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AGRONEGÓCIO

Senar Roraima abre credenciamento para Tutoria em Educação Formal

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar Roraima – realiza credenciamento para pessoa jurídica interessada em integrar o cadastro de prestadores de serviços de tutoria em ações de educação formal. As inscrições para o credenciamento são gratuitas e deverão ser realizadas até o dia 14 de março, por meio do site do Sistema FAERR/ SENAR  www.faerrsenar.org.br.

Segundo a Gerente Técnica do Senar, Luana Cordovil, todos os candidatos deverão apresentar registro no Conselho Profissional, possuir ou estar cadastrado em microempresa- ME, ou empresa de pequeno porte. Poderão credenciar-se pessoas jurídicas legalmente constituídas e operando nos termos da legislação vigente, cuja finalidade e ramo sejam pertinentes e compatíveis com finalidade do credenciamento. 

As pessoas jurídicas credenciadas devem dispor de profissionais nas áreas de Agronomia, Zootecnia, Medicina Veterinária, Engenharia Florestal, Biologia, Ciências Agrárias, Agronegócio, Gestão Ambiental, Administração, Letras, Informática, Economia, Contabilidade e Matemática.

Os tutores selecionados trabalharão na assistência dos alunos dos cursos técnicos do Senar, desenvolvendo atividades de tutoria para o desenvolvimento de atividades teóricas e práticas nas cadeias de fruticultura e agronegócio. Prestarão, também, de forma presencial,orientações e acompanhamentos dos alunos durante os cursos, destacou a Superintendente do Senar Roraima, Amanda Lia Torquato.

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Para mais informações como perfil e atribuições, entre em contato: ☎️ (95) 3224-7024 ou 99132-2753.

CONFIRA OS LINKS DE ACESSO

EDITAIS

https://www.faerrsenar.org.br/editais/credenciamento/category/7-2021

UPLOAD DE ARQUIVOS COMPROBATÓRIOS DO EDITAL

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSf8WWPIhxHbBO0TPBT-wUATNxVt9WEeI3iU-PMBAGUqDUcubw/viewform

Assessoria de Comunicação Senar Roraima

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Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Cobertura do Proagro para produtores de milho vai minimizar perdas com a cigarrinha, diz CNA

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Brasília (14/04/2021) – Os produtores rurais com perdas de produtividade do milho devido às doenças sistêmicas transmitidas pela cigarrinha (Dalbulus maidis) poderão acessar o Programa de Garantia da Atividade Agropecuária (Proagro), de acordo com o Comunicado n.° 37.014, do Banco Central, divulgado na terça (13).

Na avaliação da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) essa medida é positiva e muito importante para o produtor rural, que pode ter perdas de até 80% da produção em casos de ataque severo.

“Até a publicação do documento o Proagro não aceitava as perdas decorrentes de pragas. A partir de agora esse risco passou a ser coberto, uma excelente notícia para o produtor de milho”, afirmou o presidente da Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosa da CNA, Ricardo Arioli.

O comunicado destaca que o produtor receberá a cobertura do Proagro já que não existe, atualmente, “método difundido de combate, controle ou profilaxia, que seja técnica e economicamente exequível”.

Em reunião da Comissão de Cereais, Fibras e Oleaginosas da CNA no dia 16 de março para discutir o tema, pesquisadores da Embrapa Milho e Sorgo afirmaram que o manejo da praga é feito por meio do tratamento de sementes, defensivos químicos e biológicos, cultivares menos sensíveis ao enfezamento, além do controle da cultura pós-colheita, porém, ressaltam que não existe uma medida curativa e os métodos isolados têm pouco efeito.

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O Banco Central recomenda ainda, no comunicado, que os agentes do Proagro façam a revisão de eventuais indeferimentos de pedidos de cobertura de operações enquadradas a partir de 1º/7/2020, “caso tenham sido motivados pelo entendimento de que as perdas decorrentes da presença de cigarrinha nas lavouras de milho não seriam amparadas pelo programa”.

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Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

CNA identifica potencial de aumento das exportações de pelo menos 41 produtos para a Coreia do Sul

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Brasília (14/04/2021) – O Brasil tem potencial para aumentar as exportações, para a Coreia do Sul, de pelo menos 41 produtos agropecuários, podendo chegar a 250 itens, de acordo com um estudo inédito elaborado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA).

