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Cuiabá

Vice-prefeito garante participação efetiva de entidades na execução da obra no Parque de Exposições

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Davi Valle

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O vice-prefeito e secretário de Obras Públicas, José Roberto Stopa, garantiu aos representantes das entidades que desenvolvem suas atividades no Parque de Exposições Sen. Jonas Pinheiro que a revitalização do espaço será realizada de forma conjunta. Em reunião ocorrida na terça-feira (19), gestor afirmou que, assim como tem ocorrido até o momento, as organizações continuarão tendo participação efetiva durante a execução do projeto.

À Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Sindicato Rural, Nelore MT e outras, Stopa destacou que o trabalho em parceria com outras instituições é uma marca da gestão do prefeito Emanuel Pinheiro que continuará sendo praticada pela Prefeitura de Cuiabá. Segundo ele, após a conclusão do processo licitatório, o primeiro passo será reunir as equipes para definir a execução de cada etapa da obra.

“Acredito que nos próximos dias podemos ter o resultado da vencedora da licitação. A partir disso, voltaremos a nos reunir com engenheiros da Secretaria, das entidades e também da empresa para discutir por onde iniciaremos, para onde seguiremos e de que forma isso será feito sem interromper as ações que são realizadas diariamente no espaço. Vamos estar juntos nessa caminhada, assim como tem acontecido desde o início desse processo”, explicou.

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O vice-prefeito chamou a atenção ainda para toda transformação que a região ao redor do Parque de Exposições passará ao longo desse ano. Conforme exposto por ele, além da revitalização dessa área, está no planejamento do Município a entrega do viaduto Murilo Domingos, da Orla do Porto II, da revitalização e ampliação do Mercado do Porto e ainda a requalificação de toda a Avenida Beira Rio.

“Também estamos novamente cuidando de todos os procedimentos legais para lançar uma nova licitação para o Cais do Porto. Ou seja, é um conjunto de melhorias que se complementam e vão embelezar ainda mais essa localidade. Sem dúvida alguma essa região se tornará em mais um belo cartão postal da cidade, fortalecendo o turismo, a cultura e, somando a isso, uma série de oportunidades de negócios”, argumentou.

O recurso destinado para a revitalização é de R$ 18.048.248,46. A verba é fruto de convênio entre a Prefeitura, o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) e a Caixa Econômica Federal. Conforme a divisão, R$ 17.260.617,76 são oriundos do Orçamento Geral da União, conseguidos por meio de articulação do ex-ministro da Agricultura, Blairo Maggi, e outros R$ 787.630,70 de contrapartida do Município.

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A ideia é potencializar o uso da área de mais de 140 mil metros quadrados, que já abriga durante todo o ano a realização de diversos eventos voltados para o setor do agronegócio. A partir desse processo, o Parque de Exposições deve tornar-se mais uma imprescindível ferramenta dentro do trabalho desenvolvido pela Prefeitura de Cuiabá, visando fomentar e impulsionar a economia da Capital. 

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Pinheiro reforça diálogo e limite para adotar medidas sem sufocar setores e causar desesperança aos trabalhadores

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Luiz Alves

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Editado pelo prefeito Emanuel Pinheiro nesta terça-feira (2), o Decreto nº 8.340 evidencia a competência municipal para dispor sobre as ações sanitárias em seu território. Conforme transcrito no art. 25 do documento que será publicado na Gazeta Municipal desta quarta-feira (3), essa garantia foi feita pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de medida expedida no dia 29 de julho de 2020.

Segundo Emanuel, após a análise da Reclamação nº 41.935, o STF teve o mesmo entendimento da Prefeitura de Cuiabá, assegurando a autonomia do Poder Municipal. “Sempre entendemos que cabe ao Estado um poder residual. Ou seja, somente orientativo. Já ao Município, cabe o poder de interesse local, para definir as normas que forem avaliadas necessárias nesse combate à Covid-19”, explicou o prefeito.

O chefe do Executivo de Cuiabá afirmou ainda que fez questão de transcrever a decisão do órgão máximo do Poder Judiciário brasileiro nho decreto para que não paire mais nenhuma dúvida em relação ao assunto que, por vez, somente causa confusão na população. “O que mais queremos é zelar e proteger a saúde das pessoas, com autonomia e autoridade”, completou o gestor cuiabano.

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Pinheiro destacou também que o novo decreto também reforça a característica da gestão do Município de dialogar com as entidades e representantes da sociedade civil organizada, garantindo uma participação de todos antes das tomadas de decisões. Segundo ele, somente respeitando o setor produtivo, os trabalhadores e chamando a responsabilidade para todos é que a guerra contra a Covid-19 será vencida.

“Não pude atender o desejo de todos, mas chegamos no limite para adotar medidas sem sufocar a nossa economia, não penalizando mais ainda o setor produtivo e não causando desemprego e desesperança para os trabalhadores. Os trabalhadores precisam de apoio, de acolhimento e de solidariedade. Isso eu chamo de sensibilidade e justiça”, pontuou.

