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AGRONEGÓCIO

Açúcar obtém pequeno avanço na Bolsa de NY na manhã desta terça-feira, mas retrocede em Londres

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Na manhã desta terça-feira (21) os contratos futuros do açúcar obtiveram uma pequena alta na Bolsa de Nova York, mas, retrocedeu no terminal de Londres. O mercado segue o apoio do petróleo, além de ficar atento à fonte.

Por volta das 08h54 (horário de Brasília), o açúcar do tipo bruto tinha valorização de 0,16% na Bolsa de Nova York, cotado a 18,76 cents/lb. Já no terminal de Londres, o tipo branco tinha queda de 0,64%, a US$ 561,80 a tonelada.

Mercado de açúcar se sente pressionado ao obter lucro na manhã desta terça-feira. No entanto, o apoio do mercado segue o salto do petróleo no financeiro, além do conhecimento da fonte.

O Brasil está avançando com a colheita 2022/23 do Centro-Sul, mas a preocupação com a qualidade da mesma existe, e muita atenção tem sido dada aos projetos relacionados ao petróleo. A índia veio a público na semana passada anunciar que limitaria os embarques de adoçantes.

Fonte: AgroPlus

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AGRONEGÓCIO

LEITE/CEPEA: Preço ao produtor acumula alta real de 20,6% no ano

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Cepea, 30/06/2022 – O preço do leite captado em maio/22 e pago aos produtores em junho/22 registrou aumento de 5,3% frente ao mês anterior, chegando a R$ 2,6801/litro na “Média Brasil” líquida do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP. Esta é a quinta alta mensal consecutiva, de modo que, desde janeiro, o leite no campo acumula valorização real de 20,6% (valores deflacionados pelo IPCA de maio/22).

Os preços do leite no campo seguem em alta, devido à menor produção. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o volume de leite cru industrializado pelos laticínios brasileiros diminuiu 10,3% no primeiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2021. Com isso, as indústrias de laticínios seguem em disputa pela compra do leite cru, matéria-prima para a produção de lácteos, para tentar evitar capacidade ociosa de suas plantas.

A restrição de oferta do leite – e, consequentemente, dos lácteos – é explicada pela entressafra da produção. Com o inverno e clima mais seco, a qualidade e disponibilidade das pastagens cai e, por isso, a alimentação do rebanho é afetada, levando à queda na produção. E é preciso destacar que, neste ano, o fenômeno climático La Ninã também intensificou os efeitos sazonais de diminuição da oferta.

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Ainda que o componente climático seja importante para explicar esse cenário, não seria exagero dizer que o principal fator que explica essa alta substancial dos preços é, de fato, o aumento dos custos de produção. Segundo pesquisas do Cepea, o Custo Operacional Efetivo (COE) da atividade esteve em alta nos últimos três anos – de janeiro de 2019 a maio de 2022, o avanço no COE foi de expressivos 56%.

Observa-se, assim, que toda estrutura de produção foi se encarecendo nos últimos anos, espremendo as margens dos produtores. Diante desse cenário, muitos pecuaristas enxugaram investimentos ou saíram da atividade. Para assegurar alguma rentabilidade, produtores também recorreram ao abate de animais, atraídos pelos elevados preços da arroba. De acordo com dados do IBGE, o número de vacas e novilhas abatidos no primeiro trimestre de 2022 aumentou 11,4% e 17,2%, respectivamente, em relação ao mesmo período do ano passado.

Levando-se em conta que a produção de leite é uma atividade de ciclo operacional longo, pode-se dizer, portanto, que esse cenário observado atualmente é resultado de um longo período de aumentos consistentes nas cotações dos insumos agropecuários, que corroeu margens de produtores e de laticínios por muitos meses. Agentes do setor consultados pelo Cepea relatam que essas altas nos preços dos lácteos vinham sendo represadas, já que a demanda brasileira está bastante fragilizada. Contudo, a redução drástica da oferta levou a uma situação generalizada de queda nos estoques de derivados lácteos, o que tem sustentado o avanço dos preços ao consumidor.

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PERSPECTIVA – A expectativa do setor é de que os preços no campo sigam firmes, à medida que a oferta continuou baixa em junho. O levantamento do Cepea mostra que, em Minas Gerais, o preço médio mensal do leite spot subiu fortes 26,2% de maio para junho, em termos reais, chegando a R$ 3,80/litro na média mensal. Grade parte desse aumento ocorreu da primeira para a segunda quinzena do mês, quando o preço médio subiu 20,8% e atingiu R$ 4,16/litro. Com a matéria-prima mais cara e estoques enxutos, os derivados lácteos seguiram fortemente valorizados em junho. De acordo com a pesquisa do Cepea/OCB (Organização das Cooperativas Brasileiras), na negociação entre laticínios e canais de distribuição do estado de São Paulo, os preços médios mensais do leite UHT e da muçarela avançaram quase de 18% de maio para junho.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado lácteo aqui, por meio da Comunicação do Cepea e com a pesquisadora Natália Grigol: cepea@usp.br.

Fonte: CEPEA

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AGRONEGÓCIO

BOI/CEPEA: Peso médio de bezerro atinge recorde no 1º semestre

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Cepea, 30/06/2022 – Dados do Cepea mostram que o peso médio do animal de reposição (de 8 a 12 meses, nelore, comercializado em Mato Grosso do Sul) neste ano (de janeiro a junho) está em 213,15 quilos por cabeça.

Trata-se de um recorde, tanto considerando-se os seis primeiros meses de anos anteriores como também as médias anuais, desde fevereiro de 2000 (início da série do bezerro do Cepea).

Esse cenário evidencia que, apesar dos elevados custos de produção, o pecuarista brasileiro vem investindo em tecnologia ao longo dos últimos anos.

E os resultados destes esforços vêm sendo observados pelo aumento na oferta de reposição e, sobretudo, pelo maior peso do bezerro. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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