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Agropecuária cria 195 mil empregos de janeiro a setembro

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Brasília (27/10/2021) – A agropecuária gerou, de janeiro a setembro deste ano, saldo positivo de 194.990 novos postos de trabalho, 8% do total de empregos com carteira assinada no país (2.559.594). É o que mostra o Comunicado Técnico da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que analisou os dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho.

No Comunicado, a CNA ressalta que a agropecuária manteve o ritmo de criação de empregos em relação ao acumulado de janeiro a setembro do ano passado, quando gerou 104.410 novas vagas, enquanto setores como serviços e comércio, nos nove primeiros meses de 2020, acumulavam perda de 382.242 e 307.444 postos, respectivamente.

Em setembro, a agropecuária registou criação líquida de 9.084 vagas, com destaque para a região Nordeste, que gerou 11.059 empregos. O Norte e o Centro-Oeste também tiveram saldo positivo de 1.075 e 466 vagas, respectivamente. Por outro lado, houve fechamento de empregos nas regiões Sul (-39) e Sudeste (-3.477).

Pernambuco foi o estado com maior geração de empregos no setor, com criação de 5.957 novas vagas, seguido por Rio Grande do Norte (1.634), Sergipe (1.589) e Alagoas (1.105). Em dez unidades da federação, houve saldo negativo, sendo os principais: Minas Gerais (-2.361), São Paulo (-881), Maranhão (-638) e Paraná (-446).

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Entre as atividades agropecuárias, as que mais contribuíram para a criação de novas vagas em setembro foram o cultivo de cana-de-açúcar (4.896), cultivo de soja (2.857), cultivo de uva (2.567), criação de bovinos para corte (1.283) e cultivo de melão (1.175).

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Fonte: CNA Brasil

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Olimpíada Rural 2021 divulga vencedores

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A Olimpíada Rural 2021 chegou ao fim, no dia 3 de dezembro, com a divulgação das cinco equipes vencedoras desta edição. No total, 20 alunos foram premiados. A competição educacional envolve estudantes que participaram dos programas Jovem Agricultor Aprendiz (JAA) e Aprendizagem de Adolescentes e Jovens (AAJ), promovidos pelo Sistema FAEP/SENAR-PR, com o objetivo de estimular o empreendedorismo e a inovação entre jovens do meio rural, além de prepará-los para o mercado de trabalho. A exemplo do ano passado, em razão da pandemia do novo coronavírus, esta edição da Olimpíada Rural transcorreu de forma online. No total, 75 alunos divididos em 15 equipes participaram da disputa.

“A Olimpíada Rural ressalta a ênfase do Sistema FAEP/SENAR-PR na formação de jovens, não só preparando para o mercado de trabalho, mas, principalmente, formando cidadãos melhores”, disse o presidente da entidade, Ágide Meneguette.

Veja os vencedores da Olimpíada Rural 2021

Como prêmio, os integrantes da equipe campeão ganharam uma medalha e um celular Motorola G9. Os outros premiados receberam uma caixa de som JLB (os segundos colocados), uma smart TV LG (terceiros lugares), um smartwatch (quartos lugares) e um headphone (quintos colocados).

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Os vencedores foram definidos por uma banca examinadora formada por técnicos do Sistema FAEP/SENAR-PR, que avaliaram um estudo de caso elaborado por cada equipe. Os alunos se debruçaram sobre situações e problemas reais que ocorrem em uma propriedade rural e propuseram soluções, aplicando os conhecimentos adquiridos ao longo dos programas JAA e AAJ.

“As reuniões entre os alunos e as interações ocorreram todas de forma virtual, com supervisão de um supervisor do SENAR-PR. Os estudos de caso foram postados pelas equipes no meio virtual, para que a banca pudesse fazer a avaliação. Ou seja, tudo de forma remota”, disse Regiane Hornung, técnica do Departamento de Planejamento e Controle (DEPC) do Sistema FAEP/SENAR-PR.

Programas

O programa JAA traz conhecimentos e competências que acompanham os alunos por toda a vida, como como comunicação, liderança, trabalho em equipe e cidadania. Na segunda fase, os participantes frequentam módulos específicos, voltados a uma atividade rural: pecuária leiteira, fruticultura, mecanização, agricultura orgânica, olericultura ou cana-de-açúcar.

O AAJ, por sua vez, as aulas são destinadas à prática profissional, aprofundando conhecimentos na atividade escolhida pelo aluno. O programa é dividido em três fases: Núcleo Básico, no qual os jovens desenvolvem competências comportamentais (gestão de pessoas, comunicação, liderança, cidadania, entre outros); Núcleo Específico, em que são abordados os conteúdos voltados à atividade profissional que vão desenvolver; e Prática Profissional, que ocorre nas oficinas das usinas, no caso das empresas do grupo Santa Terezinha.

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Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

CNA apresenta panorama tributário no agro

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Brasília (03/12/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu a live “Judiciário e o Agro: Panorama Tributário”, na sexta (3).

O debate foi moderado pelas assessoras jurídicas da CNA, Viviane Faulhaber e Raquel Andrade, e contou com a participação do advogado e consultor Legislativo da Câmara dos Deputados, Celso de Barros Correia Neto, e do assessor do Supremo Tribunal Federal (STF), Pedro Júlio Sales D’Araújo.

“A ideia é comentar alguns processos tributários que estão em trâmite no Judiciário, principalmente nos tribunais superiores, e que são estratégicos para o setor agropecuário”, afirmou Raquel Andrade.

O encontro foi dividido em dois temas conforme a jurisprudência do STF: multas tributárias e não confisco e guerra fiscal do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

O consultor Legislativo da Câmara dos Deputados abordou o primeiro assunto. Celso Neto falou sobre a busca de parâmetros pela jurisprudência do STF para o estabelecimento de patamar máximo razoável para as multas tributárias e analisou o papel que a Corte deve assumir em relação ao tema.

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“A nossa maior preocupação é apurar se há uma medida possível que dê mais segurança jurídica para os produtores rurais, tendo em vista essa ausência de uma parametrização das multas fiscais. Sem isso, a tendência é de aumento de custo de produção e esse custo, eventualmente, vai aumentar o preço do próprio alimento futuramente”, disse Viviane Faulhaber.

Pedro D’Araújo avaliou a guerra fiscal e o STF a partir de quatro pontos: panorama histórico, a resposta do Supremo, desdobramentos da jurisprudência e soluções. Ele destacou a atuação do tribunal em matéria de controle de constitucionalidade de benefícios fiscais de ICMS concedidos em desacordo com a CFRB/88 e as tentativas de solução por parte do Judiciário (Proposta de Súmula Vinculante nº 69) e do Congresso (Lei Complementar 160/2017).

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Fonte: CNA Brasil

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