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CNA define sugestões para padrão oficial de classificação da soja

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Brasília (23/05/2022) – A Comissão Nacional de Cereais, Fibras e Oleaginosas da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) se reuniu, na sexta (20), para definir as sugestões que serão encaminhadas ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) em relação à revisão do padrão oficial de classificação da soja em consulta pública pela Portaria SDA nº 532/2022.

Os três principais pontos de discussão foram o teor de umidade, limites máximos de defeitos e teores de proteína e óleo. As sugestões serão apresentadas na consulta pública. O colegiado também pretende agendar uma reunião com o Ministério para esclarecer as preocupações do setor produtivo, com a participação de pesquisadores e especialistas do tema.

Além de prever mudanças nos requisitos de identidade e qualidade da oleaginosa, a portaria aborda pontos como a amostragem, o modo de apresentação e a marcação ou rotulagem. O objetivo é tornar a norma brasileira mais clara e objetiva em relação a outros países, condizente com a realidade de produção atual e, principalmente, sustentada em critérios científicos.

“É uma discussão importantíssima para nós e que não se encerra no dia 23. Precisamos entender os impactos que teremos com essas alterações e como elas afetarão os negócios com os compradores internacionais. Queremos um debate mais amplo, pensando na cadeia produtiva como um todo”, afirmou o presidente da Comissão, Ricardo Arioli.

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A reunião também contou com a participação do assessor técnico da Comissão, Tiago do Santos Pereira; dos pesquisadores da Embrapa Soja, Alvadi Balbinot Junior e Marcelo Alvares de Oliveira.

Assessoria de Comunicação CNA
Foto: Wenderson Araujo
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Fonte: CNA Brasil

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FRANGO/CEPEA: Preço da carne cai e eleva competitividade frente à suína

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Cepea, 1º/7/2022 – Os preços da carne de frango seguiram enfraquecidos em junho, ao passo que os valores da suína subiram.

Diante disso, a competitividade da proteína avícola frente à concorrente cresceu pelo segundo mês consecutivo. Em junho (até o dia 29), o frango inteiro resfriado foi comercializado no atacado da Grande São Paulo à média de R$ 7,44/kg, queda de 1,1% sobre a de maio.

Segundo colaboradores do Cepea, apesar das vendas externas aquecidas, o baixo consumo interno pressionou as cotações da maioria dos produtos da avicultura de corte.

Já para a carne suína, o período de inverno e festas tradicionais têm aquecido as vendas, ao passo que a oferta de animais em peso ideal de abate está menor, contexto que vem resultando em elevação dos preços.

Em junho, a carcaça especial suína foi cotada, em média, a R$ 9,35/kg, avanço mensal de 1,1%.

Diante disso, a carcaça suína esteve 1,91 Real/kg mais cara que o frango inteiro na parcial de junho, diferença 10,8% maior que a observada em maio, o que reduziu a competitividade da carne de frango frente à substituta. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

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Fonte: CEPEA

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CITROS/CEPEA: Colheita de tangerina poncã se aproxima do fim em SP

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Cepea, 1º/7/2022 – A colheita de tangerina poncã se iniciou em fevereiro no estado de São Paulo, mas a intensificação da oferta ocorreu apenas em meados de março.

Agora, a comercialização da variedade se aproxima do fim no estado.

Segundo colaboradores do Cepea, as últimas frutas paulistas devem ser colhidas até o encerramento de julho, com a oferta local se desacelerando na segunda quinzena do mês. Em agosto, ainda deve haver tangerinas de Minas Gerais no mercado, o que pode restringir valorizações da fruta em SP.

Segundo colaboradores do Cepea, tanto em SP quanto em MG, a produção de tangerina poncã foi bem distribuída ao longo dos meses, sem grandes concentrações de produção.

Contudo, diante das restrições econômicas do País e da queda das temperaturas em maio e junho, o consumo não foi alavancado neste ano.

Assim como para a laranja, produtores se mostram preocupados com o aumento dos custos de produção da tangerina poncã, diante da forte valorização dos insumos.

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Um alento é que os preços também subiram: em junho, a média de comercialização foi de R$ 33,43/cx de 27 kg, na árvore, alta nominal de 18,3% em comparação com a de junho de 2021. Já frente a maio/22, houve queda de 12,4%. Fonte: Cepea (www.cepea.esalq.usp.br)

Fonte: CEPEA

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