Connect with us

Saúde

Ação integrada leva orientações, serviços e atendimento de saúde à profissionais do sexo

Publicado em

Uma ação conjunta da Prefeitura de Cuiabá,  coordenada pela Secretaria-Adjunta de Direitos Humanos, cerca de 40 (quarenta) profissionais do sexo e pessoas trans que trabalham na região do Distrito Industrial, foram atendidas com diversos serviços como vacinação da gripe, consultas médicas e odontológicas, bem como orientações básicas sobre os cuidados e as formas de prevenção contra as Infecções Sexualmente Transmissíveis- IFST’s e outros agravos. Essa foi a quarta ação realizada no local.

“Realizar essa ação demonstra a preocupação e atenção da gestão Emanuel Pinheiro quanto ao atendimento desse público tão vulnerável, que mesmo com o passar dos anos, o preconceito permanece. Por isso que sempre realizamos ações dessa natureza para que os serviços ofertados pela rede pública de saúde cheguem até elas. Isso é uma gestão humanizada”, disse a secretária- adjunta de Direitos Humanos, Christiany Fonseca.

O trabalho foi realizado em conjunto com a Secretaria Municipal de Saúde.  com os projetos Consultório de Rua e o Projeto Amor, para conscientização sobre a importância dos cuidados com a saúde. 

Leia mais:  Cuiabá inicia Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação

“Somos esquecidas em razão da forma do nosso trabalho e ainda mais, sofremos muito com a discriminação. Então quando a gente recebe eventos com uma grande oferta de serviços, a gente aproveita. Eu mesma, sempre que a equipe vem, eu consulto com o psicólogo. É muito gratificante e recompensador”, afirmou a profissional do sexo, Dayane.

“Estamos muito satisfeitas com todo esse cuidado da Prefeitura de Cuiabá por meio da Secretaria de Direitos Humanos. Aproximar os serviços, principalmente os de saúde é fundamental, uma vez que, a maioria dessas profissionais não têm tempo para se deslocar a uma unidade de atendimento. Sem falar do preconceito, que ainda prevalece entre a sociedade. As meninas pertencem a um grupo extremamente marginalizado e discriminado pela população. A nossa eterna gratidão”, declarou a ex-profissional do sexo e colaboradora do projeto Incluiabá, Xica da Silva.

Além do atendimento em saúde, a equipe da Assistência Social esteve no local para o cadastramento dessas profissionais para recebimento dos benefícios sociais do Governo Federal.

A Câmara de Vereadores por meio da Sala da Mulher, também se fez presente com a entrega de cestas básicas. “Ações pontuais como essa devem ser mantidas. A Câmara Municipal de Cuiabá é e sempre será parceira da Prefeitura e de projetos como esse. Mesmo em meio a tantas dificuldades, medos, procurem seus direitos. A Câmara de Cuiabá está de portas abertas”, ressaltou a secretária de Comunicação da Câmara, Elizângela Tenório. 

Leia mais:  Cuiabá inicia Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação

“Há cada edição conseguimos mais parceiros para que essas pessoas marginalizadas pela sociedade tenham acesso a dignidade com mais qualidade de vida e a saúde em dia”, destacou a secretária-adjunta.

O respeito a todos e todas é uma marca da Gestão do Prefeito Emanuel Pinheiro, que inclusive, vem empoderando esse grupo social dentro do quadro de servidores da Prefeitura Municipal de Cuiabá com o projeto Incluiabá, finalizou.

 

Comentários Facebook

Saúde

Cuiabá inicia Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação

Published

on

A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação 2022 começa em Cuiabá na próxima segunda-feira (15). O público-alvo desta campanha são crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade. A previsão é de que a campanha seja realizada nas unidades básicas de saúde até dia 09 de setembro. O dia “D” ocorrerá no dia 20 de agosto de 2022 em todas as UBS, das 7h30 às 17h.

Segundo o coordenador de Programas Estratégicos da Secretaria Municipal de Saúde, Wellington Assunção Ferreira, o objetivo da campanha é alcançar a cobertura vacinal igual ou maior que 95% para a vacina poliomielite, na faixa etária de 1 ano a menor de 5 anos, reduzir o número de não vacinados de crianças e adolescentes menores de 15 anos e melhorar as coberturas vacinais conforme o Calendário Nacional de Vacinação.

“É de extrema importância que os pais levem seus filhos para fazerem a atualização da caderneta de vacinação, pois por causa da pandemia muitas crianças deixaram de ser imunizadas contra várias doenças. Não podemos correr o risco de ver o retorno de doenças que já estavam totalmente controladas porque as coberturas vacinais estão abaixo do esperado”, comentou o coordenador.

