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AGRONEGÓCIO

Carbono Neutro traz reflexos positivos ‘de ponta a ponta’ na produção agropecuária

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Técnicas como plantio direto, manejo de pastagens e integração lavoura pecuária floresta fazem de Mato Grosso do Sul um modelo nas ações voltadas à mitigação de gases de efeito estufa. Com ações de educação, meio ambiente e assistência técnica no campo, o Sistema Famasul tem contribuído com o avanço de MS como estado carbono neutro. 

“O carbono é um dos elementos mais importantes na natureza e existem várias práticas que fazem com que se acumule carbono para que ele não fique disponível na atmosfera. O estímulo a essa práticas nos leva ao que chamamos sequestro de carbono, temos o que se chama de sequestro de carbono”, explica o consultor técnico do Sistema Famasul, Clóvis Tolentino, a respeito do processo de retirada de gás carbônico da atmosfera.

Nesse sentido, segundo o analista, o agronegócio sul-mato-grossense é referência nas ações de sustentabilidade, incluindo a redução de carbono.

“Em Mato Grosso do Sul temos vários exemplos dessas boas práticas. Quase a totalidade do nosso cultivo de grãos é feita com plantio direto. O estado é líder em integração agricultura, pecuária e floresta. Também percebemos isso no montante de florestas plantadas, no espaço ocupado por uma pecuária mais intensiva, em que se tem manejo de pastagens”, detalha.

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Essas ações acabam tendo um resultado positivo para o meio ambiente e também para o bolso do produtor rural.

“Para o produtor rural essa é uma boa oportunidade de promover mais ganhos. Temos, por exemplo, a carne bovina, que já é comercializada nessa modalidade de carbono neutro e tem um valor melhor. É uma modalidade já consolidada e testada, que traz um valor agregado ao produto”, diz.

O Sistema Famasul, por meio da Assistência Técnica e Gerencial, dos cursos do Senar MS, e dos eventos técnicos, palestras, capacitações e ações educacionais, tem contribuído para o avanço de práticas sustentáveis que estimulem Mato Grosso do Sul a atingir a meta de se tornar estado carbono neutro até 2030.

“A instituição está ajudando muito nessa transformação. Levamos essa informação para que o produtor rural possa fazer ajustes e adotar uma produção com menor emissão de carbono. Fazer parte desse momento é realmente uma oportunidade muito gratificante. Com isso ganha o produtor, ganha a sociedade e ganha o nosso planeta”, finaliza Clóvis.

Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

BOI/CEPEA: Relação de troca é a pior da história para recriador

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Cepea, 28/10/2021 – Dados do Cepea mostram que a atual relação de troca de arrobas de boi gordo por animais de reposição atingiu o momento mais desfavorável ao pecuarista recriador, considerando-se toda a série histórica do Cepea, iniciada em 2000, no caso do bezerro. Quando consideradas as médias mensais deflacionadas pelo IGP-DI (base setembro/21), o pecuarista de São Paulo precisa, na parcial de outubro (até o dia 26), de 10,17 arrobas de boi gordo para a compra de um animal de reposição no mercado sul-mato-grossense, sendo 8,4% a mais que no mês anterior, 16,8% acima do necessário em outubro de 2020, além de ser a maior quantidade já registrada pelo Cepea. Como comparação, a média da relação de troca do Cepea é de 7,69 arrobas de boi gordo paulista para um animal de reposição de Mato Grosso do Sul. Segundo pesquisadores do Cepea, esse cenário está atrelado às recentes fortes quedas nos preços da arroba bovina, diante da continuidade da suspensão dos envios de carne à China e da entrada de animais de confinamento no spot nacional. Além disso, os valores dos animais de reposição seguem relativamente firmes em muitas praças acompanhadas pelo Cepea, reforçando a piora na relação de troca do recriador.  Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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AGRONEGÓCIO

BATATA/CEPEA: Com menor qualidade, preços recuam

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Cepea, 28/10/2021 – Após três semanas em alta, os valores da batata registraram queda devido a problemas na qualidade, como pele escura e tamanho miúdo do produto de Vargem Grande do Sul (SP) e do Triângulo Mineiro (MG). Entre 18 e 22 de outubro, as cotações da batata tipo ágata especial/saca de 50 kg tiveram médias de R$ 140,36 (-10,53%) no atacado de São Paulo (SP), de R$ 142,61 (-7,57%) no Rio de Janeiro (RJ) e de R$ 117,31 (-0,74%) em Belo Horizonte (MG). Fonte: Cepea/Hortifruti – www.hfbrasil.org.br

Fonte: CEPEA

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