O estudo “Brasil e Coreia do Sul: Complementariedade que merece amplo acordo” mostra que é preciso superar desafios como as barreiras tarifárias e não tarifárias para concorrer em condições semelhantes com outros mercados com os quais o país asiático tem acordos comerciais, como China, Austrália, Nova Zelândia, União Europeia e Estados Unidos.

O documento foi lançado nesta quarta (14) durante live com representantes do Governo Federal para discutir as negociações em torno do acordo de livre comércio com o país asiático, iniciadas em 2018. Participaram do encontro o subsecretário-adjunto de Negociações Internacionais do Ministério da Economia (ME), Alex Meger Amorim, e o secretário-adjunto de Relações Internacionais do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Flávio Campestrin Bettarello.

“O que o estudo mostra é que só um acordo amplo e ambicioso com a Coreia do Sul poderá contemplar as potencialidades do mercado brasileiro e beneficiar os nossos exportadores”, afirmou a coordenadora de Inteligência Comercial da CNA, Sueme Mori, moderadora do debate.

Segundo ela, as exportações do Brasil para a Coreia do Sul foram de US$ 2,2 bilhões em 2020, crescimento de 8% em relação a 2019, o que reforça a importância deste mercado para o agro brasileiro. O país asiático está entre os sete principais destinos das vendas externas brasileiras de produtos do setor e importa de outros países 70% dos alimentos que consome.

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No encontro, os representantes do governo destacaram a importância de aumentar a inserção do agronegócio brasileiro no comércio internacional, especialmente no continente asiático. Na avaliação de Alex Meger Amorim, um dos desafios é desgravar as tarifas aos produtos agrícolas do Brasil para ampliar o acesso dos produtos do agro. “É um mercado bastante restrito aos produtos agrícolas. Mais de 95% do comércio deles se dá com produtos industriais”, explicou.

Já representante do Mapa disse que um acordo de livre comércio com os coreanos pode representar uma porta de entrada dos produtos do agro brasileiro em outros países do continente asiático. “Nossa participação ainda é tímida”. No entanto, alertou, será necessário discutir as ofertas entre as partes para melhorar as condições oferecidas pelos sul-coreanos aos produtos do agro brasileiro.

“Se dermos mais acesso, precisamos garantir mais acesso também. Eles têm uma oferta concentrada em bens industriais e não podemos deixar o agro de fora do mercado coreano. Precisamos compensar em setores onde somos mais ofensivos”, explicou.

Estudo – Um dos critérios analisados para identificar produtos com maior potencial de exportação foi a análise de setores simultaneamente fortes tanto nas exportações brasileiras quanto nas importações sul-coreanas junto ao mercado mundial, mas com o comércio bilateral aquém do potencial. Entre esses produtos os maiores destaques foram carnes, cereais e produtos e fibras têxteis*.

Carnes – Neste contexto, o setor de carnes mostrou um potencial inexplorado de até US$ 3,5 bilhões, com destaque para a carne suína in natura (até US$ 1,3 bilhão) e para a carne bovina in natura (até US$ 1,1 bilhão). Estes dois produtos sofrem alíquotas de importação de 40% (para as carnes em geral chega a 72%). Em 2017, a Coreia do Sul abriu seu mercado para a carne suína de Santa Catarina e desde então o comércio tem crescido, chegando a US$ 9,3 milhões em 2019.

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Cereais – Já as exportações de cereais têm um potencial de até US$ 2 bilhões, dos quais US$ 1,7 bilhão apenas para o milho. “A Coreia do Sul é um mercado promissor para essas exportações especialmente em razão da complementariedade – a indústria coreana utiliza largamente o cereal como insumo para fabricação de rações”, explica o estudo.

Os sul-coreanos são grandes importadores mundiais de grão de milho, comprando, em média US$ 5,4 bilhões, dos quais US$ 348 milhões do Brasil. A alíquota de importação chega a 630%.

Produtos e fibras têxteis – Fibras e produtos têxteis também entram na lista de potenciais produtos para ingressar em maior volume no mercado sul-coreano. O Brasil é responsável por cerca de 10% de todo comércio mundial, com vendas que alcançaram US$ 1,9 bilhão entre 2017 e 2019, mas apenas US$ 83,3 milhões foram para o país asiático, destino de 2,2% das importações mundiais.

Neste segmento, o produto com maior potencial identificado foi o algodão não cardado nem penteado. O produto não enfrenta tarifas de importação e apresenta potencial de até US$ 276,1 milhões.

Acesse aqui a íntegra do estudo

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Fonte: CNA Brasil

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