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AGRONEGÓCIO

CNA discute os impactos da MP 1.052 no agronegócio

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Brasília (24/06/2021) – A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) promoveu, na quarta (23), uma live para discutir os impactos para o agronegócio da Medida Provisória nº 1.052/2021, que trata da redução da remuneração das instituições financeiras pela gestão administrativa e de risco dos Fundos Constitucionais de Financiamento.

O texto prevê também a extinção da Taxa de Juros dos Fundos Constitucionais (TFC), a reestruturação e ampliação do Fundo Garantidor de Infraestrutura (FGIE), além da revogação do dispositivo da Lei 10.177/2001, que autoriza a União a conceder subvenção econômica, sob a modalidade de equalização de taxa de juros ao BNDES, nas operações de financiamento de infraestrutura contratadas nas regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

O encontro foi moderado pela assessora técnica da CNA, Isabel Mendes, e contou com a participação do assessor especial do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Diego Antônio Link, do superintendente da Superintendência do Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco), Nelson Fraga, e do presidente do Banco da Amazônia (Basa), Valdecir Tose.

O foco da live foi a mudança de regras de remuneração dos bancos operadores dos Fundos Constitucionais de Financiamento do Nordeste (FNE), Norte (FNO) e Centro-Oeste (FCO). No caso, as instituições financeiras envolvidas são, respectivamente, Banco do Nordeste (BNB), Banco da Amazônia (Basa) e Banco do Brasil (BB).

Segundo Isabel, o objetivo foi entender as repercussões dessa mudança sobre o financiamento da atividade produtiva e sobre eventuais mudanças na programação financeira e na alocação dos recursos dos Fundos.

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“Se por um lado a redução da remuneração permitirá o aumento das concessões de crédito para o setor rural a partir dos recursos economizados, por outro é preciso estar atendo a eventuais dificuldades que o produtor pode enfrentar no acesso ao crédito, com a piora das condições oferecidas e o aumento de exigências, caso seja necessário uma alteração na política de crédito dos bancos a fim de se ajustar às mudanças promovidas pela medida provisória”, ponderou.

Os convidados também analisaram se a alteração poderá implicar em maior dificuldade de acesso ao crédito – por meio da exigência de garantias mais robustas –, em especial para linhas de financiamento voltadas à agricultura familiar e aos mini e pequenos produtores.

“A MP tem provocado muitos questionamentos de produtores rurais, sindicatos e Federações, que têm nos procurado para saber os pontos positivos e os possíveis riscos em relação a ela. É um debate oportuno porque ainda temos espaço no Congresso para fazer aperfeiçoamentos e apoiar emendas que julgarmos pertinentes”, afirmou ela.

Conforme o assessor especial do MDR, a estimativa é de uma economia de R$ 8,5 bilhões até 2024 e esse valor poderá ser alocado em outras linhas de crédito. Diego destaca como benefícios a redução do del credere, a ampliação do acesso aos recursos dos Fundos e novas possibilidades para a tomada de financiamento.

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“A MP pode não ser perfeita, mas traz diversos benefícios para essas três regiões, entre eles a criação de um novo fundo, que já conta com R$ 750 milhões. Para o agro, a previsão é termos avanços na infraestrutura de ferrovias e rodovias, algo que é muito importante para o setor”, disse Link.

Para o superintendente da Sudeco, Nelson Fraga, os Fundos são instrumentos essenciais de apoio às políticas públicas de desenvolvimento. A maior preocupação em relação à MP é a possibilidade de alteração na destinação dos recursos voltados a atividades produtivas, em especial o agronegócio, base da economia do Centro-Oeste.

O presidente do Basa fez uma apresentação sobre os impactos da MP no FNO no primeiro mês de aplicação: redução de 27% no prazo dos financiamentos, queda de 46% nos investimentos e diminuição da contratação em 21%, além da necessidade de revisar a política de risco de crédito do Banco.

“Ficamos preocupados com a forma abrupta de redução das receitas e precisaremos alterar o modelo da política de alocação de crédito e prazos para reduzir riscos e a inadimplência”, declarou Valdecir Tose.

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Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

Senar Roraima realiza primeiro encontro estadual do programa “Jovens Líderes do Agro” – CNA Jovem

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O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural – Senar Roraima – realizou, no último final de semana, o primeiro encontro presencial da etapa estadual do Programa CNA Jovem.  O evento contou com a participação dos finalistas da etapa nacional 2020/2021, dos egressos do programa, além do vencedor do CNA Jovem 2016, Jaoquim Neto.

No encontro os presentes interagiram com os dois representantes de Roraima na competição nacional dos anos 2020/2021.  O finalista Reinaldo Oliveira é indígena da etnia Macuxi e pós-graduado em Desenvolvimento Regional da Amazônia. Já a finalista Gabriele Medeiros, 24 anos, é Engenheira Agrônoma e, atualmente, mestranda em agronomia.

Durante o evento todos os integrantes participaram da palestra “Liderança em tempos de crise”, ministrada pela Especialista em Gestão Pública, Professora, Palestrante e Facilitadora de cursos gerenciais e oficinas de inovação, Inaiara Sá.

Sobre o CNA Jovem

O CNA Jovem é um programa de desenvolvimento de novas lideranças do Sistema CNA/Senar para estimular esse público a desenvolver habilidades e competências empreendedoras. As melhores iniciativas são reconhecidas.

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A quarta edição teve início em 2020 com fases introdutórias sobre o agronegócio brasileiro e oficinas digitais sobre problemas, oportunidades, propósito, liderança empreendedora e desafios.

Assessoria de Comunicação SENAR Roraima

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Fonte: CNA Brasil

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AGRONEGÓCIO

15º Circuito Aprosoja inicia em Cláudia

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Fortalecimento Institucional

15º Circuito Aprosoja inicia em Cláudia

Aprosoja-MT traz o renomado palestrante e idealizador do Imposto Único, Marcos Cintra

02/08/2021

Iniciado nesta segunda-feira (02.08), o 15º Circuito Aprosoja, em Cláudia, Região norte de Mato Grosso. O Presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho (Aprosoja-MT), Fernando Cadore, destacou a importância do tema “Tributação, quem paga a conta?”

Este ano, a Aprosoja-MT traz o renomado palestrante e idealizador do Imposto Único, Marcos Cintra. O Circuito terá como formato uma mesa redonda que permitirá uma maior integração entre os palestrantes e os produtores rurais. Participarão dos debates, presidente Fernando Cadore, superintendente do Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Daniel Latorraca e delegados coordenadores de cada núcleo. A mediação será feita pelo diretor Executivo da Aprosoja, Wellington Andrade.

Veja a entrevista completa no vídeo:

Fonte: Augusto Camacho

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA

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