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Empaer e parceiros promovem circuito de caminhadas na natureza para fomentar o turismo rural

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A Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), junto com a Prefeitura de Mirassol D´Oeste e grupos de mulheres, promoveram o primeiro circuito de caminhadas na natureza. A iniciativa ocorreu no domingo (19.06) e contou com a participação de 70 pessoas, entre adultos e adolescentes, que percorreram 2,5 quilômetros dentro do assentamento Roseli Nunes.

No percurso, foram visitadas duas propriedades, sendo o ponto de largada, o Balneário Recanto do Amanhecer. Na primeira propriedade, do senhor José Gomes da Silva, ele aproveitou a oportunidade para explicar sobre a importância dos cuidados com o meio ambiente e o trabalho agroecológico desenvolvido na propriedade.

Na segunda, o presidente da Associação Regional de Produtores Agroecológicos, Nério Gomes de Souza, destacou sobre o trabalho desenvolvido pela associação, as construções agroecológicas e a produção de alimentos sem agrotóxicos.

O turismólogos da Empaer,  Robson Júnior Hartmann, explica que as caminhadas na natureza agrega a prática de atividade física e facilita a inclusão social de agricultores familiares junto à comunidade urbana. “A iniciativa  favorece o fluxo de pessoas com interesse pelo ambiente rural. A movimentação turística estimula a criação de serviços e atrativos, como café colonial, feiras, trilhas, cavalgadas, agroindústria, pousada, entre outras possibilidades. A ideia é fomentar o turismo rural, por meio, das caminhadas da natureza”, ressalta.

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Segundo Robson, a primeira caminhada atingiu seu objetivo de agregar participantes de outros municípios, além de agregar a feira livre que oportunizou os agricultores de comercializar seus produtos.

Exemplo da líder do Grupo de Mulheres Roseli Nunes II, Priscila José Ferreira. Ela conta que produz temperos com a horta que tem em sua propriedade. “Vendi boa parte da minha produção na caminhada e estou ansiosa para as próximas. Meus temperos com e sem pimenta fizeram o maior sucesso”.

Foto: Empaer

O secretário de Desenvolvimento Sustentável de Mirassol D´Oeste, Odacir Trindade dos Santos, destacou que o evento superou as expectativas. “Toda parceria com a Empaer é um sucesso. O zelo dos técnicos com as atividades é um primor e vamos sempre trabalhar em conjunto para fortalecer essa união”.

O circuito

A proposta de consolidar as caminhadas da natureza foi a forma encontrada para fortalecer o turismo rural em Mirassol D´Oeste. Os encontros começaram no mês de março no evento mensal das líderes rurais. Na ocasião, ficou estabelecido que os grupos interessados realizassem uma etapa do evento no decorrer do ano.

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Ficou acordada ainda a participação de oito grupos e a realização da caminhada nas comunidades rurais: Roseli Nunes, Jabuti, Margarida Alves e Santa Maria. Foram definidos os percursos, horário, alimentação e a denominação “Circuito Miradolense de Caminhadas na Natureza”.

Programação

As próximas edições foram definidas para o dia 17 de julho, na Comunidade Jabuti. No dia 14 de agosto, na Comunidade Margarida Alves e 28 de outubro, na Comunidade Santa Maria.

Foto: Empaer

Fonte: GOV MT

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Com apoio do Governo de MT, indígenas cultivam café visando mercado de alto padrão

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A produção de café em aldeias indígenas em Mato Grosso, com qualidade e utilização de técnicas sustentáveis, tem chamado atenção do mercado nacional. A produção realizada por índios da aldeia Apoena Meirelles, da etnia Suruí, em Rondolândia (1.064 km de Cuiabá), é prova disso.

A comunidade possui parceria com o Grupo 3 Corações, uma das maiores empresas de café do País, na qual fornece os grãos secos e limpos de café, e a empresa industrializa, embala e comercializa os grãos já moídos, ao preço de R$ 45 a embalagem com 250 gramas de café. Esse valor, acima da média de mercado, se deve pela particularidade da forma como o café é cultivado: uso de adubo natural, sem irrigação e defensivos agrícolas, com colheita e armazenamento no tempo. Tais cuidados atraem os paladares mais exigentes, que focam em grãos que utilizam técnicas e critérios sustentáveis.

Atentos a esse cenário crescente de consumo aliado a sustentabilidade, indígenas da aldeia Massepô, localizada no território Umutina, em Barra do Bugres (164 km de Cuiabá), também focam no cultivo do café como forma de gerar renda através da venda de cafés finos, visando o mercado internacional.

Por meio de uma parceria entre o Governo de Mato Grosso e a Fundação Nacional do Índio (Funai), os indígenas do território Umutina contam hoje com um hectare de cafezal com mais de 3 mil pés de plantas de alto potencial produtivo.

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“À medida que a nossa comunidade foi crescendo, fomos vendo que precisávamos incorporar algo dentro da nossa área, que nos gerasse renda. Foi nesse momento que decidimos, com a ajuda do Estado, usar parte das nossas terras para produzir e gerar rentabilidade”, explica o cacique da aldeia Massepô, Felisberto Cupudunepá.

