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TCE-MT envia quase 12 mil minutos de conteúdo ao YouTube em 2020 e conquista mais de 3,3 mil novos inscritos

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O Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) encerrou 2020 com quase 12 mil minutos de conteúdo enviados e mais de 3,3 mil novos inscritos em seu canal no YouTube. Somente no ano passado, os vídeos disponibilizados no canal da Corte de Contas mato-grossense tiveram quase 157 mil visualizações, com mais de 5,4 mil “likes”.

Segundo dados do YouTube Analytics, em 2020 os espectadores passaram mais de 23 mil horas assistindo ao canal e, desde sua criação, em 2014, deixaram 13.492 comentários e compartilharam o conteúdo 9.303 vezes.

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Para o presidente do TCE-MT, conselheiro Guilherme Antonio Maluf, os números demonstram a transparência e o acesso da população às ações realizadas pelo órgão. “No ano passado, assim que a pandemia do novo coronavírus chegou a Mato Grosso, começamos a promover lives para orientar e esclarecer dúvidas dos gestores públicos e cidadãos. Foram inúmeros debates ao longo do ano e que vão continuar em 2021″.

Além disso, o presidente lembrou que todas as sessões plenárias da Corte de Contas são transmitidas tanto pelo Portal Oficial como pelo canal no YouTube, assim como as reportagens sobre processos julgados e ações institucionais.

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Destaque

No ano passado, o canal do TCE-MT no YouTube foi destaque como o mais acessado entre os 33 tribunais de contas do País, segundo pesquisa realizada pelo Tribunal de Contas da Paraíba (TCE-PB), em maio. Com 3,51 mil inscritos à época, os vídeos disponibilizados no canal da Corte de Contas mato-grossense contavam com 697.793 visualizações desde sua criação.

O levantamento, realizado com base nos dados do YouTube Analytics, apontou ainda que o número de acessos no canal do TCE-MT era quase 200% maior do que o do segundo colocado no ranking, o Tribunal de Contas de São Paulo (TCE-SP). Criado em 2013 e com 4,21 mil inscritos, o YouTube da Corte de Contas paulista havia tido 234.015 visualizações até maio.

 

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Fonte: TCE MT

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Conselheiro Antonio Joaquim é nomeado ouvidor-geral do TCE-MT

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Foto: Tony Ribeiro/TCE-MT
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O presidente do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), conselheiro Guilherme Antonio Maluf, nomeou, no Diário Oficial de Contas (DOC) desta sexta-feira (26), o conselheiro Antonio Joaquim para desempenhar as funções de ouvidor-geral da Corte de Contas a partir de 1º de março.

Antonio Joaquim foi reintegrado ao cargo na segunda-feira (22), em cumprimento à decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Com o retorno, o conselheiro substituto Isaías Lopes da Cunha deixou o Pleno e o cargo de ouvidor-geral, conforme prevê a Constituição Estadual.

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TCE-MT mantém suspenso processo licitatório para contratação de empresa de gestão educacional

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O Pleno do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) homologou medida cautelar, adotada em caráter singular pelo conselheiro interino Luiz Henrique Lima, que determinou a suspensão de processo licitatório da Prefeitura de Itanhangá para contratação de empresa especializada na prestação de serviços de assessoria, consultoria e softwares de gestão educacional, no valor de R$ 56,7 mil.

A medida cautelar, homologada por unanimidade do Pleno na sessão extraordinária remota desta sexta-feira (26), foi solicitada em Representação de Natureza Interna (RNI) proposta pela Secretaria de Controle Externo (Secex) de Contratações Públicas, com base em denúncia de irreguralidades na realização do Pregão Presencial nº 49/2020.

Em seu voto, o conselheiro interino apontou que o procedimento licitatório contém possível restrição na seleção da empresa, em virtude da exigência de que seja capaz de efetuar a entrega imediata de software especificado e concluir a implantação e treinamento de todas as unidades educacionais no prazo de cinco dias úteis.

A contratação da empresa deveria ainda promover a conversão de dados, implantação e treinamento, sendo que todas as unidades educacionais deveriam estar conectadas em tempo real por meio da internet em um Sistema de Gestão Educacional Unificado com funcionamento em modo offline.

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Sendo assim, o relator pontuou que, conforme ressaltado pela equipe técnica, as exigências são injustificadas e irrelevantes, além de não possuírem prazo razoável para implementação e, assim, direcionam e privilegiam o certame para a única empresa que se apresentou e sagrou-se vencedora do certame.

“Isso porque, de acordo com a equipe técnica, a empresa contratada em 2017 pertenceria ao mesmo grupo familiar da atual vencedora e ambas seriam detentoras do mesmo software, restringindo e inviabilizando a participação de outras licitantes interessadas”, sustentou Luiz Henrique Lima.

Clique aqui e confira o vídeo completo do julgamento.

 

Fonte: TCE MT

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