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SEGURANÇA

Comunicação digital das forças de segurança de Mato Grosso é referência em evento nacional

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), por meio do Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp), apresentou, em um workshop nacional sobre ‘Comunicação Crítica’, o novo sistema de radiocomunicação digital das polícias do Estado de Mato Grosso

Com 70% implantada, a nova tecnologia empregada no Estado já está sendo considerada referência para outras polícias brasileiras. A rede digital de radiocomunicação é resultado de investimentos feitos pela atual gestão do Governo do Estado no setor da Segurança Pública. Exclusivamente neste projeto, foram investidos mais de R$ 83 milhões.  

O workshop foi organizado pela Polícia Rodoviária Federal nesta quinta-feira(19.05), em Foz do Iguaçu, no Paraná, e reuniu profissionais de instituições municipais, estaduais e federais de segurança pública de todo Brasil.

A convite dos organizadores, o tenente-coronel BM Rogério Quinteiro Barcellos, coordenador do Ciosp, apresentou a nova tecnologia aos participantes. Ele explicou que, além de mais segura, a radiocomunicação digital crítica garante menor tempo-resposta e mais eficiência no atendimento às demandas da sociedade.

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Quinteiro citou a rapidez e a segurança do tráfego, de voz e dados, como uma das diferenças entre o sistema anterior, o analógico, e o novo. O digital, observa, permite frequências exclusivas e seguras para a comunicação entre os órgãos públicos de segurança e defesa. E, ainda, dispõe de infraestrutura que possibilita o compartilhamento com outros órgãos, públicos ou privados, para uso em serviços de interesse da segurança coletiva.

Sobre o evento, Quinteiro avaliou ser de grande importância para a troca de conhecimentos e otimização do emprego de tecnologias e recursos, sempre com a finalidade de melhorar o atendimento do serviço público. O tenente-coronel Quinteiro fez a exposição em conjunto com o subtenente BM Leandro Alves, gerente técnico do Ciosp-MT. 

Fonte: GOV MT

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SEGURANÇA

PF apreende quase 1 tonelada de maconha

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Toda a maconha abandonada estava acondicionada em 41 fardos

Durante uma ação realizada pela Polícia Federal (PF), após patrulhamento aéreo sobre o Parque Nacional da Ilha Grande, os agentes identificaram uma movimentação suspeita de indivíduos em uma trilha aberta dentro do parque.

Ao se aproximar do grupo, para uma abordagem sobre possível crime ambiental dentro da área de preservação ambiental, os suspeitos empreenderam fuga por entre uma mata ciliar.

Ao fugir, os suspeitos abandonaram às margens do Rio Paraná 41 fardos de maconha, totalizando 826 quilos. Toda a droga apreendida foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Federal, em Guaíra.

Edição: Aécio Amado

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SEGURANÇA

PF e PGR deflagram segunda etapa da Operação Q.I.

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Mais 12 mandados de busca e apreensão foram cumpridos

A Polícia Federal, em conjunto com a Procuradoria-Geral da República (PGR), deflagrou nesta sexta-feira, dia 5/8, a segunda fase da Operação Q.I. (Quem Indica), por conta dos desdobramentos ocorridos durante o cumprimento das buscas no dia anterior.

PF – Essa nova fase tem como objetivo dar cumprimento a mais 12 mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e funcionais de magistrados e servidores do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA).

Foram mobilizados mais de 40 Policiais Federais para cumprir as novas medidas cautelares expedidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Membros da Procuradoria-Geral da República acompanharam as buscas.

Durante as diligências realizadas na quinta-feira, dia 4, foram localizados documentos que, em tese, revelam uma maior amplitude do possível “loteamento” de cargos comissionados, com outras nomeações de “apadrinhados” de Magistrados do TJ/PA em diversos órgãos no âmbito do Poder Executivo Estadual do Pará.

Foram encontrados ainda comprovantes de pagamentos e extratos bancários que demonstram a utilização da conta pessoal de um servidor para pagamento de contas de titularidade de magistrado, o que aparentemente pode indicar a ocorrência de situação popularmente nominada de “rachadinha”.

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A partir da célere análise do material apreendido na Operação Q.I., foi requerida a extensão dos mandados de busca e apreensão anteriormente decretados em relação a novos investigados, tendo em vista que, com a deflagração da fase ostensiva da operação, há risco de desaparecimento de provas materiais dos delitos investigados. A Polícia Federal continuará investigando os fatos.
As investigações seguem em andamento.

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