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Saúde

“Esse hospital é a prova de que saúde da população é prioridade para esse Governo”, destaca prefeito de Alta Floresta

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“Esse governo mudou a realidade da região Norte do Estado, fazendo investimentos que realmente beneficiam a população. E esse hospital é uma prova disso, porque nesse governo saúde tem prioridade e sabemos que podemos acreditar que as coisas vão acontecer de fato. O governador nem terminou de assinar a ordem de serviço e as máquinas já estão encostando aqui no terreno para iniciar a obra. Isso sim é credibilidade”, destaca o prefeito de Alta Floresta, Chico Gamba.

A afirmação foi feita nesta terça-feira (28.06), quando o governador Mauro Mendes esteve no município para assinar a ordem de serviço para a construção do Hospital Regional de Alta Floresta. O investimento será de R$ 112,3 milhões do Governo de Mato Grosso.

Ainda em Alta Floresta, Mauro Mendes também assinou convênios e entregou equipamentos para os municípios de Apiacás (investimento de R$ 668 mil), Carlinda (R$ 992,8 mil), Nova Monte Verde (R$ 668,9 mil) e Alta Floresta (investimento total de R$ 116,3 mil).

Mauro Mendes lembrou que o Governo de Mato Grosso está fazendo seis hospitais no Estado, dois em Cuiabá e quatro no interior. Além de Alta Floresta, também estão sendo contemplados com Hospitais Regionais os municípios de Juína, Confresa e Tangará da Serra.

“Quando assumi essa gestão, somente na saúde existia uma dívida de R$ 600 milhões. Foi um momento muito difícil, mas com muito trabalho, tomando as medidas corretas, e com o apoio da Assembleia Legislativa e da Bancada Federal, conseguimos consertar esse Estado. Hoje, três anos e meio depois, estamos aqui dando a ordem de serviço para construir mais um hospital regional e assinando tantos outros convênios”, pontuou.

O governador destacou ainda que o recurso para fazer a obra já está na conta. “A gente não assina convênio, nem dá ordem de serviço e faz licitação se não tiver o dinheiro para iniciar e terminar a obra. Podem ter certeza que esses R$ 112 milhões serão pagos, literalmente, em dia”, acrescentou o governador.

Projetado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), o Hospital Regional de Alta Floresta contará com 151 leitos, sendo 111 de enfermaria e 40 leitos de UTI, entre adulto, pediátrico, neonatal e unidade semi-intensiva neonatal, para atendimentos de média e alta complexidade.

A unidade também terá 10 consultórios médicos, dois consultórios para atendimento às gestantes, seis salas de centro cirúrgico e espaços para banco de sangue, banco de leite materno e para a realização de exames como tomografia e colonoscopia.

“Hoje, é um dia de glória para toda essa região. Jamais imaginei que um dia viria aqui para lançar a obra desse hospital. Essa região merece uma obra como essa, pois contribui muito para o desenvolvimento econômico do nosso país. Quando o Governo investe em um hospital como esse, está preocupado com a vida do cidadão, sobretudo, daqueles mais pobres que precisam da participação efetiva dos poderes constituintes desse país”, observou o senador Jayme Campos.

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Conforme destacou o deputado estadual Nininho, o hospital vai possibilitar que a população de Alta Floresta e região receba um atendimento mais digno e com menos sofrimento, sem ter que se deslocar até Cuiabá.  “Eu imaginava que o que está acontecendo hoje, aqui em Alta Floresta, iria demorar mais de 40 anos para acontecer. Porém, em menos de quatro anos, a gente vê toda essa transformação sendo feita. Tudo isso porque esse Governo teve a força e a coragem de fazer acontecer nesse Estado e mudar a vida as pessoas para melhor. E isso não é só na infraestrutura e na saúde, mas sim em todas as áreas e segmentos da sociedade”, pontuou.

Segundo o deputado federal Nery Geller a obra do hospital é um dos legados do Governo de Mato Grosso para a região Norte.  “Essa obra como tantas outras que estão sendo feitas vão trazer mais qualidade de vida e desenvolvimento a toda essa região”, destacou.

Para Alta Floresta o governador também assinou autorização de cessão de duas motoniveladoras ao Consórcio Intermunicipal Portal da Amazônia, parceria do senador Jayme Campos, com investimento total de R$ 1.336.000,00; autorizou convênio para a realização do 33° Festival da Canção de Alta Floresta (Fescaf), parceria do deputado estadual Nininho, com recurso de R$ 100.000,00; entregou dois caminhões truck, parceria do senador Jayme Campos, investimento de R$ 1.178.000,00.

