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MEIO AMBIENTE

Estudantes participam do plantio de mudas nativas do cerrado

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Assessoria

 

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A Escola Cívico-Militar Cuiabana (ECIMC) Profª. Maria Dimpina Lobo Duarte, no bairro Coxipó, recebe nesta quarta-feira (15), às 8h, o Projeto Semeando o Futuro, da Prefeitura de Cuiabá. O Projeto que está sendo executado pela Secretaria de Meio Ambiente e Desenvolvimento Urbano Sustentável (SMADESS), em parceria com a Secretaria Municipal de Educação,  teve início no dia 6 deste mês, em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de abril).

Estudantes da Pré-escola ao Ensino Fundamental, na faixa etária de 4 a 13 anos de idade, estão participando do plantio de mudas de espécies nativas do cerrado, como o ipê rosa, ipê amarelo, pata-de-vaca, entre outras. Seis unidades educacionais já receberam o Projeto, as Escolas Municipais de Educação Básica (EMEB), Irmã Maria Betty de Souza Pires, localizada no bairro Novo Mato Grosso;  Eugênia Pereira de Melo, no bairro Vista Alegre;  Clóvis Hugueney Neto, no bairro Jardim Paulista;  Floriano Bocheneki, no Parque Atalaia;  Vereador Paulo de Campos Borges, no Jardim Industriário I e Tereza Benguela, no bairro Jardim Comodoro.

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O Projeto tem como objetivo, incentivar o senso de responsabilidade ambiental coletivo dos estudantes, a partir do compromisso com a semeadura e os cuidados com as mudas plantadas nos pátios das escolas.

A coordenadora de Programas e Projetos da Secretaria Municipal de Educação, Marcela Rezende Guimarães Martins explicou que a arborização dos ambientes escolares faz parte das ações propostas pela gestão e, contribui para a formação e integral das crianças e a cultura da sustentabilidade. “O tema ambiental é discutido dentro das salas de aula e as unidades da rede já desenvolvem projetos e atividades ligadas ao tema. O Projeto Semeando o Futuro, vem fortalecer essa prática pedagógica e contribuir para a formação dos nossos estudantes”, destacou Marcela Guimarães.

Semeando o Futuro

Desde de 2017, o Executivo Municipal vem trabalhando para resgatar o título de ‘Cuiabá Cidade Verde’, por meio de iniciativas voltadas à área ambiental. Dez escolas da rede pública municipal de educação, localizadas em diferentes regiões da cidade, estão participando do projeto.

No dia 20, a EMEB Senhorinha Ana Alves de Oliveira, localizada no bairro Jardim Vitória vai receber o Projeto. No dia 21 será a vez da EMEB Firmo José Rodrigues no bairro Três Barras e no dia 22, a EMEB 8 de Abril, no bairro Bela Vista.

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Local: ECIMC Profª Maria Dimpina Lobo Duarte

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MEIO AMBIENTE

Decreto federal prevê multa em dobro para quem colocar fogo em Unidade de Conservação

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A penalidade para quem utilizar o fogo em áreas de Unidade de Conservação será em dobro, conforme decreto federal publicado em maio deste ano. O valor da multa ambiental previsto na legislação é de até R$ 7,5 mil por hectare queimado, com a normativa, o valor pode chegar a R$ 15 mil por hectare. 

O alerta é para todos os proprietários de áreas rurais de Mato Grosso, principalmente para os que estão localizados nas proximidades de alguma das 47 Unidades de Conservação estaduais ou dentro dos parques, que tem o uso sustentável permitido. 

“As multas também podem ser dobradas, quando o proprietário rural cometer o ilícito ambiental para obter lucro”, explica o secretário executivo do Comitê do Fogo da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT), Marco Aurélio Aires. 

Ainda conforme o decreto federal nº 11.080, de 24 de maio de 2022, quando a infração envolver movimentação ou geração de crédito em sistema oficial de controle da origem de produtos florestais, a multa será acrescida de R$ 300,00 por unidade, quilo, metro de carvão ou metro cúbico.

