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AGRONEGÓCIO

Família rural relata melhorias na renda e no manejo alimentar com ATeG do Senar

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Família Lucena

Milton Lucena de 57 anos é produtor rural e mora com sua esposa e seus 4 filhos na fazenda Poço Redondo, localizada no município de Santa Luzia, no Cariri paraibano. Ele cresceu ajudando seu pai a lidar com a atividade rural, que na época se baseava no plantio de algodão e na criação de bovinos de leite. Hoje, em vez do algodão passaram a investir na avicultura para complementar a renda familiar.

“Meu pai levava o leite para rua e eu saia entregando nas portas com ele. Quando faleceu, eu assumi o seu lugar e comecei a administrar a fazenda Poço Redondo. Eu costumava morar na cidade, mas com a pandemia já fazem três anos que vim de vez morar aqui na fazenda”, conta.

O produtor disse que com a chegada da Assistência Técnica e Gerencial do Senar (ATeG) em sua propriedade, acabou adquirido o habito de realizar a silagem, hábito que não tinha antes.

“O trabalho foi muito bom. Além de técnico, João se tornou um amigo do produtor rural e isso é bom demais, porque nos deixa mais à vontade, a assistência dele foi muito boa mesmo. Tinha uma coisa que não fazíamos, que era a silagem com sorgo e começamos a fazer depois das orientações que recebemos. Ano passado por exemplo, nós fizemos 1.000 sacos de silagem”, enfatizou Milton.

Preocupados com bem-estar, criador faz apenas uma ordenha diária

Além disso a ATeG fez com que a alimentação dos animais se tornasse o diferencial desse acompanhamento, a partir da introdução do método de silagem com sorgo, no qual Milton vem trabalhando.

Antes da assistência o produtor costumava tirar cerca de 90 litros de leite por dia e atualmente chega a tirar cerca de 160 litros, realizando apenas uma ordenha diária e contando com 30 de suas 60 vacas em lactação. Milton ainda conta com o auxilio do filho José Ezelino de 21 anos que o ajuda a lidar com o rebanho.

 A continuação de um legado

O incentivo e o gosto para lidar com o campo vem sendo passado de geração em geração na família e para Milton transmitir esses ensinamentos é muito importante, pois faz com que seus filhos reconheçam suas origens e valorizem ainda mais o trabalho no campo.

“Nós criamos os nossos filhos dentro das nossas origens, da agricultura, da pecuária, sempre dentro do sítio. Meus meninos moram comigo e gostam disso, aqui todo mundo se ajuda e sem minha família, não sou ninguém. Faço tudo por eles. Recentemente meu filho fez o curso de inseminação artificial realizado pelo Senar em Souza e já começou a pôr em prática. O que me dá muito orgulho”, comenta Milton.

Ezelino compartilha dos mesmos pensamentos do pai e chega a ir além, idealizando unir o seu apreço pelo meio rural com a sua faculdade de direito e poder atuar em ambas as áreas.

José Ezelino

“São nossas raízes. Nós fomos criados na atividade da pecuária e levo com muito orgulho o que nos passam com a perspectiva de dá continuidade ao trabalho dele. A pouco, fiz o curso de inseminação e já estou pondo em prática o que aprendi. Já sobre unir as áreas, acredito que o direito influencia em muitas coisas, não só na advocacia, mas no meio rural também porque existem as leis trabalhistas que estão ligadas ao trabalhador rural e pretendo focar nisso”, enfatiza.

Além disso, o filho do produtor ainda frisou que a assistência técnica é um trabalho excelente para o produtor, porque o incentiva cada dia mais e que acredita que a evolução além de grande é notável.

Avicultura como fonte de renda complementar

Apesar da bovinocultura ser a atividade principal da fazenda, a avicultura desempenha um papel importante para o desenvolvimento da propriedade. Milton cria cerca de 40 mil aves no sistema integrado, com ciclos de 45 dias e tem para o manejo dos animais 5 funcionários fixos e 10 de acordo com a temporada.

“Criamos frango de corte no sistema integrado a mais de dez anos e vem dando muito certo para gente aqui, assim como a bovinocultura a avicultura nos dá um bom retorno”, finaliza Milton.

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Fonte: CNA Brasil

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Pequenos produtores em dívida ativa podem quitar débito com desconto de até 95%

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O prazo para adesão ao programa de liquidação de crédito rural vai até o dia 30 de dezembro deste ano

Os pequenos produtores rurais já podem negociar suas dívidas em condições especiais, por meio do programa de liquidação de crédito rural. A negociação vai possibilitar ao agricultor familiar pagar as dívidas referentes a operações de crédito rural com desconto de até 95%.

Essa modalidade abrange apenas os débitos referentes a operações de crédito rural vencidos até 30 de junho de 2021 e encaminhadas para inscrição na dívida ativa da União até 31 de dezembro de 2021. O produtor rural que quiser negociar a dívida deve ser agricultor familiar, conforme definido no Artigo 3° da Lei n° 11.326, de 24 de julho de 2006, e ser o devedor principal ou corresponsável da dívida.

“O aderente tem que ser agricultor familiar e declara isso à administração pública. O agricultor familiar é aquele que explora a propriedade rural com sua família e tem dela sua principal fonte de renda. E não tem propriedade superior a quatro módulos fiscais”, explicou o Coordenador-geral da Dívida Ativa da União e do FGTS, Theo Lucas Borges de Lima.

A adesão ao programa de liquidação de crédito rural pode ser feita até o dia 30 de dezembro 2022. Para participar, é preciso acessar o site da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) e escolher a opção Parcelamentos. Depois, em Programa de Liquidação de Crédito Rural para a Agricultura Familiar.

De acordo com a PGFN, os descontos variam conforme a natureza jurídica e a faixa de valor da dívida. Quanto maior o débito, menor será o desconto. Quem tem dívida de até R$ 15 mil, por exemplo, recebe 95% de desconto. Já em casos em que o montante passa de R$ 1 milhão, o desconto é de 60%, mais o valor de R$ 142 mil.

O pagamento deverá ser à vista. O agricultor que fizer a adesão terá que quitar a dívida até o último dia útil do mês que aderir. Assim, para quem efetuar a adesão em julho, o vencimento da fatura será em 31 do mesmo mês.

A negociação também abrange as dívidas referentes ao Fundo de Terras e da Reforma Agrária, inscritas em dívida ativa da União até 31 de março de 2021.

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Lei libera R$ 1,2 bilhão para equalizar juros de operações de financiamento do Plano Safra

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Lei libera R$ 1,2 bilhão para equalizar juros de operações de financiamento do Plano Safra

AMM – O presidente Jair Bolsonaro sancionou a lei 14.413, de 2022, que abre crédito suplementar de R$ 1,2 bilhão para equalizar os juros de operações de financiamento do Plano Safra. A subvenção será usada para o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf), custeio agropecuário, comercialização de produtos e investimento rural e agroindustrial. A norma foi publicada na última sexta-feira (15), em edição extra do Diário Oficial da União.

A nova lei é resultado de um projeto de lei (PLN 18/2022), aprovado pelo senadores e deputados no dia 12 de julho em sessão do Congresso Nacional. O dinheiro vai sair da reserva de contingência, uma dotação genérica do Orçamento usada pelo Poder Executivo para despesas imprevistas. Os recursos serão divididos entre as seguintes operações de financiamento do Plano Safra:

  • Pronaf: R$ 532 milhões
  • Custeio agropecuário: R$ 443,5 milhões
  • Investimento rural e agroindustrial: R$ 216,5 milhões
  • Comercialização de produtos agropecuários: R$ 8 milhões

 

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