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Segunda-feira (29): Mato Grosso registra 15.328 casos e 590 óbitos por Covid-19

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Há 217 internações em UTI e 274 em enfermaria; taxa de ocupação está em 90,4% para UTIs está e em 42,1% para enfermarias

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta segunda-feira (29.06), 15.328 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 590 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Ana Lazarini – As 34 mortes mais recentes envolveram residentes de Barra do Garças, Várzea Grande, Sinop, Cuiabá, Confresa, Vila Bela da Santíssima Trindade, Nova Mutum, Jangada, General Carneiro e Campo Novo do Parecis.

Dentre os 20 municípios com maior número de casos de Covid-19, estão Cuiabá (3.740), Várzea Grande (1.252), Rondonópolis (1.195), Sorriso (654), Primavera do Leste (606), Tangará da Serra (571), Lucas do Rio Verde (498), Nova Mutum (423), Sinop (392), Campo Verde (332), Pontes e Lacerda (315), Confresa (311), Cáceres (263), Barra do Garças (208), Campo Novo do Parecis (200), Colíder (181), Querência (177), Sapezal (169), Alta Floresta (152) e Nossa Senhora do Livramento (150).

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A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada no Boletim anexado ao final desta matéria.

Nas últimas 24 horas, surgiram 682 novas confirmações no Estado. A área técnica ainda esclareceu que foram corrigidas oito ocorrências de duplicidade no sistema. Além disso, um caso anteriormente notificado em Cáceres foi reposicionado para Mirassol D’Oeste; outro caso de Nova Mutum foi para Lucas do Rio Verde. As mudanças levaram em consideração o município de residência dos pacientes.

Dos 15.328 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 8.735 estão em isolamento domiciliar e 5.419 estão recuperados. Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 217 internações em UTI e 274 em enfermaria. Isto é, a taxa de ocupação está em 90,4% para UTIs e em 42,1% para enfermarias.
Considerando o número total de casos em Mato Grosso, 50,8% dos diagnosticados são do sexo feminino e 49,2% masculino; além disso, 4.160 pacientes têm faixa-etária entre 31 a 40 anos.

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O documento ainda aponta que um total de 18.438 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 1.216 amostras em análise laboratorial.

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Janaina Riva que reforma da Previdência do estado é prejudicial aos servidores públicos

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Deputada votou contra a PEC 06, aprovada em segunda votação na quarta-feira, por 16 a 8 votos.

“Fizemos o possível para negociar, foram meses de tentativa e centenas de emendas apresentadas para que a PEC 06, que trata da reforma da Previdência estadual, se tornasse menos prejudicial aos servidores públicos de Mato Grosso. Como não houve os avanços que considerava adequados entre o governo do estado e os servidores públicos, mantive meu voto pela reprovação da PEC. Votei com minha consciência e mantendo a coerência na minha defesa aos servidores, mesmo sendo base do governo e mesmo sabendo que a reforma da Previdência é essencial para o equilíbrio da balança contribuição x benefícios”, lamentou a deputada estadual Janaina Riva (MDB), na noite de quarta-feira (12), após sessão de mais de seis horas, em que a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 06, de autoria do governo do estado, foi aprovada pela Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Por LAURA PETRAGLIA – Segundo a parlamentar, havia algumas propostas que estavam consolidadas junto ao Fórum Sindical e que foram apresentadas em forma de emendas pelos parlamentares ao texto original da PEC, mas que não foram aprovadas pela ausência de votos suficientes.

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“O único avanço que obtivemos foi com relação à emenda 75, que trata dos 80% da média e contou com o voto de toda a base do governo e, por isso, conseguimos aprová-la votando a emenda em destaque. Eu e os deputados do bloco Resistência Democrática fizemos o que estava ao nosso alcance, pedimos que as mais de 100 emendas fossem votadas em destaque, uma a uma, votamos favorável a todas elas para tentar amenizar os efeitos da PEC previdenciária aqui em Mato Grosso. Não conseguimos fazer muito, mas fizemos o nosso máximo, adiamos a votação até onde deu para tentar uma negociação que infelizmente não houve”, explicou.

