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ARTIGOS & OPINIÕES

Conceitos básicos de finanças para gestão empresarial

Publicado

Por Francisco Barbosa Neto*

Com determinação e disciplina é possível entender os conceitos básicos de finanças para ter sustentabilidade nos negócios

Quando um empreendedor coloca em prática suas ideias e abre uma empresa, passa a ter a responsabilidade de gerir o negócio como um empresário. Porém, para muitos, encarar a parte administrativa pode ser desafiador para conseguir esta realização. Isso acontece porque o empreendedor e o empresário têm diferentes perfis. Sendo assim, o empreendedor tem mais facilidade para criar e o empresário atua melhor na gestão do negócio (lidar com os números relacionados aos conceitos básicos de finanças).

Como o brasileiro tende a ter um perfil mais de empreendedor do que de empresário, é natural que enfrente dificuldades com gestão financeira ao empreender. Isso sem contar com a defasagem educacional do país, que não proporciona uma educação financeira adequada nas escolas.

Entretanto, com um pouco de determinação e disciplina é possível entender os conceitos básicos de finanças e desenvolver uma boa gestão financeira.

Dicas de ouro para a prosperidade do negócio

Não tente fazer tudo sozinho! Uma empresa é constituída de pessoas, administradas por pessoas para servir pessoas, logo precisa de equilíbrio na distribuição de tarefas e responsabilidades. Delegue tudo o que puder para que a administração e o funcionamento da empresa não dependa exclusivamente de você. Saia do operacional e vá para o estratégico.

Desenvolva os seus colaboradores! Sua equipe precisa estar alinhada com o propósito do negócio e bem preparada para o serviço. Para isso, disponibilize treinamentos e invista no motivacional. Pessoas capacitadas e satisfeitas com o trabalho geralmente produzem mais e representam melhor a empresa diante dos clientes.

Valorize o seu cliente! Procure entender os anseios e necessidades por trás da busca pelo seu produto, mercadoria ou serviço e se questione: “É isso que estou entregando? Estou cumprindo o real propósito com o negócio?” Lembre-se que as pessoas não compram o que você vende, mas o como e o porquê você faz.

Controle o seu estoque! Engana-se quem pensa que estoque cheio é garantia de sucesso, visto que, se for um produto ou mercadoria que tenha pouca saída, o valor investido ficará “preso”. Por isso, em vez de gastar o que a empresa não tem para alimentar o estoque, faça uma análise para verificar qual é a média de vendas de cada item, qual é a margem bruta (preço – custo), o prazo de reposição e programe o abastecimento do estoque. Isso aumentará o seu capital de giro!

Personalize a sua gestão financeira! Embora exista muita semelhança entre algumas empresas, cada negócio é único e as causas da falta de liquidez variam bastante. Consequentemente, é muito provável que os métodos de gestão de uma empresa não funcionem para outra.

*Sobre Francisco Barbosa Neto: Especialista em Gestão e Finanças, Founder/CEO da Projeto DSD Consultores e criador da plataforma Fluxo de Caixa Online. Iniciou suas atividades em 1989, tendo como propósito de ampliar a consciência financeira, atuando em empresas de diversos setores e portes do país. Há mais de 13 anos ministra cursos e palestras para empresários e profissionais que buscam entender o potencial do seu negócio e quais são os erros mais comuns em finanças. Graduado em Engenharia Mecânica pela FEI, com curso de especialização em Administração, Finanças e Qualidade.

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O resultado estético do explante pode decepcionar

Publicado

por

Por Benedito Figueiredo Junior*

Apesar de muitas famosas estarem realizando a cirurgia de retirada da prótese de silicone, o chamado – explante, seja por modismo ou por aceitação do corpo após alcançarem a maturidade, o resultado pode decepcionar.

Acontece que com a retirada da prótese de silicone o volume do colo desaparece automaticamente e a mama pode perder o formato arredondado e alto com o qual a paciente estava acostumada. Em alguns casos conforme a idade, pode ficar ‘flácido’ ou ‘caído’. E o que era para ser uma opção pelo natural, acaba não tendo o resultado satisfatório.