O município de Carlinda recebeu autorização de cessão de equipamento de uma escavadeira e uma motoniveladora, com recurso total de R$ 992.807,33.

O município de Apiacás também foi beneficiado com a entrega de uma motoniveladora, parceria do senador Jayme Campos, no valor de R$ 668.000,00.

Para Nova Monte Verde, o governador entregou uma escavadeira hidráulica, parceria do senador Jayme Campos, no valor de R$ 668.957,08.

Acompanharam o governador em Alta Floresta os senadores Fabio Garcia, Wellington Fagundes e Jayme Campos; os deputados federais Nelson Barbudo, Carlos Bezerra e Neri Geller; os deputados estaduais Dilmar Dal Bosco, João Batista, Xuxu Dal Molin, Nininho, Silvano Amaral e Pedro Satélite; os secretários de Estado Cesar Miranda (Desenvolvimento Econômico), Kelluby de Oliveira (saúde) e Jordan Espíndola (Gabinete de Governo), o comandante-geral da PM, coronel Mendes.

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Também estiveram presentes os prefeitos de Apiacás, Júlio César dos Santos; de Carlinda, Carmem Martines; de Colíder, Hemerson Lourenço Maximo; de Nova Bandeirantes, César Augusto Perigo; Nova Monte Verde, Edemilson Marino; e de Paranaíta, Osmar Moreira, e vereadores da região.

Mais investimentos para Alta Floresta

O Governo de Mato Grosso investiu mais de R$ 310 milhões em Alta Floresta (a 789 km de Cuiabá) nos últimos três anos. O principal investimento no município é a construção do novo Hospital Regional. Ainda para a área da saúde, o Governo também investiu em melhorias no atual Hospital Regional, com investimento de R$ 6,3 milhões.

Para a infraestrutura, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Sinfra-MT) destinou R$ 180,8 milhões. Para a educação o investimento foi de R$ 2 milhões.

As ações sociais em Alta Floresta somaram mais de R$ 5,6 milhões. Pelo MTPAR, R$ 2,9 milhões estão sendo investidos para a construção de 213 casas. Já 2,1 milhões foram destinados para atender mais de mil famílias com vulnerabilidade social por meio de transferência de renda desde 2021.

A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) distribuiu 4,5 mil cestas básicas, 3,1 mil cobertores e 665 filtros de barro. Para essas ações, o Governo utilizou mais de R$ 527 mil.

No valor de R$ 2,8 milhões, a Secretaria de Estado de Agricultura familiar (Seaf) realizou a entrega de um caminhão refrigerador, duas patrulhas mecanizadas (trator case 110, carreta basculante e grade aradora), uma motoniveladora, uma pá-carregadeira, uma escavadeira hidráulica, uma caminhonete, duas ensiladeiras, um microtrator, um secador rotativo para café, nove tanques resfriadores, três ordenhadeiras mecânicas, 500 doses de sêmen bovino, 500 toneladas de calcário, 60 caixas de mel e uma unidade de referência.

Por meio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel), o Governo de Mato Grosso investiu pouco mais de R$ 871,7 mil em ações e execução de projetos culturais e esportivos, além de incentivo a empreendimentos criativos.

O Governo também investiu R$ 585 mil em empréstimos para estimular as empresas comerciais varejistas e de prestação de serviços; R$ 638,9 mil para a compra de uma viatura para o Corpo de Bombeiros de Mato Grosso em Alta floresta e R$ 101,2 mil para a compra de uma pick-up para a unidade local do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado de Mato Grosso (Indea).

Fonte: GOV MT

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Hospitalizações por covid-19 mantêm tendência de alta no Norte

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Boletim InfoGripe inclui dados até 30 de julho

A Região Norte ainda apresenta uma tendência de alta na incidência da síndrome respiratória aguda grave (SRAG), cujas hospitalizações estão predominantemente associadas à covid-19 desde o início da pandemia, em 2020. A análise foi divulgada hoje (3) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Boletim InfoGripe, que inclui dados até 30 de julho.

Foto:Marco Antônio/Secom

 Por Vinícius Lisboa – Segundo a Fiocruz, nas demais regiões somente os estados de Mato Grosso, Maranhão e Piauí ainda apresentam sinal claro de manutenção de crescimento, enquanto em Sergipe é possível que a alta seja apenas uma oscilação.

