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Saúde

Óbitos por covid-19 são 124,6 mil; recuperados chegam a 80,4% do total

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Covid-19: Brasil chega a 4 milhões de casos acumulados:

O Brasil atingiu pouco mais de 4 milhões de casos acumulados de covid-19, segundo informa o balanço do Ministério da Saúde divulgado hoje (3). Desde o início da pandemia, 4.041.638 pessoas foram infectadas com o coronavírus. Entre ontem e hoje, as secretarias de saúde acrescentaram às estatísticas 43.773 novos pacientes diagnosticados com a doença. Ontem o sistema de dados sobre a pandemia trazia 3.997.865 casos desde o início da pandemia.

Tabela mostra a atualização do MS sobre a pandemia de covid-19.

Por Jonas Valente – Ainda conforme a atualização, a pandemia do novo coronavírus é responsável por 124.614 mortes. Nas últimas 24 horas, foram registrados 834 novos óbitos em decorrência da doença.

O boletim informa também que a taxa de recuperados aumentou, e já passa de 80% do número total de vítimas. O Brasil registra 3.247.610 pacientes recuperados – 80,4% do total de infectados. Outras 669.414 pessoas ainda estão sob cuidados médicos e são consideradas casos em acompanhamento.

Ontem (2), o Ministério da Saúde apresentou o novo boletim epidemiológico que apontou queda de 11% nas mortes na comparação entre a última semana epidemiológica (35ª) e a anterior (34ª). Se considerado o número de casos, o número semanal ficou estabilizado.

Leia mais:  Brasil registra 3.573.958 casos de pessoas recuperadas

Estados

Os estados com mais mortes são:

Estado Óbitos
» São Paulo 30.905
» Rio de Janeiro 16.394
» Ceará 8.493
» Pernambuco 7.619
» Pará 6.215

As Unidades da Federação com menor número de óbitos por covid-19 são:

Estado Óbitos
» Roraima 596
» Acre 622
» Amapá 669
» Tocantins 712
» Mato Grosso do Sul 914
Veja na TV Brasil:

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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Saúde

DW: Brasil adere à iniciativa global por vacinas contra covid-19

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Governo anuncia inclusão em programa mundial que monitora desenvolvimento de imunizantes e inclui mais de 170 países. Nações envolvidas receberão doses para cobrir ao menos 20% de suas populações.

    
Iniciativa visa garantir investimentos globais em pesquisa, produção e distribuição de vacina contra covid-19

Iniciativa visa garantir investimentos globais em pesquisa, produção e distribuição de vacina contra covid-19

Da DW * –  O governo brasileiro confirmou nesta sexta-feira (18/09) a intenção de aderir à Covax Facility, o programa mundial para o desenvolvimento e o acesso a vacinas contra a covid-19.

O anúncio da decisão foi divulgado às 21h30 (horário de Brasília), pouco antes do término do prazo estipulado pela Organização Mundial de Saúde (OMS), que se encerrava à meia-noite.

Segundo a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), o país havia solicitado nesta quinta feira à Aliança Global de Vacinação (Gavi, na sigla em inglês) a extensão do prazo, a fim de formalizar a adesão à iniciativa.

A Covax Facility reúne mais de 170 países que “ganharam acesso garantido ao maior portfólio mundial de vacinas candidatas”, segundo informou o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus.

Leia mais:  Brasil registra 3.671.128 de pessoas recuperadas

O programa, que acompanha o desenvolvimento de nove possíveis vacinas, visa garantir os investimentos globais em pesquisa, produção e distribuição equitativa dos imunizantes contra o coronavírus Sars-Cov-2.

Uma vez comprovada a eficácia de uma dessas vacinas, os países que aderiram à Aliança receberão doses em quantidades que devem cobrir ao menos 20% de suas populações.

Uma das nove vacinas incluídas no Covax Facility é a que está sendo desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a farmacêutica AstraZeneca, sobre a qual o Brasil já tem acordo firmado para a aquisição de 100 milhões de doses. Não está claro se a medida seria complementar à iniciativa global ou se o acordo poderá sofrer alguma interferência.

No início deste mês, o presidente Jair Bolsonaro gerou polêmica ao se posicionar contra uma possível vacinação obrigatória contra a covid-19 no país, ao afirmar que “ninguém pode obrigar ninguém a tomar a vacina”.

