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Saúde

Programa recebe 213 computadores do governo federal para área de saúde

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Mais um passo para a implantação do Projeto Nacional de Telessaúde, do Ministério da Saúde, em Mato Grosso foi dado na manhã desta quarta-feira (06.05), com a entrega simbólica de 213 computadores. Os equipamentos serão destinados para a operacionalização do programa em 99 municípios.
Municípios dos 16 escritórios regionais foram contemplados, entre eles Alcorizal, Pontal do Araguaia, Santo Antonio de Leverger, Porto Espiridião, Alto Paraguai, Sapezal, Barra do Garças e Rondonópolis.
A ação aconteceu durante o evento “Encontro Telessaúde Mato Grosso: ampliando a difusão do conhecimento” promovido na Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM). Além da entrega dos equipamentos, foi realizada uma mesa redonda abordando temas referentes às potencialidades do Telessaúde no apoio à qualificação da atenção básica em saúde.
Participaram do evento o secretário adjunto de gestão estratégica da Secretaria de Estado de Saúde, Eloar Vicenzi, a coordenadora do Programa Nacional de Telessaúde, Tâmara Guedes, que representou o Ministério da Saúde, o superintendente do Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM), Francisco Souto, assim como prefeitos, secretários e técnicos da área de saúde dos municípios contemplados, dentre outras autoridades parceiras.
O secretário adjunto de gestão estratégica da Secretaria de Estado de Saúde (SES), Eloar Vicenzi reconheceu a importância do programa e afirmou que o Governo vai garantir o suporte necessário para que o Telessaúde tenha pleno funcionamento no estado. “O Telessaúde é uma realidade em nosso estado, nossa equipe local já realiza diagnósticos nas áreas de cardiologia e dermatologia. Agora vamos trabalhar para aprimorar o serviço disponível”, informou. O objetivo é melhorar a qualidade do serviço de saúde do SUS, diminuindo os deslocamentos desnecessários dos pacientes e, assim, reduzir custos no atendimento.
Rita Borges, coordenadora estadual do Telessaúde, da SES, citou que é preciso que os gestores municipais sensibilizem e motivem os profissionais para o uso das ferramentas disponibilizadas no Telessaúde. Segundo ela, é preciso uma mudança de prática, que só acontece quando o profissional se conecta e faz uso do programa. “O Telessaúde é um programa incrível e simples de se utilizar. Precisamos desmistificar a ideia de que para solicitar uma teleconsultoria ou participar de uma web aula é preciso muita coisa, na verdade o profissional só precisa de um computador e o acesso à internet”, explicou.
Em Mato Grosso o Telessaúde atende todas as regionais, com serviços de web aula, web conferência, além de vídeo aulas que ficam disponíveis no canal do YouTube e da plataforma de ensino a distância (EAD), que está em processo de implantação. Como uma ferramenta de suporte técnico-científico aos profissionais da saúde, são abordados nos conteúdos temas como dengue, chikungunya, hanseníase, tuberculose, leishmaniose, entre outros.
Para a coordenadora nacional do Telessaúde, Tâmara Guedes, o evento tem grande importância na implantação do programa uma vez que possibilita um espaço de interação e troca de informações. “O Telessaúde em Mato Grosso vem em um processo crescente de desenvolvimento, por isso esse evento é tão importante, pois possibilita a sensibilização dos gestores, para que eles possam compreender a importância do programa”. Segundo Tâmara, não basta entregar os computadores e capacitar as equipes, o maior desafio é fazer o uso do serviço. “O uso continuado dentro do serviço é que vai fazer a mudança na qualidade da atenção”, finalizou.
Na ocasião, foram entregue três computadores para o município de Santo Antonio de Leveger, representado pela Secretária Municipal de Saúde Anadir Mantero Ribeiro. Os demais municípios deverão entregar a documentação para a retirada dos equipamentos, na sede da Gerência de Patrimônio da Secretaria de Estado de Saúde (SES), situada na Rua 13 de Junho, nº 1060, em Cuiabá. Para mais informações: (65) 3322-2852.
LORRANA CARVALHO
Bastidores

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Saúde

Ministério divulga lista, por estado, dos que não tomaram segunda dose

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No total, 1.514.340 doses do imunizante não foram aplicadas

O Ministério da Saúde divulgou hoje (13) a lista dos estados com pessoas que estão em atraso para tomar a segunda dose de vacinas contra a covid-19. Hoje, o titular da pasta, Marcelo Queiroga, disse que há 1,5 milhão de brasileiros nessa situação, e alertou que essas pessoas precisam buscar os postos de vacinação.