O boletim InfoGripe tem explicado em suas últimas edições que a segunda onda da variante Ômicron, causada por suas subvariantes, chegou primeiro ao Sudeste, Sul e Centro-Oeste, regiões em que também terminou primeiro. No Nordeste e no Norte, o início da onda de infecções começou quase 2 meses depois, o que também levou a descida da curva de casos a ocorrer mais tarde.

O pesquisador Leonardo Bastos explica que, apesar de o cenário ser de tendência de queda na maior parte do país, o cenário ainda requer atenção. “A gente ainda está com indicadores de hospitalizações e óbitos [por SRAG] maiores que o período anterior à pandemia. Já caiu, mas ainda não o suficiente para falar que está tranquilo”.

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Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, o Boletim InfoGripe mostra que oito em cada dez casos virais de SRAG foram causados pelo SARS-CoV-2. A prevalência dos demais vírus foi de 1,9% para influenza A, 0,1% para influenza B, e de 5,6% para vírus sincicial respiratório (VSR).

Óbitos

O painel de dados Monitora Covid-19, também mantido pela Fiocruz, mostra que a média móvel de óbitos se manteve acima das 200 vítimas diárias durante todo o mês de julho e continua nesse patamar no início de agosto.

O número representa um aumento em relação a abril e maio, quando chegou ficou abaixo de 100 vítimas em alguns dias. Para Leonardo Bastos, o platô está relacionado à disseminação das subvariantes da Ômicron, que provocaram uma nova onda de infecções.

“O que a gente espera é que, com a queda das hospitalizações, haja uma queda nos óbitos mais pra frente, mas o quanto mais a frente não dá para saber”, disse. “A gente espera que a queda nas hospitalizações no Sul e Sudeste se reflita nos óbitos daqui a pouco, daqui a algumas semanas”, acrescentou.

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O pesquisador explica que ainda é difícil mensurar o impacto do inverno durante a onda de casos causada pelas subvariantes, “porque a covid-19 ainda não possui um comportamento endêmico descrito que pode ser tomado como base”.

“A gente acredita que há esse efeito climático, porque o clima afeta o nosso comportamento, favorecendo a transmissão de vírus respiratórios. O inverno também contribui. Agora, o quanto é do inverno e o quanto é das novas variantes a gente não consegue separar ainda”, disse o pesquisador.

Edição: Fernando Fraga

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Ministro diz que Brasil terá antiviral para tratar varíola dos macacos

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Inicialmente, serão contemplados os casos mais grave

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou nesta segunda-feira (1º), pelo Twitter, que o Brasil receberá, por intermédio da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), o antiviral Tecovirimat para “reforçar o enfrentamento ao surto” de varíola dos macacos.

Por Karine Melo – “Serão contemplados casos mais graves em um primeiro momento”, adiantou. O Tecovirimat tem sido oferecido como opção de “uso compassivo [autorização de uso de medicamento novo por agência reguladora, ainda sem registro definitivo]” nos Estados Unidos. Entretanto, ainda não há dados que demonstrem a eficácia do antiviral para o tratamento da varíola dos macacos.

Números

Segundo dados do Ministério da Saúde, até ontem (31), 1.342 casos de varíola dos macacos foram registrados no país. Na última sexta (29) a pasta confirmou a primeira morte pela doença no Brasil.

A vítima era um homem, de 41 anos. Ele estava internado em Belo Horizonte (MG) e tinha comorbidades que podem ter prejudicado o quadro clínico. O Ministério da Saúde investiga as circunstâncias da morte.

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Sintomas

A varíola dos macacos é uma doença causada pela infecção com o vírus Monkeypox, que causa sintomas semelhantes aos da varíola. Ela começa com febre, dor de cabeça, dores musculares, exaustão e inchaço dos linfonodos.

Uma erupção geralmente se desenvolve de um a três dias após o início da febre, aparecendo pela primeira vez no rosto e se espalhando para outras partes do corpo, incluindo mãos e pés.

Em alguns casos, pode ser fatal, embora seja tipicamente mais suave do que a varíola. A doença é transmitida para pessoas por vários animais selvagens, como roedores e primatas, mas também pode ser transmitida entre pessoas após contato direto ou indireto.

Matéria alterada às 11h50 para explicar o que é o uso compassivo do medicamento.

Edição: Kleber Sampaio

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