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Diversos

Deputados encerram trabalhos em plenário

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No fim dos trabalhos plenários de 2006, os deputados reuniram esforços e garantiram, em tempo hábil, a votação das principais matérias que envolvem os Poderes nos próximos anos. A última sessão deste ano se encerrou às 23 horas com o discurso emocionado dos membros do Poder.
Após três dias de discussão, o plenário aprovou a Mensagem do governo que estima a Receita e fixa a Despesa do Estado de Mato Grosso para o exercício de 2007 (Orçamento). Também foi nesta quarta-feira que os deputados concluíram a votação da Reforma Administrativa do Estado – esta, adequada a redação após discussão junto a sociedade por dois meses.
O deputado Chico Daltro também teve aprovado seu requerimento de dispensa para assumir uma vaga no staff do Governo do Estado em 2007. Daltro assume a cadeira de secretário de Estado de Ciências e Tecnologia, após três mandatos consecutivos como parlamentar estadual.
“Espero corresponder e lutar, assim como fiz enquanto parlamentar, pelo desenvolvimento do Estado. Garantir recursos para o aprimoramento da gestão de Ciência e Tecnologia, cumprindo as diretrizes determinadas pelo governador e toda a equipe”, declarou.
O presidente da Assembléia Legislativa também se despede da Casa. Silval Barbosa (PMDB) assume, a partir de janeiro de 2007, a vaga de vice-governador do Estado. Duas vezes deputado estadual, além de prefeito, Silval assume o Executivo com a proposta de garantir a interlocução entre os poderes e, conseqüentemente, a gestão integral da administração estadual. “Só posso agradecer a Assembléia Legislativa que nesses oito anos me ensinou muita coisa. Vamos continuar trabalhando juntos por Mato Grosso”, declarou.
O deputado federal Eliene Lima (PP) agradeceu o apoio dos demais parlamentares, em especial do deputado José Riva, pela votação expressiva que obteve no último pleito. Lima assume em fevereiro vaga na Câmara dos Deputados.
Os parlamentares retomam os trabalhos de plenário em fevereiro de 2007. O encerramento dos trabalhos foi marcado por pronunciamentos dos parlamentares que relataram, na tribuna, suas lutas e conquistas.
Na oportunidade, Silval destacou o apoio que recebeu dos demais parlamentares. “Não foi fácil promover as transformações. No entanto, harmonia e amizade marcaram a minha gestão. Saio daqui com o reconhecimento da sociedade sobre o bom trabalho desenvolvido”.
Ordem do Dia:
Projeto de lei 440/06- Destina a área da Lagoa Paiaguás e seu entorno, no Centro Político Administrativo do Estado, em Cuiabá, para a implantação de Centro Estadual de Difusão Ambiental e de Cidadania. Aprovado
Mensagem 78/06- Dispõe sobre a revogação de dispositivo da Lei nº 7.293, de 14.07.00, que dispõe sobre o imposto incidente em fornecimentos a projetos de geração de energia elétrica, e dá outras providencias. Aprovado a redação final.
Mensagem 79/06- Institui a cobrança de pedágio nas Rodovias Estaduais, e dá outras providencias.Aprovado a redação final
Mensagem 72/06 – Dispõe sobre a alteração da Lei nº 6.883, de 02.06.97, que institui o Programa de Incentivo ao Algodão de Mato Grosso – PROALMAT. Aprovado acatando a emenda 03.
Mensagem 81/06- Institui a Tabela Única de Taxas cobradas pelo Departamento Estadual de Trânsito – DETRAN/MT, e dá outras providências. Aprovado
Mensagem 83/06- Cria a Unidade de Pesquisa e Investigação, altera dispositivos da Lei nº 8.265, de 28.12.04, e dá outras providências. A provado
Mensagem 71/06- Estima a Receita e fixa a Despesa do Estado de Mato Grosso para o exercício de 2007. Aprovado
Projeto de Decreto Legislativo que fixa em R$ 9.540 a remuneração mensal de um deputado estadual.
Fonte: FERNANDA BORGES/Secretaria de Comunicação

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CIDADES

Várzea Grande poderá negativar nomes de devedores de IPTU e Alvará

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Dia 25 de abril encerra o Alvará e 10 de maio vence o IPTU. Os contribuintes que não pagarem ou negociarem seus débitos serão protestados e terão nomes negativados

A Prefeitura de Várzea Grande se prepara para finalizar dois prazos de cobranças de impostos, o Alvará/2019 e o IPTU 2019 com novidades e avanços.

Da PMVG – O Alvará teve seu vencimento inicial antecipado para janeiro, mas com 20% de desconto, ou seja, o dobro do praticado em anos anteriores que era de 10% e o IPTU, ficou com 15% de desconto. Ambos foram prorrogados, mas a intenção é de a partir de 2020, prestigiar os contribuintes com descontos maiores para aqueles que cumpriram os prazos iniciais.