Para efetivar a inserção dos indígenas na ação de incentivo ao cultivo do café, a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf) repassou as mudas, e a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) promoveu o acompanhamento técnico na área. Para aprender as técnicas de plantio e cultivo, uma parte dos indígenas viajou para Rondônia, onde já é realizado um trabalho similar e exitosa.

“Passada essa parte teórica, implementamos dentro da aldeia uma Unidade de Referência Tecnológica, que chamamos de URT, e começamos a adotar a parte prática do cultivo do café. Desde então os trabalhos têm se desenvolvido da melhor forma possível, com previsão de ampliar a área em anos posteriores”, comenta o técnico extensionista da Empaer Rafael Rosseti.

Na aldeia Massepô é esperada a colheita entre 45 a 60 sacas de café no hectare plantado, cujo o valor da venda, segundo o cacique Felisberto Cupudunepá, será revertido em melhorias na aldeia onde vivem 11 famílias.

Além de Barra do Bugres, a Seaf desenvolve a mesma ação na cidade de Campo Novo dos Parecis. Na Aldeia Chapada Azul, a pasta promove a atividade junto aos indígenas da etnia Haliti Paresi, com o plantio de cinco hectares de café clonal.

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A pasta promove ainda outras ações de desenvolvimento sustentável junto aos povos indígenas. Doou 200 caixas de abelhas aos índios Xavantes da terra indígena Grande Sangradouro, em Primavera do Leste, e à indígenas das cidades de Canarana e Porto Esperidião. Também realiza junto à aldeia Apoena Meirelles, da etnia Paiter-Suruí, em Rondolândia, ação de incentivo ao plantio de cacau, através da produção de mudas do fruto. Essas ações também contam com entidades parceiras, como a Empaer e prefeituras, através das secretarias de Agricultura.

MT Produtivo Café

A ação de Governo ‘MT Produtivo Café’ prevê a entrega de mudas de café clonal de variedades conilon e robusta para o plantio em aldeias indígenas e áreas administradas por agricultores familiares participantes do programa. A previsão é de que até o final de 2022 o Governo distribua as mudas de café clonal para 50 municípios das regiões Médio-Norte, Centro-Sul e Oeste que integram o MT Produtivo Café.

O programa pretende incrementar e renovar a área de café no Estado em cerca de 600 hectares até 2024 com o aproveitamento de áreas já abertas e cultivadas e utilizando mudas de clones de alta produtividade, o que resultará na inserção de aproximadamente 45 mil sacas na produção de café de Mato Grosso após a produção atingir sua estabilidade.

Fonte: GOV MT

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Agricultores iniciam colheita de pluma de algodão em Mato Grosso

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Os agricultores começaram a colher algodão em pluma, uma das culturas cultivadas em Mato Grosso. Nesta safra, a área plantada aumentou para 1,18 milhão de hectares e, em 2021, foram plantados 960 mil hectares.

A produção deve ser de 278 arrobas de algodão em caroço por hectare, apenas um arroba a mais em relação à temporada do último ano.

No entanto, como a área é grande, o volume de algodão colhido deve crescer e ficar próximo de 5 milhões de toneladas, cerca de um milhão a mais que no ano passado.

Na primeira safra, plantada em dezembro, os resultados são bons, enquanto a segunda safra, plantada em janeiro logo após a colheita da soja, não teve o mesmo efeito. O algodão foi cultivado durante o que foi considerado uma boa estação, mas o clima não colaborou com os produtores.

Em uma fazenda em Novo São Joaquim, a 487 quilômetros de Cuiabá, o resultado foi diferente nesta temporada. Segundo o gerente local, Jackson Ferreira, o algodão colhido ocupa 3.000 hectares, 15% a mais que na safra passada.

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No início do ciclo, o clima afetou o crescimento da safra e a taxa média de produção foi de 5% em relação ao ano anterior.

“No ano passado choveu muito durante a janela de plantio e não executamos dentro do ideal. Já neste ano a chuva foi muito boa e conseguimos plantar dentro da janela. Durante o ciclo da cultura a chuva foi bem distribuída, mas a safrinha recebeu bem menos volume. Isso vai afetar um pouco na produtividade do algodão. Esperávamos colher 250 arrobas, mas vai chegar no máximo 230 arrobas”, disse Jackson.

Em uma fazenda em Campo Verde, a 139 quilômetros de Cuiabá, a colheita já começou. Segundo o agricultor Rodolfo Bertani Lopes da Costa, foram plantados mais de 1.500 hectares, sendo 580 em dezembro e o restante no mês seguinte.

“Esse ano choveu antes. Eu terminei o plantio do algodão safrinha em 20 de janeiro. Então foi dentro da janela e, com o preço do algodão, resolvemos aumentar as áreas de sarfinha. Só que tivemos um corte de chuva antecipado e isso ocasionou perda e a perspectiva de produção foi reduzida. A gente esperava produzir 120 arrobas de pluma e agora a produção vai ser por volta de 80 arrobas de pluma por hectare. Este ano estamos trabalhando com 40% de algodão safra e 60% de safrinha”, concluiu.

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Fonte: Agroplus.tv  

Fonte: AgroPlus

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