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Câmara de Cuiabá arrecada leite materno suficiente para alimentar mais de 250 bebês em UTI Neonatal

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Com o intuito de incentivar as doações de leite materno ao Hospital Geral e Maternidade de Cuiabá, a Sala da Mulher da Câmara de Cuiabá realizou, nesta quarta-feira (15), a campanha Boa Ação é Doação- Leite Materno, que irá beneficiar bebês que estão em tratamento na UTI Neonatal.

Na Sala de Amamentação Ernestina Ferreira Nascimento, inaugurada em maio deste ano, diversas lactantes contribuíram com a campanha. O encontro arrecadou cerca de cinco litros de leite materno.

Segundo o coordenador do Banco de Leite do Hospital Geral Marcus Vinícius de Carvalho cada 200 ml é suficiente para alimentar 10 bebês. “Os litros de leite arrecadados hoje na Câmara de Cuiabá serão suficientes para alimentar 250 bebês. A doação de leite materno é sempre muito bem vinda”, destacou

“Nós mães acabamos desperdiçando esse leite ao invés de fazer uma doação que é algo tão simples, rápido e fácil. Eu achei muito legal e bonita essa iniciativa”, comentou a modelo Thayna Mello.

A voluntária da Sala da Mulher, Amabila Camargo e a coordenadora da Sala da Mulher, Jéssica Fernandes, que articularam a parceria com a unidade de saúde, acompanharam as mães durante todo o mutirão.

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“Agradeço todas as mães que vieram e doaram o seu leite, agradeço ao banco de leite do hospital e ao vereador Juca do Guaraná que nos apoiou nessa iniciativa. Estamos muito felizes com a campanha, esse é o papel da Sala da Mulher da Câmara Municipal, ajudar umas às outras”, disse Amabila.

O presidente da Câmara, vereador Juca do Guaraná Filho (MDB) parabenizou as mães que fizeram a doação e destacou o trabalho do Legislativo em prol de ações que beneficiem a saúde do município.

“Essa ação demonstra o compromisso desta Casa de Leis com as mulheres. Nosso papel, como poder público, é ajudar aqueles que precisam. Hoje fico feliz em ver que em 35 dias após a inauguração, a Sala de Amamentação segue honrando seu compromisso, com campanhas que vêm ao encontro das necessidades das mulheres. Agradeço a todos os envolvidos. Esse evento é um marco na história da Câmara Municipal de Cuiabá em parceria com o Hospital Geral”, destacou.

A enfermeira Maria de Lourdes, frisou que o hospital precisa de doações e que, atualmente, 20 crianças estão em tratamento na UTI. “Leite é vida, leite salva vidas. A maioria das mães que têm bebês na UTI não conseguem tirar o leite, então, é necessário que seja feita essa doação de leite de outras mães que estão produzindo, com seus bebês saudáveis”, explicou.

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CPI do MEC deverá ser decidida nesta semana, diz Pacheco

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Deputados vão propor suspensão da tramitação de projeto que altera legislação sobre o Pantanal

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Foto: Ronaldo Mazza

Após audiência pública realizada na manhã de quinta-feira (30), o deputado Lúdio Cabral (PT) vai recomendar a suspensão da tramitação do Projeto de Lei 561/2022, que altera dispositivos da Lei 8.830/2008 para que possam apresentar emendas para conter o que ele chamou de “verdadeiras ameaças” ao Pantanal e aos povos tradicionais. Durante toda a manhã, representantes de diferentes segmentos da sociedade, como quilombolas, indígenas, pesquisadores, pecuaristas e políticos apresentaram posicionamentos e a grande parte dos presentes afirmou não ter participado da construção da proposta apresentada na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT).

O PL 561/2022, aprovada em primeira votação no plenário, propõe uma série de adequações na Lei 8.830/2008 com intuito de viabilizara pecuária extensiva, como a permissão manejo de vegetação nativa, uso do fogo, introdução de pastagem exótica e a construção de empreendimentos de infraestrutura e abastecimento. O deputado Lúdio Cabral aponta que é justamente neste ponto que a legislação abre brechas para que sejam construídas.

“A pecuária extensiva está sendo utilizada como bode expiatório. O problema concreto e bastante objetivo é a hidrovia no rio Paraguai. Se esse projeto for adiante da forma como está, e ontem o Consema debateu sobre o licenciamento de um porto no Pantanal, esse tipo de empreendimento passa a ser permitido. Nós temos que fazer ao contrário, proibir hidrovia no rio Paraguai, proibir a construção de PCH (Pequena Central Hidrelétrica), não apenas na planície alagável, mas em toda a bacia do Alto Paraguai”.

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Foto: Marcos Lopes

Fora isso, um problema bastante citado ao longo da audiência pública foi à ausência dos povos tradicionais no processo de elaboração do texto. Ribeirinhos, indígenas, quilombolas e pesquisadores de outras entidades de pesquisas reclamaram que não estão contemplados e nem foram ouvidos. “Os ribeirinhos são os mais importantes, quem vivem todos os dias no Pantanal e ninguém foi lá nos ouvir. Não tem mais peixes nos rios e a culpa é da usina de Manso”, desabafou.

A líder indígena Eliane Xunakalo destacou que povos indígenas vivem no Pantanal e que isso não pode ser ignorado. “Existe um protocolo de consulta que não foi cumprido. Não é apenas vir em audiência pública, precisamos ser consultados da maneira correta”.

Representando os pecuaristas, Ricardo Arruda Figueiredo, destacou a importância da atualização legislativa para viabilizar a atividade pecuária na região. Arruda lembrou que grande parte das fazendas produtoras do Pantanal foram esvaziadas e que o rebanho bovino, que já foi de 1,2 milhão, hoje está estimado em 420 mil cabeças. “É preciso garantir a conservação do meio ambiente, mas também a sustentabilidade econômica das pessoas que vivem lá”.

Com relação à urgência na aprovação do projeto, o produtor rural destacou que eles estão no tempo limite para fazer a limpeza da vegetação combustível, visto que o período de estiagem se aproxima e há riscos de incêndios florestais. Lúdio Cabral, entretanto, destacou que um decreto de 2021 já regulamentou o manejo da vegetação e que cabe à Secretaria de Meio Ambiente (Sema) viabilizar o licenciamento para que os produtores limpem os campos.

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Além de barrar a construção de empreendimentos no Pantanal, o deputado Lúdio Cabral destacou que o texto apresentado, com base no estudo feito pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), não traz dados importantes que estão na nota técnica da Embrapa, como limite do uso de pastagem exótica, de uso das reservas legais e do uso do fogo.

A secretária de Estado de Meio Ambiente, Maurren Lazzaretti, participou de forma virtual da reunião e afirmou que é possível inserir as sugestões no texto da lei ou por meio de decreto, até porque algumas situações podem mudar ao longo do ano, como o tipo de vegetação que pode ser manejada.

O deputado Wilson Santos (PSD) também participou da audiência e destacou a necessidade de interromper o rito da tramitação do projeto para que mais atores envolvidos sejam ouvidos. “Precisamos prolongar a discussão, falar mais com as comunidades indígenas, ouvir os apicultores ouvir os pescadores, ouvir os ribeirinhos, ouvir todos que frequentam e vivem do Pantanal. Se isso não for feito, corre o risco de todo esse trabalho aqui na Assembleia ser anulado”.

O presidente da Comissão de Meio Ambiente, deputado Carlos Avalone (PSDB), participou do começo da audiência mas saiu antes de se posicionar sobre as manifestações apresentadas.

Fonte: ALMT

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