A emenda 75,  ao qual a deputada se refere, é de autoria das lideranças partidárias e alterou o parágrafo único do artigo 6º da Proposta de Emenda à Constituição 06/2020, Mensagem 16/2020, e ficou com a seguinte redação: “Art. 6º (…) Parágrafo único, para efeitos da aplicação do disposto no artigo 26 da Emenda Constitucional n.º 103/19, mencionado no caput, será considerada a média aritmética simples das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado o servidor, correspondentes a 80% de todo o período contributivo desde a competência julho de 1994, ou desde a do início da contribuição, devendo-se observar, ainda, as demais regras nele contidas”.

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Além da deputada Janaina Riva, votaram contra a PEC da Previdência os deputados Thiago Silva (MDB), Lúdio Cabral (PT), Paulo Araújo (PP), Elizeu Nascimento (DC), Allan Kardec (PDT), Valdir Barranco (PT) e Max Russi (PSB). A PEC teve 112 emendas apresentadas e foi aprovada em segunda votação por 16 x 8 votos, numa sessão que durou aproximadamente 6 horas.

Dentre as alterações principais que a PEC 06 traz, está o aumento da idade mínima de aposentadoria de 55 para 62 anos para mulheres e de 60 para 65 anos para homens. As carreiras da área de segurança e os professores passam a ter regras próprias. A aposentadoria compulsória permanece aos 75 anos para todos os servidores.

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Deputados aprovam PEC da Previdência

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A mensagem governamental foi aprovada com apenas uma das 112 emendas apresentadas

Com 16 votos favoráveis e oito contrários, os deputados estaduais de Mato Grosso aprovaram nesta quarta-feira (12), em sessão ordinária, o Projeto de Emenda Constitucional 06/2020, a PEC da Previdência. O presidente da ALMT, deputado Eduardo Botelho (DEM), depois de votar a PEC, colocou em votação as emendas que tiveram pedido de destaque. A PEC teve 112 emendas apresentadas.

Votaram contra a PEC da Previdência os deputados Thiago Silva (MDB), Lúdio Cabral (PT), Delegado Claudinei (PSL), Elizeu Nascimento (DC), Janaína Riva (MDB), Allan Kardec (PDT), Valdir Barranco (PT) e Max Russi (PSB).

Das emendas que seguiram para votação em destaque, os deputados aprovaram apenas uma, a emenda 75, de autoria das lideranças partidárias. A emenda acrescenta o parágrafo único ao Art. 6º do Projeto de Emenda Constitucional 06/2020, mensagem 16/2020, com a seguinte redação: Art. 6º (…) Parágrafo único, para efeitos da aplicação do disposto no artigo 26 da Emenda Constitucional n.º 103/19, mencionado no caput, será considerada a média aritmética simples das maiores remunerações, utilizadas como base para as contribuições do servidor aos regimes de previdência a que esteve vinculado o servidor, correspondentes a 80% (oitenta por cento) de todo o período contributivo desde a competência julho de 1994, ou desde a do início da contribuição, devendo-se observar, ainda, as demais regras nele contidas. Os deputados rejeitaram as emendas 27, 58, 65, 66, 90, 68, 111, 98, 100, 70, 102, 74, 82, 83, 86, 102, 104, 105 e 106.

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“Foi uma PEC amplamente debatida, está aqui desde o início de março. Foi discutida, todos tiveram oportunidade de apresentar emendas, votamos em destaque, o que nem é permitido pelo regimento, mas concedemos o destaque para dar oportunidade de o plenário decidir. O que foi votado é a vontade da maioria dos deputados. Eu acredito que é o melhor”. Não saiu como muitos queriam, mas foi a posição da maioria”, disse o presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM), que agradeceu o empenho de todos os parlamentares.

Em relação à emenda 75, o presidente disse que participou da articulação da emenda de autoria das lideranças partidárias. “Essa emenda 75, eu mesmo participei da articulação ela, ela faz justiça com o trabalhador que se aposenta com um salário melhor. A pessoa trabalha um pouco mais, porém, se aposenta com um salário melhor”, afirmou.

Entre as principais mudanças propostas, estão o aumento da idade mínima de aposentadoria de 55 anos para 62 para mulheres, e de 60 para 65 anos para homens. As carreiras da área de segurança e dos professores também ganham regras próprias, se aposentando mais cedo do que as carreiras do regime geral. A aposentadoria compulsória permanece aos 75 anos para todos os servidores.

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