Ele relembra que em março de 2020, foram necessárias a adoção de medidas extremamente severas com a suspensão das atividades do comércio local, das aulas presenciais, do funcionamento de indústrias, além do toque de recolher para conscientizar a população e poder preparar o sistema de saúde e conter o avanço do vírus. A atitude foi baseada em análises técnicas do Comitê de Enfrentamento ao novo Coronavírus, criado pela gestão.

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Cita que a Prefeitura agiu de forma responsável, seguindo as orientações da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde. Cientistas renomados atestaram que as medidas adotadas à época ajudaram a salvar muitas vidas. A organização do sistema, com a abertura de leitos de UTIs exclusivos, instalação de unidades de referência, ratificaram o cuidado e a preocupação da gestão municipal.

Mesmo diante do cenário de perda de vidas, na ocasião, o Governo do Estado não se atentou para a gravidade da pandemia e chegou a declarar que ela não chegaria com tanta força em Mato Grosso. A consequência de não ter se preparado com antecedência foi que pessoas infectadas de outros municípios – muitos que em princípio não registravam doentes – vieram se tratar na capital, superlotando as unidades de saúde com atendimento exclusivo à Covid-19.

Pondera que um  ano depois,  as novas medidas restritivas anunciadas pela Prefeitura buscam arrefecer o crescimento do número de infectados, que está acontecendo em todo o país, e mitigar também os sérios desequilíbrios econômicos provocados pela pandemia.

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Emanuel Pinheiro reforça diálogo e limite para adotar medidas sem sufocar e causar desesperança aos trabalhadores

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Segundo o prefeito, somente respeitando o setor produtivo, os trabalhadores e chamando a responsabilidade para todos é que a guerra contra a Covid-19 será vencida

 

 

Editado pelo prefeito Emanuel Pinheiro nesta terça-feira (2), o Decreto nº 8.340 evidencia a competência municipal para dispor sobre as ações sanitárias em seu território. Conforme transcrito no art. 25 do documento que será publicado na Gazeta Municipal desta quarta-feira (3), essa garantia foi feita pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de medida expedida no dia 29 de julho de 2020.

Da SECOM/PMC – Segundo Emanuel, após a análise da Reclamação nº 41.935, o STF teve o mesmo entendimento da Prefeitura de Cuiabá, assegurando a autonomia do Poder Municipal. “Sempre entendemos que cabe ao Estado um poder residual. Ou seja, somente orientativo. Já ao Município, cabe o poder de interesse local, para definir as normas que forem avaliadas necessárias nesse combate à Covid-19”, explicou o prefeito.

O chefe do Executivo de Cuiabá afirmou ainda que fez questão de transcrever a decisão do órgão máximo do Poder Judiciário brasileiro nho decreto para que não paire mais nenhuma dúvida em relação ao assunto que, por vez, somente causa confusão na população. “O que mais queremos é zelar e proteger a saúde das pessoas, com autonomia e autoridade”, completou o gestor cuiabano.

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Pinheiro destacou também que o novo decreto também reforça a característica da gestão do Município de dialogar com as entidades e representantes da sociedade civil organizada, garantindo uma participação de todos antes das tomadas de decisões. Segundo ele, somente respeitando o setor produtivo, os trabalhadores e chamando a responsabilidade para todos é que a guerra contra a Covid-19 será vencida.

“Não pude atender o desejo de todos, mas chegamos no limite para adotar medidas sem sufocar a nossa economia, não penalizando mais ainda o setor produtivo e não causando desemprego e desesperança para os trabalhadores. Os trabalhadores precisam de apoio, de acolhimento e de solidariedade. Isso eu chamo de sensibilidade e justiça”, pontuou.

Ele relembra que em março de 2020, foram necessárias a adoção de medidas extremamente severas com a suspensão das atividades do comércio local, das aulas presenciais, do funcionamento de indústrias, além do toque de recolher para conscientizar a população e poder preparar o sistema de saúde e conter o avanço do vírus. A atitude foi baseada em análises técnicas do Comitê de Enfrentamento ao novo Coronavírus, criado pela gestão.

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Cita que a Prefeitura agiu de forma responsável, seguindo as orientações da Organização Mundial de Saúde e do Ministério da Saúde. Cientistas renomados atestaram que as medidas adotadas à época ajudaram a salvar muitas vidas. A organização do sistema, com a abertura de leitos de UTIs exclusivos, instalação de unidades de referência, ratificaram o cuidado e a preocupação da gestão municipal.

Mesmo diante do cenário de perda de vidas, na ocasião, o Governo do Estado não se atentou para a gravidade da pandemia e chegou a declarar que ela não chegaria com tanta força em Mato Grosso. A consequência de não ter se preparado com antecedência foi que pessoas infectadas de outros municípios – muitos que em princípio não registravam doentes – vieram se tratar na capital, superlotando as unidades de saúde com atendimento exclusivo à Covid-19.

Pondera que um  ano depois,  as novas medidas restritivas anunciadas pela Prefeitura buscam arrefecer o crescimento do número de infectados, que está acontecendo em todo o país, e mitigar também os sérios desequilíbrios econômicos provocados pela pandemia.

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