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Conforme a Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal 1905/98), a multa pode chegar à pena máxima de R$ 50 milhões. Também está prevista a detenção de um a quatro anos, em caso de dolo, e de no mínimo seis meses, em caso de incêndio culposo, sem a intenção de provocar o fogo. 

Casos de flagrante de desmate ilegal, com o uso do fogo para limpeza de área em seguida, também conta como agravante e a multa também é cobrada em dobro. 

Em 2022, estão sendo investidos mais de R$ 60 milhões no Plano Estadual de Prevenção e Combate ao Desmatamento Ilegal e Incêndios Florestais. Deste montante, R$ 30 milhões são exclusivos para a fase de resposta ao fogo. 

Período proibitivo do fogo

Entre 1º de julho e 30 de outubro está proibido o uso do fogo em todo o estado, por conta dos riscos de ocorrência de grandes incêndios florestais. Neste período, não é possível obter autorização do órgão ambiental para queima controlada. 

A proibição do uso do fogo não se aplica às práticas de prevenção e combate a incêndios realizadas ou supervisionadas pelas instituições públicas responsáveis pela prevenção. O uso do fogo em áreas urbanas é proibido o ano todo.

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Fonte: GOV MT

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MEIO AMBIENTE

Projeto da Sema Mato Grosso leva práticas agrícolas sustentáveis para famílias de nove comunidades

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O Assentamento Antônio Conselheiro, em Barra do Bugres (164 km de Cuiabá), recebeu, nesta quarta-feira (30/06), da Secretaria de Estado de Meio Ambiente, materiais para uso no plantio e colheita de itens da agricultura familiar. O Programa de Educação Ambiental na Agricultura Familiar (PEAAF) acontece em nove comunidades e assentamentos de Mato Grosso.

Os municípios atendidos são Peixoto de Azevedo, Tangará da Serra, Barra do Bugres, Poconé e Nossa Senhora do Livramento. São projetos comunitários implementados para a  implantação de hortas ecológicas comunitárias, viveiros e recuperação de nascentes.

“Este projeto possibilitou aos participantes o reconhecimento da importância da conservação ambiental, além de, principalmente, possibilitar a geração de renda com práticas sustentáveis”, explica a superintendente de Educação Ambiental da Sema-MT, Vânia Montalvão.

Marinalva Tavares de Souza, moradora do assentamento, trabalha na agricultura familiar diretamente  com o PEAAF, plantando horta e produzindo leite. Ela destaca o material recebido – utensílios para uso na plantação, como enxadas, pás e carrinho de pneu – que lhe permite produzir mais e melhor.  

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“O projeto, para mim, é muito viável. Desde o início, na formação, já deu para aprender muita coisa. Valorizo muito o trabalho feito aqui, muito importante para nós”, diz.

 
 

Na comunidade de Faval, em Nossa Senhora do Livramento, o projeto possibilitou a educação ambiental por meio de horta comunitária, produção de mudas de árvores nativas e frutíferas do cerrado, para reflorestar as nascentes.

“Hoje, posso falar que sou uma agente de educação ambiental. Aprendi a preservar e, por isso, a conscientizar a população sobre o valor de manter o meio ambiente equilibrado”, afirma Cícera Aparecida da Silva Seni, 35 anos, professora. 

Emprego e renda – O PEAAF também incentiva o extrativismo sustentável de castanha cumaru na Comunidade Quilombola de Capão Verde, em Poconé. Natan José Campos de Oliveira, 22 anos, mora na comunidade, composta por 28 famílias. Eles trabalham com produtos, que não só têm grande aceitação no mercado como contribui para a preservação do bioma Pantanal.

“Este projeto vem para ajudar o nosso trabalho, que, sem recursos, fica muito difícil. Com ele, vai melhorar a renda. Recebemos materiais que ajudam, e muito, no processo de coleta e no processamento da castanha do cumaru”, avalia Natan.

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Fonte: GOV MT

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