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ENERGIA

Ager inicia fiscalização na Rede Cemat

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Com o objetivo de garantir a qualidade do fornecimento de energia elétrica aos consumidores de Mato Grosso, a Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados do Estado de Mato Grosso (Ager) inicia, no próximo dia 13 de outubro, a fiscalização anual da qualidade dos serviços de distribuição prestados pela concessionária de energia elétrica do Estado, a Rede Cemat.
De acordo com o diretor regulador de Energia Elétrica, Pedro Paulo Carneiro Nogueira, além de verificar o cumprimento da Legislação e do Contrato de Concessão de Distribuição entre a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) e a Rede Cemat, a Agência ainda avaliará o desempenho das áreas técnica e comercial no que diz respeito aos aspectos de qualidade do fornecimento de energia elétrica e da prestação do serviço. “Os técnicos da Ager fiscalizarão todos os serviços prestados pela Rede Cemat, além de visitar as agências comerciais da concessionária no Estado para a verificação da qualidade do atendimento aos consumidores desde a solicitação da segunda via da conta até uma reclamação mais complexa”, explicou o diretor.
Outro trabalho desenvolvido no período de fiscalização é a verificação dos processos de ressarcimento aos usuários por danos, como, por exemplo, a queima de aparelhos eletroeletrônicos, que podem ocorrer quando ocorre alguma queda de energia brusca ou oscilações freqüentes. Também serão realizadas fiscalizações na qualidade do atendimento do número 0800 disponibilizado pela Rede Cemat, nos programas de obras e investimentos da concessionária, na manutenção de sub-estações, linhas de transmissão e distribuição e o atendimento de ligação e religação da energia elétrica.
Com o objetivo de ouvir a sociedade e colher subsídios e informações no que se refere à qualidade dos serviços prestados à população pela concessionária de energia elétrica, a Ager realizou duas consultas públicas este ano: no mês de julho, em Paranatinga, e no mês de agosto, em Peixoto de Azevedo. As consultas, realizadas em parceria com a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), foram determinantes para avaliar os serviços e orientar esta fiscalização.
A Aneel, por meio de um convênio, delegou há sete anos para Ager a fiscalização da distribuição, geração e qualidade da energia elétrica no Estado. O convênio permite que a Agência Reguladora faça notificações e autuações à concessionária de energia elétrica e aos empreendedores de usinas termelétricas e hidrelétricas.
Segundo o diretor regulador, este ano a Ager já realizou a fiscalização DEC/FEC 2007, que apura os indicadores de duração equivalente de interrupção por unidade consumidora (DEC) e freqüência equivalente de interrupção por unidade consumidora (FEC). “A Agência também já deu início às fiscalizações da geração de energia elétrica. Elas seguem até o fim do ano. Até lá serão realizadas 68 visitas em 52 empreendimentos de geração em Mato Grosso”, disse Pedro Paulo.
Ouvidoria
De janeiro a junho deste ano, a Ager recebeu 6.426 solicitações de ouvidoria com relação à energia elétrica. Essas solicitações variam desde informações a reclamações e sugestões, sendo a maioria destas sobre o atendimento da Rede Cemat, o 0800 da concessionária; variação de consumo, consumo elevado ou erro de leitura; ressarcimento de danos elétricos; cobrança indevida; pedido de religação, entre outras.
Os usuários que buscaram solucionar seus problemas na concessionária de energia elétrica e não obtiveram resultados satisfatórios, podem procuram a ouvidoria da Ager por meio do 0800 647 6464, das 7h às 18h; a sede da Agência, localizada na Avenida Carmindo de Campos, nº 329, no bairro Shangri-lá, em Cuiabá, das 8h às 12h e 14h às 18h; e ainda acessar o site www.ager.mt.gov.br.
Mais informações pelo telefone 3618-6121 e 3618-6126.
Fonte: BRUNA DOCK /Assessoria/Ager-MT

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ENERGIA

Como funciona a nova bandeira tarifária de energia elétrica

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Criadas em 2015, tarifas refletem custo variável na produção elétrica

Desde o último dia 1º, os brasileiros estão sentindo no bolso os impactos da escassez de chuvas nas usinas hidrelétricas. Com a criação da bandeira de escassez hídrica, o consumidor passará a pagar R$ 14,20 extras a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Por Wellton Máximo e Marcelo Brandão – A cobrança extra será feita até 30 de abril de 2022 e encarecerá a conta de energia, em média, em 6,78%, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). A bandeira de escassez hídrica substitui a bandeira vermelha 2, em vigor desde junho e que sofreu reajuste de 52% em julho.

