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Saúde

Secretários discutem plano de enfrentamento imediato dos problemas na Saúde do Estado

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O secretário de Estado de Saúde de Mato Grosso, Marco Bertulio, se reuniu na manhã deste sábado (10.01) com os secretários de Estado de Fazenda, de Projetos Estratégico, e os secretários de Saúde de Cuiabá e Várzea Grande. Uma das propostas discutidas foi a elaboração de um plano de enfrentamento imediato dos problemas mais críticos encontrados hoje na saúde pública.
Durante a reunião, Marco Bertulio enfatizou que a saúde é o ponto principal que está sendo tratado pelo Governo do Estado e para isso irá priorizar os repasses em dia para os municípios. “Queremos construir uma agenda positiva junto aos municípios de Cuiabá e Várzea Grande para que possamos resolver as demandas de atendimento para a maior parte da população de Mato Grosso. Sabemos que se os municípios não atenderem bem, quem irá sofrer será a população do estado. Por sabermos que a alta complexidade é atendida em Cuiabá e Várzea Grande, dando suporte a todos os municípios, iniciamos o processo de abordagem por esses municípios”, completou Bertulio.
Para o secretário de Projetos Estratégicos, Gustavo Oliveira, é preciso buscar respostas rápidas aos problemas e dar todo apoio no que for necessário para saná-los. “Não irá faltar empenho nosso, trabalhando juntos. A ideia é entender o que é possível fazer em curto prazo e o que demandará mais tempo e esforço para implementação”, destacou.
“Temos que atacar diretamente nos pontos nevrálgicos tanto no Estado quanto nos municípios e para isso iremos trabalhar em conjunto, nos auxiliando mutuamente”, ressaltou o secretário de Fazenda, Paulo Brustolin.
O secretário de Saúde de Várzea Grande, Daoud Abdallab, se disse satisfeito com a construção desta agenda positiva. “Estou muito animado por ver que estão priorizando a saúde, coisa que há muito tempo não se via neste estado. Essa forma de pensar a saúde em rede, pensar na região metropolitana como uma só, é um passo fundamental para fazermos a saúde melhorar”, enalteceu.
De acordo com o secretário municipal de Saúde de Cuiabá, Ary de Souza Junior, não há como se pensar os problemas de saúde, os mais emergenciais, sem que Várzea Grande, Cuiabá e Estado estejam alinhados. “Uma vez feito esse alinhamento, poderemos identificar de forma clara todos os gargalos que estão nos afogando. Depois de identificados, as ações a serem tomadas devem ser orquestradas em sintonia, para que os recursos que já são exíguos, já são escassos, não sejam mitigados”.
Dentro dos assuntos que deverão compor o plano de ação estão o resgate da credibilidade do Estado como contratante, o apoio aos municípios e o evidenciar o caráter universal do atendimento da saúde pública.
DANIELE DANCHURA

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Saúde

Observatório Covid-19: vírus permanece em circulação intensa no Brasil

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Capa do boletim mostra pessoas na fila de um hospital

Por Regina Castro (Agência Fiocruz de Notícias)

Os dados do Boletim Extraordinário do Observatório Covid-19 Fiocruz mostram que a pandemia deve permanecer em níveis preocupantes ao longo do mês de abril. Na Semana Epidemiológica 14 (4 a 10 de abril), a tendência de alta de transmissão da Covid-19 se manteve no país, com valores recordes no número de óbitos (uma média de 3.020 mortos por dia) e aumento de novos casos (cerca de 70.200 casos diários). A análise aponta também que a sobrecarga dos hospitais continuou em níveis críticos. 

A alta proporção de testes com resultados positivos revela que, durante esse período, o vírus permanece em circulação intensa em todo o país. Segundo os pesquisadores do Observatório, o quadro epidemiológico observado pode representar a desaceleração da pandemia, com a formação de um novo patamar, como o ocorrido em meados de 2020, porém com números muito mais elevados de casos graves e óbitos.

Outro indicador estratégico, a taxa de ocupação de leitos de UTI Covid-19 para adultos no Sistema Único de Saúde (SUS) se manteve predominantemente estável e muito elevada. Destacam-se a saída do Maranhão (78%) da zona de alerta crítico para a zona de alerta intermediário e quedas significativas do indicador no Pará (87% para 82%), Amapá (de 91% para 84%), Tocantins (de 95% para 90%), Paraíba (de 77% para 70%) e São Paulo (de 91% para 86%).

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O Boletim traz ainda um painel sobre a vacinação no Brasil. Do total das pessoas vacinadas (27.567.230) até a SE14, 30,2% completaram o esquema vacinal com duas doses e 69,8% receberam apenas a primeira dose do imunizante. Nove estados apresentam diferença igual ou menor à média nacional de vacinados com esquema completo e vacinados somente com uma dose.

“Os que registraram as menores diferenças foram Roraima, São Paulo, Mato Grosso do Sul e Mato Grosso. Essa diferença pode estar relacionada com o volume de faltosos para a segunda dose. É possível ainda que esteja refletindo estratégias diferenciadas de aceleração da imunização da primeira dose, ou ainda conter diferenças relativas à agilidade do registro”.

Para controlar a disseminação da pandemia e preservar vidas, os pesquisadores reforçam que é fundamental que os municípios brasileiros, em especial os que compõem as regiões metropolitanas, adotem medidas convergentes e sinérgicas, em especial dentro de cada Região Metropolitana.

“As medidas de restrição de mobilidade e de algumas atividades econômicas, adotadas nas últimas semanas por diversas prefeituras e estados, estão produzindo êxitos localizados e podem resultar na redução dos casos graves da doença nas próximas semanas. No entanto ainda não tiveram impacto sobre o número de óbitos e no alívio das demandas hospitalares”, alertam os pesquisadores. “A flexibilização de medidas restritivas pode ter como consequência a aceleração do ritmo de transmissão e, portanto, de casos graves de Covid-19 nas próximas semanas”.

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Da FIOCRUZ

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Saúde

Ministério divulga lista, por estado, dos que não tomaram segunda dose

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No total, 1.514.340 doses do imunizante não foram aplicadas

O Ministério da Saúde divulgou hoje (13) a lista dos estados com pessoas que estão em atraso para tomar a segunda dose de vacinas contra a covid-19. Hoje, o titular da pasta, Marcelo Queiroga, disse que há 1,5 milhão de brasileiros nessa situação, e alertou que essas pessoas precisam buscar os postos de vacinação.

Jonas Valente –  O estado com mais pessoas em atraso é São Paulo (343.925), seguido da Bahia (148.877), Rio de Janeiro (143.015), Rio Grande do Sul (123.514), Minas Gerais (89.122) e Paraná (71.857).

Os estados com menos doses em atraso são Amapá (5.741), Tocantins (6.033), Acre (6.191), Alagoas (7.625) e Roraima (8.555).

Segundo o ministro, mesmo quem perdeu o prazo previsto no cronograma de vacinação deve procurar uma unidade de saúde para regularizar a situação.

A grande maioria dos atrasos está em doses da vacina CoronaVac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

No total, 1.514.340 doses do imunizante estão em atraso, sendo 287 da Oxford/AstraZeneca, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Covid-19: lista mostra estados com atrasos na 2ª dose de vacinas

Edição: Fernando Fraga

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