“O Alvará/2019 se encerra nesta quinta-feira, 25 de abril, com o vencimento da terceira e última parcela, enquanto o IPTU vence de forma definitiva no dia 10 de maio. A partir do encerramento destas datas que foram prorrogadas para demonstrar que o Poder Público municipal estimula toda a possibilidade de entendimento com os contribuintes, inclusive com descontos maior do que a média geral, a Secretaria de Gestão Fazendária e a Procuradoria Municipal irão promover a notificação, protesto, negativação e mandar os nomes dos devedores para as entidades de proteção ao crédito”, disse a secretária de Gestão Fazendária, Lucinéia dos Santos Ribeiro e a procuradora-geral, Sadora Xavier.

Ambas pontuaram que além de descontos para os pagamentos dos impostos, taxas e contribuições, a administração municipal, prorrogou prazos de vencimentos, tudo para que o contribuinte pudesse planejar suas obrigações para com a cidade de Várzea Grande, lembrando que com estes recursos a Administração Municipal está executando 167 obras com investimentos superiores a R$ 500 milhões.

“O compromisso da prefeita Lucimar Sacre de Campos é aplicar a quase totalidade da arrecadação de impostos em obras e ações de interesse da população”, disse Lucinéia dos Santos Ribeiro, assinalando o Poder Público realiza obras e ações com os recursos que vem da arrecadação de impostos pagos pelos contribuintes.

Já a procuradora de Várzea Grande, Sadora Xavier, a gestão municipal tem sido zelosa na relação com os contribuintes, dando descontos, retirando juros e multas, parcelando ou mesmo prorrogando o vencimento dos impostos, tudo para contemplar e permitir que a população possa planejar seus compromissos e honrar os pagamentos com o Fisco Municipal.

“Para se promover saúde, educação, segurança, obras e social, é necessário que haja recursos e eles vêm da arrecadação de impostos, taxas e contribuições pagos pela população, então se faz preponderante que essas cobranças sejam pagas para fazer frente aos compromissos e as exigências da própria população”, disse Sadora Xavier.

Tanto a secretária de Gestão Fazendária, quanto à procuradora municipal, sinalizaram que assim que os prazos vencerem, tanto do Alvará, do dia de hoje (25), quanto do IPTU no dia 10 de maio, para aqueles que não se manifestaram, haverá notificação, negativação dos nomes nas instituições de controle do crédito como Serasa e até mesmo a execução judicial para que os devedores sejam compelidos a pagar o que devem ao Tesouro de Várzea Grande.

“Vamos utilizar de todos os possíveis instrumentos de proteção ao crédito para resgatar o que é devido a Várzea Grande para que obras e ações que atendam a toda cidade e população, possam ser executadas”, disseram Lucinéia dos Santos Ribeiro e Sadora Xavier.

Decidido a melhorar o desempenho da arrecadação municipal, medidas estão sendo implementadas paulatinamente. Além de ampliar os descontos, como no caso do Alvará que foi elevado para 20% de descontos para aqueles que pagaram em janeiro, 10% em fevereiro ou parcelamento em até 3 vezes sem descontos, está sob análise de uma comissão instituída pela prefeita Lucimar Sacre de Campos, o IPTU Regressivo que visa ampliar o desconto em 2020 para quem pagou o mesmo neste ano na data inicial, sem prorrogação.

“Também estamos analisando e será em breve definido, que melhorias de obrigação dos proprietários de imóveis, como calçadas e muros, executados e comprovados, representarão mais descontos ainda, como forma de fomentar o interesse dos contribuintes em pagar um dos mais importantes tributos para a administração municipal e que asseguram a execução de obras de necessidade popular”, disse a secretária de Gestão Fazendária.

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Diversos

Para economistas, aumentar impostos não é alternativa

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A alternativa de aumentar impostos para tentar resolver o grave problema das contas públicas do País não pode ser encarada como uma saída positiva, na avaliação de economistas do Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getúlio Vargas, e do Banco Safra.
Por Douglas Gavras/AE – “A questão fiscal é o grande ‘calcanhar de Aquiles’ da economia brasileira. O debate é se o País vai resolver esse problema no início do ano. Para todo lado que se olha, é possível ver que há muito a ser feito”, ressalta Silvia Matos, do Ibre/FGV.
A declaração foi dada durante o seminário “Perspectivas 2019: Os Desafios para o Planalto”. O evento foi realizado nesta quinta-feira, 13, e promovido pelo Grupo Estado e o Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).
O Brasil precisa tentar fazer o ajuste fiscal sem aumentar impostos, avalia o economista-chefe do banco Safra, Carlos Kawall. “A carga tributária já é muito elevada e pesa sobre o crescimento da economia. É como se andássemos com uma bola de ferro presa ao pé.”
Ele diz que a transferência de recursos da iniciativa privada ao setor público reduz a capacidade de crescimento da economia. “Tirar dinheiro do setor privado, que é produtivo, e dar na mão do setor público é um grande impeditivo. O teto de gastos é essencial, sou defensor ardoroso e é possível cumpri-la.”
Para Kawall, um aumento da arrecadação a partir do encerramento de isenções e benefícios fiscais históricos é mais fácil falar do que fazer. “Existem benefícios que estão aí há muito tempo e retirá-los não é simples”, diz Kawall.

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