Por isso é importante antes de tomar uma decisão pensar bem para não se submeter a uma cirurgia pela qual possa se arrepender e consultar um médico e perguntar tudo sobre o procedimento e como será o resultado, para saber o que esperar.

Uma pesquisa realizada pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica(SBCP) aponta que entre setembro e outubro de 2020,  cerca de 25% dos médicos tiveram pacientes que solicitaram o reimplante nas mamas após o explante por não ficarem satisfeitas com o resultado.

Veja bem, não estou dizendo que não é  possível conviver sem a prótese de silicone, apenas que antes de tomar uma decisão por modismo ou por possíveis reações ocorridas no corpo associadas às próteses, você deve parar analisar, consultar um médico cirurgião plástico para não se submeter a uma cirurgia desnecessária.

*Benedito Figueiredo Junior é cirurgião plástico na Angiodermoplastic. CRM 4385 e RQE 1266. Email: drbeneplastica@gmail.com

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OVO DA SERPENTE 

Publicado

por

Por Haroldo Assunção*
Muito antes da “Grampolândia Pantaneira”, sob PTX, e da “Stasi do Cerrado” de Meu Rei, aparelhamento começou com ‘padim’ Soja Maggestade e o Barba, em 2008.
‘Em Mato Grosso acontece coisa que até no Paraguai dá cadeia’.
A instrumentalização do aparato policial de forma orquestrada com fins de domínio do Poder e salvaguarda para eventuais “vazamentos” da podridão desde sempre sob tapetes palacianos aqui e alhures vem de quase duas décadas – sob o tirânico ex-futuro-presidiário Barba – e é bem descrito pelo delegado Romeu Tuma Júnior, em relato ao jornalista Cláudio Júlio Tognolli.
Nesse contexto, ‘Tuminha’ destaca o ‘aparelhamento’ de cima abaixo, com a infiltração de delegados da Polícia Federal, em vinte unidades da Federação, na condição de titularidade em Secretaria de Estado de Segurança Pública.
E descreve a gestação da onipresente criatura de fazer corar a sádica ‘Stasi’ da triste República Democrática Alemã  e queimar a língua do saudoso general Golbery do Couto e Silva, pai do também falecido Serviço Nacional de Informações (SNI), quando confessou ter criado um monstro.
É o cenário naquele distante 10 de março de 2008, quando outra majestade, da soja, à época governador Blairo Borges Maggi –  ‘herdeirinho mimadinho do Vale do Rio Bostinha’, pra lembrar o mestre Vila sempre inspirador – deu posse na titularidade da Secretaria de Estado de Segurança Pública de Mato Grosso ao delegado de Polícia Federal Diógenes Gomes Curado Filho.
Anote-se: Curado era à época o chefe do Núcleo de Combate ao Crime Organizado da SR/DPF/MT.
Dali a poucas luas, aos 30 de abril daquele mesmo ano, Diógenes Curado empossou na Secretaria-Adjunta de Assuntos Estratégicos o agente da PF Alexandre dos Santos Bustamante – a primeira cabeça a rolar na montagem do ‘aparelho’ foi a do delegado Marcos Veloso, da Polícia Judiciária Civil de Mato Grosso.
Abra-se aí um parêntesis para registrar como as duas pontas da meada encontram-se lá na frente: na mesma ocasião, Curado pôs na função de secretário-adjunto de Justiça o à época tenente-coronel PM Zaqueu Barbosa – era a gênese da “Grampolândia Pantaneira”, protagonizada anos depois pelo militar, agora coronel, sob as ordens de Pedro Taques (dito ‘Pedrinho Malazarte, de triste memória e de quem ninguém tem saudade) com o mesmíssimo ‘modus operandi’ do NIP/PF, descrito por Tuminha e que por aqui ganhou o vulgo “barriga de aluguel”.
Era o embrião da serpente.
NÚCLEO DE INTELIGÊNCIA POLICIAL