A declaração contradisse uma lei assinada pelo próprio presidente em fevereiro deste ano, que assegura a possibilidade da imunização compulsória no país.

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A Secom chegou a divulgar uma peça publicitária que incluía a frase de Bolsonaro e afirmava que “o governo do Brasil preza pela liberdade dos brasileiros”.

As declarações, que se alinharam aos bordões utilizados por movimentos antivacina em várias partes do mundo, foram amplamente criticadas por várias entidades e especialistas da área de infectologia e imunização, e também pela OMS.

“Os movimentos antivacina podem criar narrativas para lutar contra a vacina, mas os números das vacinas nos contam a sua própria história. As pessoas não devem ser confundidas por movimentos antivacina, mas ver como o mundo usou vacinas para combater a mortalidade infantil e para erradicar doenças”, disse Adhanom Ghebreyesus, ao ser perguntado sobre a fala de Bolsonaro.

RC/ots

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Brasil registra 3.820.095 milhões de pessoas recuperadas

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Número é superior à quantidade de casos ativos, ou seja, pessoas que estão em acompanhamento médico. Informações foram atualizadas às 17h deste sábado (19/09)

O Brasil alcançou a marca de 3.820.095 pessoas curadas da Covid-19. No mundo, estima-se que pelo menos 17 milhões de pessoas diagnosticadas com Covid-19 já se recuperaram. O número de pessoas curadas no Brasil é superior à quantidade de casos ativos (571.613), que são os pacientes em acompanhamento médico. O registro de pessoas curadas já representa mais da metade do total de casos acumulados (84,4%). As informações foram atualizadas às 17h de hoje (19/09) e enviadas pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.

Da Agência Saúde – A doença está presente em 99,6% dos municípios brasileiros. Contudo, mais da metade das cidades (3.718) possuem entre 2 e 100 casos. Em relação aos óbitos, 4.346 municípios tiveram registros (78%), sendo que 786 deles apresentaram apenas um óbito confirmado.

O Governo do Brasil mantém esforço contínuo para garantir o atendimento em saúde à população, em parceria com estados e municípios, desde o início da pandemia. O objetivo é cuidar da saúde de todos e salvar vidas, além de promover e prevenir a saúde da população. Dessa forma, a pasta tem repassado verbas extras e fortalecido a rede de atendimento do Sistema Único de Saúde (SUS), com envio de recursos humanos (médicos e profissionais de saúde), insumos, medicamentos, ventiladores pulmonares, testes de diagnóstico, habilitações de leitos de UTI para casos graves e gravíssimos e Equipamentos de Proteção Individual (EPIS) para os profissionais de saúde.

Leia mais:  Brasil registra 3.671.128 de pessoas recuperadas

O Ministério da Saúde já enviou mais de R$ 83,9 bilhões a estados e municípios para o financiamento das ações e serviços públicos de saúde, sendo R$ 25,6 bilhões voltados exclusivamente para combate ao coronavírus. Também já foram comprados e distribuídos mais de 20,3 milhões de unidades de medicamentos para auxiliar no tratamento do coronavírus, 255,4 milhões de EPI, mais de 14,5 milhões de testes de diagnóstico para Covid-19 e 79,9 milhões de doses da vacina contra a gripe, que ajuda a diminuir casos de influenza e demais síndromes respiratórias no meio dos casos de coronavírus.

O Ministério da Saúde, em apoio a estados e municípios, também tem ajudado os gestores locais do SUS na compra e distribuição de ventiladores pulmonares, sendo que já entregou 10.711 equipamentos para todos os estados brasileiros.

As iniciativas e ações estratégicas são desenhadas conforme a realidade e necessidade de cada região, junto com estados e municípios, e têm ajudado os gestores locais do SUS a ampliarem e qualificarem os atendimentos, trazendo respostas mais efetivas às demandas da sociedade. Neste momento, o Brasil tem 4.528.240 casos confirmados da doença, sendo 33.057 registrados nos sistemas nacionais nas últimas 24h.

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Em relação aos óbitos, o Brasil possui 136.532 mortes por coronavírus. Nas últimas 24h, foram registradas 739 mortes nos sistemas oficiais, a maior parte aconteceu em outros períodos, mas tiveram conclusão das investigações com confirmações das causas por Covid-19 apenas neste período. Assim, 257 óbitos, de fato, ocorreram nos últimos três dias. Outros 2.316 permanecem em investigação.

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