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Economia & Finanças

Bolsa bate recorde e dólar cai para menor nível desde dezembro

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Crescimento do PIB no primeiro trimestre impulsionou mercados

A bolsa bateu recorde, e o dólar caiu para o menor nível desde dezembro, após a divulgação do crescimento de 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) no primeiro trimestre. O real teve o melhor desempenho entre as moedas globais, e a bolsa aproximou-se dos 130 mil pontos pela primeira vez na história.

Por Wellton Máximo – O dólar comercial encerrou esta terça-feira (1º) vendido a R$ 5,146, com recuo de R$ 0,08 (-1,51%). A moeda norte-americana está no menor nível desde 21 de dezembro, quando tinha fechado a R$ 5,123. Com a queda de hoje, a divisa passou a acumular queda de 0,87% em 2021.

O dia foi marcado pela euforia no mercado de ações. O índice Ibovespa, da B3, subiu 1,63% e fechou aos 128.267 pontos, no maior nível da história. Essa foi a segunda sessão seguida em que o indicador encerrou em níveis recordes.

Com crescimento pelo terceiro trimestre consecutivo, o PIB retornou aos níveis anteriores ao início da pandemia de covid-19. Com a expansão de 1,2% no primeiro trimestre deste ano, em relação ao último trimestre de 2020 e de 1% na comparação entre o primeiro trimestre de 2021 e o primeiro trimestre do ano passado, o PIB foi puxado pela agropecuária e pela indústria, mas o setor de serviços teve queda de 0,8%.

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A expansão melhor que o previsto pelas instituições financeiras foi bem recebida pelos investidores porque indica que o governo pode arrecadar mais que o inicialmente estimado no Orçamento por causa do avanço na economia. O crescimento do PIB também indica que a dívida pública bruta, usada como parâmetro de comparação internacional, pode fechar o ano abaixo que do que o inicialmente estimado.

* Com informações da Reuters

Edição: Claudia Felczak

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Guedes: auxílio será prorrogado por mais 2 meses e pode ser estendido

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Custo do programa é R$ 9 bilhões por mês, diz ministro da Economia

Ministro da Economia, Paulo Guedes, com o senador Marcos Rogério (Democratas/RO).

O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta terça-feira (8) que o auxílio emergencial será prorrogado por pelo menos mais dois meses. Previsto para terminar em julho, o benefício será estendido até setembro, mas esse período ainda poderá ser ampliado, caso a vacinação da população adulta não esteja avançada.

Por Pedro Rafael Vilela – “Todos os governadores estão dizendo que toda a população adulta estará vacinada no final de setembro. Se isso não acontecer, a gente estende o auxílio emergencial. Nós estamos estendendo para agosto e setembro. Se for necessário, estenderemos mais”, afirmou Guedes, durante conferência virtual do Bradesco BBI em Londres.

“O presidente Jair Bolsonaro é quem vai decidir o prazo. Primeiro, esses dois ou três meses, e então devemos aterrissar em um novo programa social que vai substituir o Bolsa Família”, acrescentou.

Segundo Guedes, os recursos para a prorrogação do auxílio serão viabilizados por meio de abertura de crédito extraordinário. Atualmente, o custo mensal do programa, que paga um benefício médio de R$ 250 por família, é de R$ 9 bilhões.

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“O auxílio emergencial são R$ 9 bilhões por mês. Então, seriam R$ 18 bilhões por dois meses. Só que R$ 7 bilhões já estão lá de remanescente do auxílio emergencial do ano passado. Precisaríamos de R$ 11 bilhões, que viriam por crédito extraordinário”, explicou.

O novo programa social que substituirá o Bolsa Família não foi detalhado pelo ministro durante a palestra. Segundo ele, será um programa que vai incluir mais beneficiários, mas terá “linhas conservadoras” e ficará dentro da regra de teto de gastos.

O ministro também disse que o governo estuda a criação de um fundo de para a erradicação da pobreza, que poderia ser abastecido com recursos de privatizações de empresas estatais. Durante sua fala, Guedes defendeu a venda de ativos públicos e citou sua expectativa quanto à aprovação, pelo Senado Federal, da venda da Eletrobras, maior empresa de energia da América Latina. A privatização já foi aprovada na Câmara dos Deputados.

Sobre o programa de desestatizações, o ministro ainda mencionou o processo de venda dos Correios, de privatização da Cedae, a companhia de saneamento do estado do Rio de Janeiro, além da concessão recente de portos e aeroportos.

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Câmara dos Deputados aprova MP que aumenta tributação de bancos

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Texto segue para o Senado

A Câmara aprovou, nesta quarta-feira (2), a Medida Provisória (MP) 1034/21, que aumenta a tributação de instituições financeiras, reduz incentivos tributários da indústria química e limita o valor dos veículos comprados com desconto por pessoas com deficiência para compensar a diminuição de tributos sobre o diesel e o gás de cozinha (GLP). A matéria será enviada ao Senado.

Da ABR – A MP foi publicada pelo governo no dia 1º de março, quando o presidente Jair Bolsonaro publicou um decreto que zera as alíquotas da contribuição do Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (PIS) e da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) incidentes sobre a comercialização e a importação do óleo diesel e do gás liquefeito de petróleo (GLP) de uso residencial. Para cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal, como forma de compensação tributária, também foi editada uma medida provisória aumentando a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL) das instituições financeiras, alterando as regras de Imposto sobre os Produtos Industrializados (IPI) para a compra de veículos por pessoas com deficiência e encerrando o Regime Especial da Indústria Química (Reiq).

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O texto aprovado, de autoria do relator, deputado Moses Rodrigues (MDB-SP), incluiu na MP outros temas como a tributação na Zona Franca de Manaus e redistribuição do arrecadado com loterias.

Durante a tramitação, o relator incluiu, após negociações em Plenário, uma transição de quatro anos para o fim de incentivos tributários para a indústria química e petroquímica no âmbito do Regime Especial da Indústria Química (Reiq).

* Com informação da Agência Câmara

Edição: Fábio Massalli

 

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