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Saúde

Brasil passa a marca de 53 milhões de doses de vacinas Covid distribuídas

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Ao todo, quase 32,5 milhões de doses foram aplicadas; Queiroga inaugurou uma unidade básica de saúde na Paraíba e vacinou um técnico em enfermagem

Da Agência Saúde – Em visita ao município de Campinha Grande (PB), neste sábado (17/04), o ministro Marcelo Queiroga anunciou a chegada de mais 4 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. Os imunizantes irão reforçar a vacinação da população brasileira contra a covid-19. A entrega é resultado do diálogo que o Governo Federal vem mantendo com os laboratórios. Hoje, o Brasil ocupa a 5º posição de país que mais vacina e o 9º lugar no ranking global por 100 mil habitantes.

 Em visita aos hospitais, Queiroga lembrou os esforços que o Governo Federal realiza para a compra de vacinas – considerando a eficácia e segurança dos imunizastes autorizados pela Agência de Vigilância Sanitária (Anvisa).
 
“O Governo Federal tem se empenhando muito. Recentemente nós conseguimos a antecipação de 15 milhões de doses da vacina da Pfizer, que chegarão até junho, e, agora para maio, conseguimos, através do consórcio internacional Covax Facility, mais 4 milhões de doses. Estamos avançando, mas precisamos da união de todos”, disse.
 
O ministro destacou a necessidade do trabalho em conjunto entre os governos federal, estaduais e municipais, para avançar na vacinação. “Temos que trabalhar de maneira harmônica para atingir os objetivos que são de todos”, afirmou.
 
Durante a visita à Campina Grande, o chefe da pasta da Saúde visitou o Hospital Municipal Pedro I, referência no tratamento da covid-19, a maternidade do Instituto Elpídio de Almeida, que atende pacientes de pelo menos 186 municípios paraibanos, além do Núcleo de Tecnologia Estratégica em Saúde (NUTES) da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB).
 
“O Ministério da Saúde tem uma parceria para transferência de tecnologia para o SUS, junto ao NUTES, como monitores, desfibriladores, que compõe as UTIs e aumentam as chances dos brasileiros que têm covid-19, e os que não têm, alcançarem uma expectativa de vida maior”, pontuou Queiroga. “O estado (da Paraíba) tem potencial para produzir tecnologias de ponta para auxiliar o Sistema Único de Saúde (SUS)”, concluiu.
 
No início da tarde deste sábado (17/04), Queiroga visitou ainda o município de Patos (PB). O ministro foi a Unidade de Saúde da Família, que realiza um importante trabalho na atenção primária à saúde dos habitantes.

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Saúde

Anvisa orienta suspensão de vacina da AstraZeneca para grávidas

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Recomendação saiu em nota emitida pela agência

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recomendou a suspensão imediata do uso da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca/Fiocruz para mulheres gestantes. A orientação está em Nota Técnica emitida pela agência.

© Agência Brasil

Por Karine Melo e Ludmilla Souza – A orientação da Anvisa é que a indicação da bula da vacina AstraZeneca seja seguida pelo Programa Nacional de Imunização (PNI). A decisão é resultado do monitoramento de eventos adversos feito de forma constante sobre as vacinas contra a covid-19 em uso no país.

“O uso off label de vacinas, ou seja, em situações não previstas na bula, só deve ser feito mediante avaliação individual por um profissional de saúde que considere os riscos e benefícios da vacina para a paciente. A bula atual da vacina contra a covid-19 da AstraZeneca não recomenda o uso da vacina sem orientação médica”, ressaltou a Anvisa.

A vacina vinha sendo usada em gestantes com comorbidades. Agora, só podem ser aplicadas nas grávidas a Coronavac e a Pfizer.

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São Paulo

Devido a essa orientação da Anvisa, a prefeitura de São Paulo suspendeu preventivamente a aplicação de vacinas contra covid-19 da AstraZeneca/Fiocruz para gestantes. A suspensão será mantida até que ocorra uma nova orientação por meio do Programa Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde.

A vacinação contra a covid-19 permanece em andamento e ganhou novos públicos elegíveis nesta terça-feira (11): metroviários, ferroviários, mães de recém-nascidos com comorbidades e pessoas com deficiência permanente inscritos no Benefício de Prestação Continuada (entre 55 e 59 anos).

*Texto atualizado com os dois últimos parágrafos, que tinham sido publicados originalmente como uma matéria. Os textos foram incorporados em uma única matéria por tratarem do mesmo assunto.