Inicialmente, o patamar 2 da bandeira vermelha estava em R$ 6,24 para cada 100 kWh. Com o reajuste, o valor havia subido para R$ 9,49 em julho. Na prática, a bandeira de escassez hídrica cria outro patamar, com a cobrança de R$ 14,20. O aumento não é calculado sobre o valor total da conta de luz, mas a cada 100 kWh consumidos.

Custos variáveis

Criadas em 2015 pela Aneel, as bandeiras tarifárias refletem os custos variáveis da geração de energia elétrica e é dividida em níveis. Elas indicam quanto está custando para o Sistema Interligado Nacional (SIN) gerar a energia usada nas casas, em estabelecimentos comerciais e nas indústrias. Quando a conta de luz é calculada pela bandeira verde, significa que a conta não sofre nenhum acréscimo.

A bandeira amarela significa que as condições de geração de energia não estão favoráveis, e a conta sofre acréscimo de R$ 1,874 por 100 quilowatt-hora (kWh) consumido. A bandeira vermelha mostra que está mais caro gerar energia naquele período. A bandeira vermelha é dividida em dois patamares. No primeiro patamar, o valor adicional cobrado passa a ser proporcional ao consumo, na razão de R$ 3,971 por 100 kWh; o patamar 2 aplica a razão de R$ 9,492 por 100 kWh.

“Com as bandeiras tarifárias, o consumidor ganha um papel mais ativo na definição de sua conta de energia. Ao saber, por exemplo, que a bandeira está vermelha, o consumidor pode adaptar seu consumo e diminuir o valor da conta (ou, pelo menos, impedir que ele aumente)”, explica a Aneel.

Por que a conta aumenta?

A usina hidrelétrica, que gera energia a partir da força da água nos reservatórios, é a mais barata e a primeira opção do SIN. Por isso, em épocas de muita chuva e reservatórios cheios, a bandeira tarifária costuma ser a verde, porque a energia está sendo produzida em grande capacidade e em condições favoráveis

Em períodos de estiagem, quando o nível dos reservatórios diminui, é necessário captar energia de outros tipos de usina, como as termelétricas. Esse tipo de usina gera energia a partir de combustíveis fósseis, como carvão, diesel e gás. Além de ser mais poluente, é menos eficaz e mais cara. Por isso, quando as termelétricas são acionadas, o custo da geração de energia aumenta e a bandeira tarifária muda, já que as condições de produção ficam menos favoráveis.

Quem faz a avaliação das condições de geração de energia no país é o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). É ele que define a melhor estratégia de geração de energia para atendimento da demanda. Ela define a previsão de geração hidráulica e térmica, além do preço de liquidação da energia no mercado de curto prazo.

Edição: Pedro Ivo de Oliveira

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ENERGIA

Conta de luz seguirá na bandeira vermelha 2 em setembro

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Custo de 100 kilowatt-hora permanece em R$ 9,492

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) decidiu, nesta sexta-feira (27), manter a bandeira vermelha, patamar 2, para o mês de setembro. Com isso, o custo de cada 100 kilowatt-hora (kWh) consumido continua sendo de R$9,492. Segundo a agência, o mês de agosto, que está chegando ao fim, manteve o estado crítico dos reservatórios das usinas hidrelétricas do país.

Por Pedro Rafael Vilela –  “Agosto foi mais um mês de severidade para o regime hidrológico do Sistema Interligado Nacional (SIN). O registro sobre as afluências às principais bacias hidrográficas continuou entre os mais críticos do histórico. A perspectiva para setembro não deve se alterar significativamente, com os principais reservatórios do SIN atingindo níveis consideravelmente baixos para essa época do ano”, informou a Aneel.

Em períodos de seca, e consequente baixa nos níveis dos reservatórios, é necessário captar energia de outros tipos de usina, como as termelétricas. Esse tipo de usina gera energia a partir de combustíveis fósseis, como diesel e gás. Além de ser mais poluente, é mais cara. Por isso, quando as termelétricas são acionadas, o custo da geração de energia aumenta e a bandeira tarifária muda.

Dentre as dicas trazidas pela Aneel para reduzir o valor da conta de luz, estão o uso racional do chuveiro elétrico (banhos de até 5 minutos e em temperatura morna); do ar condicionado (manter os filtros limpos e reduzir ao máximo seu tempo de utilização); da geladeira (só deixar a porta da geladeira aberta o tempo que for necessário, regular a temperatura interna de acordo com o manual de instruções e nunca colocar alimentos quentes dentro da geladeira); e do ferro de passar (juntar roupas para passar de uma só vez e começar por aquelas que exigem menor temperatura).

Edição: Fábio Massalli

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