Jonas Valente –  O estado com mais pessoas em atraso é São Paulo (343.925), seguido da Bahia (148.877), Rio de Janeiro (143.015), Rio Grande do Sul (123.514), Minas Gerais (89.122) e Paraná (71.857).

Os estados com menos doses em atraso são Amapá (5.741), Tocantins (6.033), Acre (6.191), Alagoas (7.625) e Roraima (8.555).

Segundo o ministro, mesmo quem perdeu o prazo previsto no cronograma de vacinação deve procurar uma unidade de saúde para regularizar a situação.

A grande maioria dos atrasos está em doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

No total, 1.514.340 doses do imunizante estão em atraso, sendo 287 da Oxford/AstraZeneca, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Covid-19: lista mostra estados com atrasos na 2ª dose de vacinas

Edição: Fernando Fraga

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Saúde

EUA pedem pausa em aplicação de vacina da Johnson & Johnson

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Objetivo é investigar formação de coágulos raros

Agências federais de saúde dos Estados Unidos (EUA) recomendaram nesta terça-feira (13) uma pausa na aplicação da vacina contra a covid-19 da Johnson & Johnson, depois de seis pessoas que a receberam desenvolverem um distúrbio raro envolvendo coágulos sanguíneos.

REUTERS/Dado Ruvic

Da ABR – A medida é adotada menos de uma semana depois de reguladores europeus afirmarem que encontraram uma possível relação entre a vacina contra a covid-19 da AstraZeneca e um problema raro de coágulos sanguíneos, que levou a um pequeno número de mortes.

A vacina de dose única da Johnson & Johnson – a maioria das vacinas contra a covid-19 é aplicada em duas doses– e o imunizante de baixo custo da AstraZeneca são vistos como ferramentas vitais contra uma pandemia que já causou mais de 3 milhões de mortes.

O Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC) fará uma reunião na quarta-feira (14) para analisar os casos relacionados à vacina da J&J e a agência reguladora Foods and Drugs Administration (FDA) revisará a análise, disseram os dois órgãos em comunicado conjunto.

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As seis pessoas que receberam a vacina e desenvolveram o distúrbio raro são mulheres na faixa de 18 a 48 anos, e os sintomas surgiram entre seis e 13 dias após a aplicação.

Nos casos, um tipo de coágulo sanguíneo chamado trombose de seios venosos cerebrais foi detectado, em combinação com baixo nível de plaquetas sanguíneas.

O CDC e a FDA disseram que os eventos adversos parecem ser extremamente raros.

A J&J disse estar trabalhando próxima dos reguladores e afirmou que nenhuma relação causal clara foi estabelecida entre os eventos e a vacina, feita por sua unidade farmacêutica Janssen.

Uma mulher morreu e uma segunda no estado do Nebraska, foi hospitalizada em estado grave, disse o jornal The New York Times citando autoridades.

Até o dia 12 de abril, mais de 6,8 milhões de doses da vacina da J&J foram aplicadas nos Estados Unidos.

Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a autorização temporária para uso em caráter emergencial no Brasil da vacina da Janssen, um braço da Johnson & Johnson. O governo federal já adquiriu 38 milhões de doses do imunizante.

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Seguindo a recomendação da área técnica da Anvisa, a maioria dos diretores votou pela permissão de uso, com base em uma avaliação de que os benefícios da vacina superam os riscos trazidos por ela.

Conforme a área técnica, o imunizante pode ser aplicado em pessoas com mais de 18 anos, com ou sem comorbidades. A eficácia geral demonstrada pela farmacêutica no processo de submissão foi de 66,9%. Quando considerados casos graves, a eficácia comprovada foi de 76,7% após 14 dias e 85,4% depois de 28 dias.

Diferentemente das vacinas de outros fabricantes, a da Janssen tem eficácia com apenas uma dose.

*Com informações de Manas Mishra – repórter da Reuters e de Jonas Valente – repórter da Agência Brasil

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