 

Edição: Kleber Sampaio

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Saúde

Representante da Anvisa diz que vacina Sputnik V não está inviabilizada no Brasil

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O gerente-geral de Medicamentos e Produtos Biológicos da Anvisa, Gustavo Mendes, disse que a negativa para a importação da vacina Sputnik V decidida pela agência na segunda-feira (26) não “inviabiliza” o uso do imunizante no País, pois a análise pode ser refeita com novos dados.

Mas Mendes também afirmou, nesta terça-feira (27), aos deputados da comissão externa da Câmara que acompanha o combate à pandemia que, durante o processo de avaliação técnica, os representantes do Instituto Gamaleya, da Rússia, afirmaram não ter alguns dos dados solicitados.

Gustavo Mendes se referia à constatação, pela Anvisa, de que a vacina contém adenovírus que se replicariam no organismo, quando isso não seria permitido pelas regras internacionais. Na vacina russa, o adenovírus é usado para levar informações sobre o coronavírus para o organismo humano.

Mendes explicou que, constatada a replicação, os russos deveriam apresentar estudos que mostrassem a segurança do método. “Os russos colocaram nos seus laudos de controle de qualidade apresentados para gente, um percentual aceitável de adenovírus replicante. Isso nos chamou muita atenção e nós questionamos. Não é possível ter esse adenovírus replicante”, explicou.

Segundo o gerente-geral da Anvisa, a alternativa é o desenvolvimento de outra vacina. “Os russos nos responderam dizendo que não viam nenhum problema nisso e que não tinham dados para falar sobre a segurança desse adenovírus replicante. E que mais de 60 países já estavam utilizando”, completou.

Mendes também fez referência à falta de controle de impurezas na vacina, dados sobre reações adversas, e até a dificuldade de acesso da equipe da Anvisa que foi à Rússia visitar o Instituto Gamaleya. “Os testes de qualidade que são feitos nos lotes da vacina Sputnik são testes que não condizem com um mínimo de testes para aprovação de lote. Nós também vimos que os estudos clínicos que foram apresentados não respondem a questões essenciais sobre se realmente a eficácia da vacina é essa que está sendo alegada. ”

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Dúvidas
A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) questionou se a Anvisa tem dúvidas sobre a vacina por falta de dados ou se já sabe que alguns pontos seriam incontornáveis para a aprovação. “O senhor colocou aqui uma série de afirmações sobre a vacina Sputnik e ao mesmo tempo diz que não tem as documentações, os dados. Então eu pergunto se a questão das impurezas, ou da replicação do vírus, ou dos testes de qualidade, (se essas) são afirmações ou se são dúvidas pela ausência dos dados”, disse a deputada.

Mendes respondeu que são dúvidas porque faltam dados. A deputada Mariana Carvalho (PSDB-RO), uma das autoras do requerimento da audiência, disse que é confuso saber que 62 países aprovaram a vacina, mas ainda existem tantas dúvidas sobre ela. “Eu confesso que deixa a gente com algumas perguntas quando a gente vê realmente outros países vacinando a sua população. Será que esses países estão sendo tão irresponsáveis de colocar a vida dos seus cidadãos numa condição de risco? ”, observou a deputada.

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Consórcios estaduais
Carlos Gabas, do consórcio de nove estados nordestinos que pretendem adquirir 37 milhões de doses da Sputnik V, disse que estava em reunião com representantes do fundo russo que disponibiliza a vacina naquele momento da audiência e que solicitaria o envio dos dados que faltam para a Anvisa. Também há um consórcio de seis estados e o Distrito Federal que quer comprar 28 milhões de doses. O governo federal pretende comprar 10 milhões de doses da Sputnik V.

Representantes do Instituto Gamaleya não falaram na audiência, alegando que a reunião começou atrasada e que não poderiam permanecer. Nas redes sociais, o instituto disse que a decisão da Anvisa é de natureza política. Muitos deputados argumentaram que, diante da situação atual do Brasil, o risco de usar a vacina seria muito menor que o de não usar.

Grávidas
A coordenadora do Programa Nacional de Imunização, Franciele Francinato, informou que o Ministério da Saúde resolveu incluir as grávidas nos grupos prioritários de vacinação em função do número de mortes no grupo. Serão vacinadas primeiro as que têm comorbidades e serão usadas vacinas da Pfizer, Butantan e Fiocruz. O primeiro lote da Pfizer com 1,35 milhão de doses deve começar a ser aplicado a partir do dia 3 de maio.

Fonte: AMM

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