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SEGURANÇA

Polícia Civil de MT debate diferentes temas no 54º Encontro de Chefes de Polícia

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Assessoria | PJC-MT

A Polícia Civil de Mato Grosso esteve presente no 54º Encontro do Conselho Nacional de Chefe de Polícia Civil (CONCPC), realizado entre os dias 15 e 16 de agosto, no Estado da Bahia, com objetivo de debater diferentes temas de interesse das instituições de todo país.

Entre as pautas abordadas no encontro, estava o fortalecimento e padronização das Polícia Judiciárias, combate a corrupção, instalação do inquérito eletrônico e outras tecnologias e a proteção à criança e ao adolescente.

O evento reuniu todos dos delegados gerais do país e a comissão de Mato Grosso contou com presença do delegado geral Mário Demerval Aravechia de Resende, que também é o vice-presidente do CONCPC região Centro-Oeste, o diretor metropolitano, Douglas Turíbio Schtze, e com o delegado, Daniel Santos Nery, representando a Diretoria de Interior.

Durante os dois dias de evento, foram tratados assuntos relacionados a Polícia Judiciária, através de palestras e troca de opiniões e experiências em que os gestores dos Estados apresentavam boas práticas e ações bem-sucedidas.

Para o delegado geral de Mato Grosso, um dos focos principiais do encontro foi o reforço dos laboratórios de lavagem de dinheiro e a criação da Delegacia Especializada de Combate a Corrupção (Deccor),

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“A Polícia Civil de Mato Grosso está cumprindo as obrigações impostas, ampliando o efetivo do Laboratório de Lavagem de Dinheiro com mais três policiais e em relação a criação da Deccor, pré-requisito para recebimentos de recursos federais, a minuta já foi aprovada em conselho, visando a criação por decreto da unidade que funcionará no mesmo prédio da Delegacia Fazendária”, disse Mario Resende.

Com o tema “Pacto Nacional pela Implementação da Lei nº 13.431/2017” os participantes debateram ainda a padronização do trabalho das polícias civis em relação ao depoimento especial de crianças e adolescentes, vítimas ou testemunhas de violência.

Na ocasião, foi tratado sobre causas relativas a violência doméstica, e se criou um grupo de trabalho de delegadas do Brasil para se discutir boas práticas no combate a esse tipo de violência, além de um grupo de estudo permanente, visando a proteção da criança e do adolescente. “Houve uma grande discussão e a propositura de diversas informações e providências a serem tomadas”, completou Mario.

Outro ponto de destaque abordado, foi a tecnologia utilizadas pelas instituições tendo como ponto evidenciado a implantação do inquérito eletrônico e outros mecanismos, que permitirão que a Polícia Civil desenvolva seus trabalhos com mais celeridade e conexão com outros órgãos e entidades ligados as suas atividades.

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“É cada vez mais importante que a Polícia Civil esteja conectada com o mundo e se eletronize, caminhando para o abandono do papel, possibilitando a realização de audiências por vídeo e a certificação digital dos policiais, entre outras diversas ações que alavancarão as ações da instituição nos próximos anos”, destacou o delegado geral.

 

Fonte: PJC MT

SEGURANÇA

Derf de Rondonópolis conclui 700 inquéritos policiais de crimes patrimoniais

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Assessoria | PJC-MT

Em mutirão, a Delegacia Especializada de Roubos e Furtos da Polícia Civil de Rondonópolis (212 km ao Sul de Cuiabá), concluiu 700 inquéritos policiais referentes a crimes de roubos, furtos, latrocínios, apropriação indébita, extorsão, estelionato e tráfico de drogas.

A força-tarefa para conclusão dos procedimentos policiais ocorreu entre os meses de julho a setembro de 2019, com foco a redução dos inquéritos em andamento na unidade policial, visando levar os autores à Justiça e contribuir para redução das ocorrências de crimes patrimoniais no município.

De acordo com o delegado a Vinícius Franciscon Prezoto, titular da Derf de Rondonópolis, o comprometimento e empenho de toda a equipe foram determinantes para a conclusão do expressivo número de procedimentos investigatórios em pouco mais de 60 dias.

Fonte: PJC MT
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SEGURANÇA

Criminoso envolvido em chacina em MT e em dezenas de estupros em GO tem nove mandados cumpridos

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Assessoria | PJC-MT

Condenado a mais de 50 anos de prisão por triplo homicídio em Mato Grosso e considerado criminoso em série com mais de 20 estupros confirmados no Estado de Goiás, Wellington Ribeiro da Silva, 52, teve nove mandados de prisão cumpridos pela Polícia Judiciária Civil, em ação integrada da Gerência Estadual de Polinter e Capturas (Gepol-MT)) e Superintendência de Combate a Corrupção e ao Crime Organizado (GO).

O suspeito, Wellinton Ribeiro da Silva, é apontado como autor do crime de grande repercussão, ocorrido em 1997 em Rondonópolis, conhecido como “Chacina do Monte Líbano”, em que assassinou a sua companheira e os dois filhos dela.

Na época dos fatos, Wellington comandava uma quadrilha envolvida em diversos roubos e homicídios e tinha um relacionamento com a vítima, Luzia Pereira da Cruz, que tinha dois filhos de outros relacionamentos. Depois de desconfiar que a companheira estava passando informações para a Polícia, o suspeito decidiu matá-la.

Na noite do crime, Wellington foi até a casa da vítima e depois de conversarem algum tempo, ele a abraçou e sem possibilidade de resistência, esfaqueou a vítima violentamente. Não satisfeito, o suspeito decidiu tirar a vida dos dois filhos da vítima, um de 10 e outro apenas de 03 anos de idade. Os corpos foram encontrados dias depois.

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Pelos crimes praticados, Wellington foi condenado a mais de 50 anos de prisão em regime fechado. Ele chegou a ser preso, mas foragiu da Presídio Major PM Eldo Sá Correa (Mata Grande) em 2013 e desde então seu paradeiro era desconhecido.

Na última semana, Wellington foi preso no Estado de Goiás, onde é considerado pela Polícia um criminoso em série, maníaco sexual, investigado pelo cometimento de crimes sexuais e apontado como autor de mais 22 estupros confirmados com as vítimas identificadas e autoria reconhecida.

A prisão do suspeito ocorreu após a troca de informações entre o Núcleo de Inteligência Operacional da Gepol e policiais civis da Superintendência de Combate a Corrupção e ao Crime Organizado, órgão integrante da Secretária Estadual de Segurança de Goiás. A equipe da Polinter fez o encaminhamento dos mandados de prisão que estavam pendentes de cumprimento expedidos pela Justiça de Mato Grosso totalizando nove ordens judiciais.

O delegado, Carlos Levergger, um dos responsáveis, pela força tarefa nas investigações dos estupros praticados no Estado de Goiás, disse que no momento da prisão, Wellington, fazia uso de documento falso, sendo também autuado em flagrante pelo crime.

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Na quinta-feira (19.09), o suspeito foi apresentado a imprensa na sede da Secretária Estadual de Segurança Pública do Estado de Goiás, sendo atribuídos a ele os diversos crimes sexuais, que começaram a ser praticados desde 2008, alguns deles já confessados.

 

Fonte: PJC MT
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