Leia mais:  Cuiabá inicia Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação

Todas as vacinas disponíveis no Calendário Nacional de Vacinação para as crianças serão oferecidas durante a campanha. São elas: BCG, Pentavalente, Poliomielite Oral e Inativada, Pneumocócica 10 valente, Meningocócica C, Febre Amarela, Rotavírus, Hepatite B, Tríplice Bacteriana, Tríplice Viral, Tetra viral, Hepatite A, Varicela e HPV Quadrivalente. Para adolescentes estarão disponíveis as vacinas HPV, dT (Dupla Adulto), Febre Amarela, Tríplice Viral, Hepatite B, Meningocócica ACWY (conjugada) e dTpa (para adolescentes gestantes).

De segunda a sexta as salas de vacinação de todas as UBS estarão abertas normalmente, das 07h00 às 11h00 e das 13h00 às 17h00, com exceção das UBS Grande Terceiro e Ana Poupina, que não possuem sala de vacinação. Nas UBS de hora estendida (Clínica da Família, Ilza Terezinha Picolli, Parque Ohara e Tijucal) as salas de vacinação funcionam das 7h às 20h, sem interrupção.

 

Comentários Facebook
Continue Reading

Saúde

Hospitalizações por covid-19 mantêm tendência de alta no Norte

Published

on

Boletim InfoGripe inclui dados até 30 de julho

A Região Norte ainda apresenta uma tendência de alta na incidência da síndrome respiratória aguda grave (SRAG), cujas hospitalizações estão predominantemente associadas à covid-19 desde o início da pandemia, em 2020. A análise foi divulgada hoje (3) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Boletim InfoGripe, que inclui dados até 30 de julho.

Foto:Marco Antônio/Secom

 Por Vinícius Lisboa – Segundo a Fiocruz, nas demais regiões somente os estados de Mato Grosso, Maranhão e Piauí ainda apresentam sinal claro de manutenção de crescimento, enquanto em Sergipe é possível que a alta seja apenas uma oscilação.

O boletim InfoGripe tem explicado em suas últimas edições que a segunda onda da variante Ômicron, causada por suas subvariantes, chegou primeiro ao Sudeste, Sul e Centro-Oeste, regiões em que também terminou primeiro. No Nordeste e no Norte, o início da onda de infecções começou quase 2 meses depois, o que também levou a descida da curva de casos a ocorrer mais tarde.

O pesquisador Leonardo Bastos explica que, apesar de o cenário ser de tendência de queda na maior parte do país, o cenário ainda requer atenção. “A gente ainda está com indicadores de hospitalizações e óbitos [por SRAG] maiores que o período anterior à pandemia. Já caiu, mas ainda não o suficiente para falar que está tranquilo”.

Leia mais:  Cuiabá inicia Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação

Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, o Boletim InfoGripe mostra que oito em cada dez casos virais de SRAG foram causados pelo SARS-CoV-2. A prevalência dos demais vírus foi de 1,9% para influenza A, 0,1% para influenza B, e de 5,6% para vírus sincicial respiratório (VSR).

Óbitos

O painel de dados Monitora Covid-19, também mantido pela Fiocruz, mostra que a média móvel de óbitos se manteve acima das 200 vítimas diárias durante todo o mês de julho e continua nesse patamar no início de agosto.

O número representa um aumento em relação a abril e maio, quando chegou ficou abaixo de 100 vítimas em alguns dias. Para Leonardo Bastos, o platô está relacionado à disseminação das subvariantes da Ômicron, que provocaram uma nova onda de infecções.

“O que a gente espera é que, com a queda das hospitalizações, haja uma queda nos óbitos mais pra frente, mas o quanto mais a frente não dá para saber”, disse. “A gente espera que a queda nas hospitalizações no Sul e Sudeste se reflita nos óbitos daqui a pouco, daqui a algumas semanas”, acrescentou.

Leia mais:  Cuiabá inicia Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação

O pesquisador explica que ainda é difícil mensurar o impacto do inverno durante a onda de casos causada pelas subvariantes, “porque a covid-19 ainda não possui um comportamento endêmico descrito que pode ser tomado como base”.

“A gente acredita que há esse efeito climático, porque o clima afeta o nosso comportamento, favorecendo a transmissão de vírus respiratórios. O inverno também contribui. Agora, o quanto é do inverno e o quanto é das novas variantes a gente não consegue separar ainda”, disse o pesquisador.

Edição: Fernando Fraga

Comentários Facebook
Continue Reading

Segurança

MT

Brasil

Economia & Finanças

Mais Lidas da Semana