Neste ponto é oportuno trazer a luz a narrativa de Tuma Jr. sobre o contexto daqueles idos, sob o então PR Luís Inácio Lula da Silva -vulgo “Barba”, codinome dos tempos de X-9 infiltrado no movimento sindical a soldo do extinto Departamento de Ordem Pública e Social (DOPS) e a serviço do saudoso pai da testemunha viva, delegado e inesquecível senador Romeu Tuma (1901-2010).
Ipsis literis:
“Tudo é maravilhosamente maquiavélico e esdrúxulo: Lula com a douta colaboração de Márcio Thomaz Bastos aparelhou a Polícia Federal para seus fins partidários. Outra aberração jurídica, totalmente descomprometida com os princípios fundamentais e constitucionais do estado democrático de direito, da ampla defesa, do contraditório e principalmente do devido processo legal é fazer inquérito policial no setor de Inteligência policial. Isso é absolutamente anômalo. Só as SIP e DIP da PF fazem. Eles não têm cartório e não sofrem correição interna nem externa. O Estado policial instaura os inquéritos. Se o cara é amigo, falam que ele está sendo investigado, mas é cedo para julgar, ainda é investigação; se é inimigo, usam tudo, todos os instrumentos. O diretor de inteligência é sempre o homem de maior confiança do chefe da Polícia Federal. Seus maiores operantes constituem um corpo policial muito perigoso”.
Fechado o parêntesis, anote-se a ocupação de Bustamante à época.
Chefe do Núcleo de Inteligência Policial/SR/DPF/MT.
GUARDIÃO
Foi naquela época – a “Era da Botina’, para lembrar a sagacidade do Vilão – que aportou por aqui a parafernália de bisbilhotagem chapa-branca do Sistema Guardião e outros penduricalhos.
A propósito dos penduricalhos high-tech: além do Guardião, o combo de Curado e Bustamante incluiu duas maletas de fabricação israelense, instrumental para captar sinal celular, gravar conversas e acessar mensagens de dezenas de linhas a um só tempo, com a conveniência de dispensar conexão com as operadoras de telefonia e assim não deixar rastros do ‘grampo’.
Um amigo policial fazendário ora aposentado e que aliás tem história pra contar do ‘Barba’ nos garantiu a informação – evidentemente ‘in off’ – àquela época.
Quem é ‘das antigas’ na PJC sabe que é verdade.
As tais maletas perambularam entre Casa Civil e Militar e arredores do principal gabinete palaciano e teriam ‘sumido’ misteriosamente.
Alguém viu por aí?
Maletas à parte – e para encurtar um pouco a história.
Curado e Bustamante seguiram no comando da Segurança Pública pelos anos seguintes, com Maggi e depois sob o ‘bandido’ – nas palavras de Meu Rei – Silval da Cunha Barbosa.
Em 2013, sai um e entra o outro no comando da SSP/MT.
Bustamante foi leal ao ‘bandido’ até o fim do governo, em 2014.
COMENDADOR
No ano seguinte, à época prefeito de Cuiabá, já enquadrado pelo MPF em ação de improbidade administrativa e possivelmente na mira da PF, o ainda (?!?) governador Mauro Mendes Ferreira – ciente sobre relevante  folha de “serviços prestados” ao ‘padim’ Maggi e ao ‘bandido’ Silval – acolheu ‘o cara’ da inteligência na Agência Municipal de Regulação de Serviços Públicos. Eleito Meu Rei para ocupar o trono do Palácio Paiaguás – mas pode chamar Nuevo Castillo de Ensueño – foi dos primeiros secretários anunciados.
E até laureado pelas honras da Comenda Dante de Oliveira.
Em outras palavras, estimado e combativo delegado Stringueta.
‘MECANISMO’ pisado e repisado por vossa coragem não é de hoje.
Muito menos quem o opera por estas plagas.
Alexandre dos Santos Bustamante – o “Comendador”.
*Haroldo Assunção é jornalista

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