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Economia & Finanças

Venda de veículos novos cresce 4,38% em novembro frente a 2018

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Em novembro, a venda de veículos novos no Brasil, considerando-se apenas os automóveis e comerciais leves (picapes e furgões), cresceu 4,38% sobre novembro de 2018, mas com retração de 4,24% ante outubro, com o emplacamento de 230.923 unidades. O dado foi divulgado hoje (2) pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

Considerando o emplacamento de todos os segmentos somados (automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos), houve crescimento de 7,81% em comparação ao mesmo mês do ano passado e queda de 6,05% em relação a outubro, com a venda de 345.386 unidades. Segundo a Fenabrave, a queda em relação a outubro se explica pelo menor número de dias úteis.

“Faltando apenas um mês para o fechamento do ano notamos a estabilidade do mercado. Isso é positivo, pois não houve grandes oscilações durante o ano, o que confirma as nossas expectativas para 2019, que deve crescer 10,76% sobre 2018”, disse Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave.

Acumulado do ano

Entre janeiro e novembro deste ano, a venda de todos os segmentos registrou alta de 10,3%, com o total de 3.665.370 veículos novos emplacados. Considerando-se apenas os emplacamentos de automóveis e comerciais leves no acumulado do ano, houve alta de 7,21% sobre o mesmo período do ano anterior, com 2.406.984 unidades licenciadas.

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Edição: Maria Claudia

Fonte: EBC
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Sem ação ambiental, Usina de Itaipu teria menor vida útil, diz estudo

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Estudo apresentado hoje (7) pela Itaipu na Conferência Mundial do Clima (COP25), em Madri, mostrou que sem os mais de 100 mil hectares de áreas protegidas em torno da usina binacional, o reservatório localizado na fronteira entre Brasil e Paraguai receberia, a cada ano, sedimentos em um volume que encurtaria a vida útil da unidade. Os países deixariam de faturar bilhões de dólares com a venda de energia.

O estudo foi apresentado em evento promovido conjuntamente com o Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da Organização das Nações Unidas (Undesa).

“Para que Itaipu siga produzindo energia para ambos os países no longo prazo, é necessário que a empresa atue na gestão territorial para assegurar a qualidade e a quantidade de água. Cuidar do meio ambiente faz parte do nosso negócio”, disse o general Luiz Felipe Carbonell, diretor de Coordenação da Margem Brasileira da usina. 

Carbonell abriu o encontro com o diretor de Coordenação executivo da usina, o paraguaio Miguel Gómez Acosta, que destacou a importância de que a gestão ocorra de forma binacional, em ambas as margens do reservatório. “Graças a essa atuação da Itaipu, as áreas protegidas são hoje reconhecidas pela Unesco como Reserva da Biosfera e desempenham um papel na região que vai muito além de beneficiar a geração de energia.” 

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A chefe de Mudança Climática e Biodiversidade, do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), Valerie Kapos, disse que exemplos como o de Itaipu demonstram como os serviços baseados na natureza podem contribuir para a longevidade e a minimização de riscos para os negócios. Acrescentou que o Pnuma vem trabalhando no desenvolvimento de orientações para a formulação de políticas públicas nessa área e que o caso de Itaipu deve contribuir para essa linha de atuação. 

O painel Soluções em água e energia e suas interconexões com serviços ecossistêmicos foi moderado pelo ministro da Transição Ecológica da Espanha, Manuel Menéndez, e aberto pelo secretário de Relações Internacionais do Ministério do Meio Ambiente do Brasil, Roberto Castelo Branco.

Estudos de caso

A discussão sobre serviços ecossistêmicos foi precedida de outro painel da Itaipu, que apresentou 17 estudos de casos mostrando como a empresa atua na promoção dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) que compõem a Agenda 2030. 

O diretor do Instituto de Mudança Climática da Guatemala, Alex Guerra, que participou do painel, afirmou se tratar de uma grande oportunidade de mostrar boas práticas no contexto dos ODS, que contribuem tanto para o manejo da água e a geração de energia limpa, quanto para a conservação de ecossistemas, o sequestro de carbono e a qualidade de vida das comunidades, de forma interconectada.

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*Com informações de Itaipu

 

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC
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Economia & Finanças

Simples Nacional propõe revogar exclusão de profissões do MEI

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Em nota divulgada hoje (7), a Secretaria Executiva do Simples Nacional informa que encaminhará ao Comitê Gestor do programa proposta de revogação da medida que excluiu 14 ocupações da lista das atividades que podem atuar como microempreendedores individuais (MEI). A secretaria informa ainda que encaminhará proposta de ampla revisão da lista das 500 atividades que podem atuar como MEI.

A resolução com a lista dos profissionais excluídos foi publicada na edição dessa sexta-feira (6) do Diário Oficial da União.

Na lista estão astrólogo, canto/músico, disc jockey (DJ) ou video-jockey (VJ), esteticista, humorista e contador de histórias, instrutor de arte e cultura, instrutor de artes cênicas, instrutor de cursos gerenciais, instrutor de cursos preparatórios, instrutor de idiomas, instrutor de informática, instrutor de música, professor particular e proprietário de bar, com entretenimento.

Todo ano, o Comitê Gestor do Simples Nacional, formado por quatro representantes da Secretaria da Receita Federal, dois dos estados e do Distrito Federal e dois dos municípios, revisa as atividades enquadradas como MEI.

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Os profissionais autônomos só podem ser enquadrados como MEI se a ocupação estiver na lista definida pelo Comitê Gestor. Há ainda limite de faturamento de até R$ 81 mil por ano, o microempreendedor não pode ser sócio, administrador ou titular de outra empresa e é permitido contratar no máximo um empregado.

Os microempreendedores individuais são enquadrados no Simples Nacional e ficam isentos dos tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL), têm cobertura da Previdência Social e valor fixo de recolhimento de tributos (INSS, ISS ou ICMS).

Ao ser desenquadrado, o empreendedor poderá ser considerado microempresa ou empresa de pequeno porte.

Congresso Nacional

Antes da proposta de revogação da medida, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, afirmou, no Twitter, ser contra a resolução. “Sou contra essa resolução do Conselho Gestor do Simples Nacional. A cultura – e todos que trabalham com ela – é um patrimônio do país. O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, me ligou de Madri e me avisou que vai pautar na terça [10] o decreto legislativo. A Câmara seguirá o Senado e votará no dia seguinte. Essa é uma decisão que não faz sentido. A cultura é a alma da nossa democracia”.

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Alcolumbre está em Madri, na Espanha, onde participa da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP-25.

Edição: Graça Adjuto

Fonte: EBC
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