16,5 milhões foram enviados às unidades federativas para o atendimento de aproximadamente 25 milhões de pessoas, entre idosos e profissionais de saúde. A expectativa é de que, até o final da primeira fase, mais 33 milhões de doses sejam enviadas aos estados.

“Alguns municípios estão vacinando para além do público prioritário. Por isso, o Ministério da Saúde alerta sobre a importância de que estados e municípios sigam a dinâmica de vacinação, dividida por fases e públicos prioritários, estabelecida pelo Ministério da Saúde, para evitar o desabastecimento”, informou por meio de nota a pasta.

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Etapas

A primeira fase de vacinação teve início na segunda-feira (23), abrangendo idosos com 60 anos ou mais e trabalhadores da saúde. A segunda fase será a partir do dia 16 abril, tendo como público-alvo doentes crônicos, professores e profissionais das forças de segurança e salvamento.

A terceira fase de vacinação ocorrerá entre os dias 9 e 22 de maio, atendendo crianças de 6 meses a menores de 6 anos, adultos de 55 a 59 anos de idade, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), povos indígenas, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas, população privada de liberdade e pessoas com deficiência.

“Toda semana, o Ministério da Saúde envia novas remessas de lotes da vacina aos estados, conforme entrega do laboratório parceiro, o Instituto Butantã, que antecipou em um mês sua produção, para que o país iniciasse a vacinação da população contra a gripe”, informou o ministério.

Distrito Federal

As 136.800 doses recebidas pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal já haviam se esgotado na terça-feira (25), motivo pelo qual a vacinação de hoje (26), contra a gripe, ocorrerá apenas no período da tarde, das 14h às 20h.

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A secretaria informou que aguarda a chegada de 216 mil doses e que já deu início a um processo para comprar, com recursos próprios, outras 100 mil doses. “Quem ainda não conseguiu tomar a vacina pode procurar uma das salas de imunização para atendimento, tão logo o abastecimento seja normalizado”, informou a secretaria.

Edição: Nádia Franco

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Saúde

Coronavírus: Brasil tem 92 mortes e 3,4 mil casos confirmados

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O maior número de casos novos de contaminação ocorreu nas últimas 24h

 Em nova atualização do Ministério da Saúde sobre coronavírus, o número de mortes chegou a 92, contra 77 registradas ontem(26). O resultado significa um aumento de 18% em relação a ontem. Em comparação com o início da semana, quando eram 25 óbitos, o número multiplicou por 3,68 vezes. 

Por Jonas Valente –A taxa de letalidade chegou ao máximo da semana, ficando em 2,7%. O total de casos confirmados saiu de 2.915 para 3.417 hoje(27). O resultado de hoje marcou um aumento de 80% nos casos em relação ao início da semana, quando foram contabilizadas 1.891 pessoas infectadas.

O número de casos novos foi de 502, atingindo o número mais alto da série histórica. Ontem, o acréscimo foi de 482. Nos dias anteriores, o aumento havia sido menor, ficando na casa entre 232 e 345 casos.

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Casos novos confirmados de coronavírus no Brasil – Ministério da Saúde

São Paulo acumula 1.233 casos. O estado, epicentro da epidemia no país, é seguido por Rio de Janeiro (493), Ceará (282), Distrito Federal (230), Rio Grande do Sul (195) e Minas Gerais (189).

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Também registram casos Santa Catarina (149), Paraná (119), Bahia (115), Amazonas (89), Pernambuco (56), Goiás (49), Espírito Santo (47), Rio Grande do Norte (28), Mato Grosso do Sul (28), Acre (25), Sergipe (16), Maranhão (13), Pará (13), Alagoas (11), Mato Grosso (11), Roraima (10), Paraíba (nove), Piauí (nove), Tocantins (oito), Rondônia (seis) e Amapá (dois).

No tocante ao perfil das vítimas, 89% tinham acima de 60 anos, 35% eram mulheres e 65% eram homens. Em relação às doenças relacionadas, 47 tinham alguma doença cardíaca, 34 eram diabéticos, 17 apresentavam quadro de pneumonia, e 10 tinham alguma complicação renal.

O número de internados é de 149 em enfermaria e 186 em Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs). As hospitalizações desde o início dos casos somaram 497, o equivalente a 3,5% das entradas com Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG).

Perguntado sobre a confirmação da covid-19 como causa de mortes, o secretário executivo do Ministério da Saúde, João Gabbardo dos Reis, afirmou que os pacientes serão testados. “Às vezes tem que fazer uma vez, duas vezes. Mas o diagnóstico sempre vai ser realizado. Não vai haver subnotificação. O que pode haver é retardo”, comentou.

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O secretário de vigilância em saúde, Wanderson de Oliveira, comentou que em algumas situações pode ser difícil fazer a confirmação, especialmente pelo fato do país ainda não contar com testes rápidos.  “Vamos ter resultados de caso no futuro que vamos descobrir que evoluíram a partir de infecção pelo novo coronavírus. Todo óbito passa pela avaliação do comitê de óbito, isso às vezes demora sete ou 10 dias. Enquanto não tivermos testes sorológicos, teremos situação de casos impossíveis de serem classificados”, acrescentou. Os testes sorológicos, ou rápidos, estão dentro dos 22,9 milhões de kits anunciados nesta semana.

O secretário reiterou a importância de seguir as recomendações de prevenção apresentadas pelo Ministério da Saúde.

“É importante que pessoa evite aglomerações, saindo neste período, para que epidemia possa passar. Isso é período passageiro, não é eterno. Ele será tão curto quanto mais pessoas aderirem às  medidas de proteção”, destacou.

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Saúde

Governo proíbe temporariamente entrada de estrangeiros no Brasil

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Medida vale para quem chegar ao país por aeroportos  

O governo federal editou  uma portaria para proibir temporariamente a entrada de estrangeiros de todas as nacionalidades que chegarem ao Brasil pelos aeroportos. A medida tem validade de 30 dias. 

Por André Richter – O fechamento da fronteira aérea foi feito a partir de recomendações técnicas da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em função da pandemia do novo coronavírus (covid-19).

A regra não será aplicada no caso de brasileiros que retornem ao país, imigrantes que moram no Brasil, parentes diretos de brasileiros e estrangeiros que são membros de órgãos internacionais. A norma também libera a entrada de quem estiver em trânsito para outros países, desde que o passageiro fique somente na sala de trânsito dos aeroportos, além de tripulantes de empresas aéreas.

Na semana passada, o governo brasileiro tomou a primeira medida para restringir a entrada de estrangeiros.

A nova portaria foi editada pelo ministros da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, da Casa Civil, Braga Neto, da Infraestrutura, Tarcísio Gomes, e da Saúde, Luiz Henrique Mandetta.

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Edição: Nádia Franco

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