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SEGURANÇA

Governo de MT entrega 1° raio de segurança máxima da Penitenciária Central do Estado

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Na próxima quarta-feira (29.06), às 9 horas, o governador Mauro Mendes e o secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante, entregam o raio de segurança máxima da Penitenciária Central do Estado (PCE), em Cuiabá. Com essa obra, na qual foram investidos R$ 14,3 milhões, Mato Grosso se torna o primeiro a ter unidade de segurança máxima dentro do sistema penitenciário estadual.

Após a visita na nova unidade, o governador e demais autoridades atenderão a imprensa em entrevista coletiva, no local.

As novas instalações foram erguidas em uma área de 1.855 m2 e dispõem de 54 celas, sendo 46 individuais e 8 duplas, totalizando 62 vagas, além de celas especiais para receber presos com curso superior.

Também está equipada com sistema de vídeo-monitoramento cuja central de controle das imagens e segurança funciona dentro da ala. 

Além da infraestrutura básica para acomodação digna, o novo raio oferece aos reenducandos água refrigerada nas torneiras, mesa de estudos, solário individual, dois parlatórios e sala de atendimento médico e psicológico. Aos policiais penais, alojamento e cozinha.

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Desde o início da gestão Mauro Mendes a PCE passa por obras de ampliação e melhorias. Em 2020 eram 870 vagas e hoje está com 2.266. Ao final das obras dessa gestão passará a contar com 3.086.

Credenciamento da imprensa

Os veículos de comunicação devem obrigatoriamente fazer o credenciamento até as 15h de terça-feira (28.06) pelo email [email protected], com nome, número do documento de identidade, veículo e função do profissional que fará a cobertura. Os profissionais que não estiverem credenciados não poderão entrar na unidade.

Por questão de segurança, as imagens da visita das autoridades dentro do raio serão fornecidas pela Secom, após o evento.

Fonte: GOV MT

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SEGURANÇA

PF apreende quase 1 tonelada de maconha

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Toda a maconha abandonada estava acondicionada em 41 fardos

Durante uma ação realizada pela Polícia Federal (PF), após patrulhamento aéreo sobre o Parque Nacional da Ilha Grande, os agentes identificaram uma movimentação suspeita de indivíduos em uma trilha aberta dentro do parque.

Ao se aproximar do grupo, para uma abordagem sobre possível crime ambiental dentro da área de preservação ambiental, os suspeitos empreenderam fuga por entre uma mata ciliar.

Ao fugir, os suspeitos abandonaram às margens do Rio Paraná 41 fardos de maconha, totalizando 826 quilos. Toda a droga apreendida foi encaminhada para a Delegacia da Polícia Federal, em Guaíra.

Edição: Aécio Amado

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SEGURANÇA

PF e PGR deflagram segunda etapa da Operação Q.I.

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Mais 12 mandados de busca e apreensão foram cumpridos

A Polícia Federal, em conjunto com a Procuradoria-Geral da República (PGR), deflagrou nesta sexta-feira, dia 5/8, a segunda fase da Operação Q.I. (Quem Indica), por conta dos desdobramentos ocorridos durante o cumprimento das buscas no dia anterior.

PF – Essa nova fase tem como objetivo dar cumprimento a mais 12 mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e funcionais de magistrados e servidores do Tribunal de Justiça do Estado do Pará (TJPA).

Foram mobilizados mais de 40 Policiais Federais para cumprir as novas medidas cautelares expedidas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ). Membros da Procuradoria-Geral da República acompanharam as buscas.

Durante as diligências realizadas na quinta-feira, dia 4, foram localizados documentos que, em tese, revelam uma maior amplitude do possível “loteamento” de cargos comissionados, com outras nomeações de “apadrinhados” de Magistrados do TJ/PA em diversos órgãos no âmbito do Poder Executivo Estadual do Pará.

Foram encontrados ainda comprovantes de pagamentos e extratos bancários que demonstram a utilização da conta pessoal de um servidor para pagamento de contas de titularidade de magistrado, o que aparentemente pode indicar a ocorrência de situação popularmente nominada de “rachadinha”.

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A partir da célere análise do material apreendido na Operação Q.I., foi requerida a extensão dos mandados de busca e apreensão anteriormente decretados em relação a novos investigados, tendo em vista que, com a deflagração da fase ostensiva da operação, há risco de desaparecimento de provas materiais dos delitos investigados. A Polícia Federal continuará investigando os fatos.
As investigações seguem em andamento.

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