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Saúde

Hospitais Municipais adquirem equipamentos para mobilidade precoce de pacientes nas UTIs

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Hospitais municipais de Cuiabá, HMC e São Benedito, adquiriram nas Unidades de Terapia Intensiva – UTI’s, os elevadores de transferência, denominado “Maxi Move”. O equipamento é fundamental para a reabilitação de pacientes acamados e auxilia na redução da perda de função ou incapacidade dos pacientes, por meio da mobilidade precoce. É o que explica a coordenadora do setor de fisioterapia, Talita Souza.

“Hoje as duas unidades contam com o equipamento mais completo do gênero. Com ele, conseguimos obter uma solução mais segura e eficiente para as tarefas terapêuticas e básicas dos pacientes, como elevação, posicionamento e locomoção. O sistema oferece dois atributos exclusivos: o Sistema Vertical Estável – SVS e o Sistema de Posicionamento Dinâmico – SPD, que é acionado eletronicamente”, destacou a coordenadora.

Segundo ela, o elevador de transferência representa um grande avanço para a equipe da fisioterapia. “O dispositivo possibilita a transferência dos pacientes que estão em ventilação mecânica, deitados no leito, para o aparelho de elevação móvel, onde ficam sentados. Isso transmite ao paciente a sensação de melhora e interatividade com a equipe, que consegue unir um atendimento clinico individualizado com humanização”, completou.

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O responsável técnico do setor de fisioterapia, Leonardo Figueiredo, pontuou outros benefícios com o uso do equipamento. “Essa locomoção do paciente altera a hemodinâmica, a atividade pulmonar e a freqüência cardíaca, acarretando em uma melhora significativa dessas funções. O elevador de transferência traz estabilidade e segurança no manuseio com o paciente, sem esse equipamento não é aconselhável realizar a mobilidade de pacientes acamados”, destacou.    

Sobre o uso do elevador de transferência, o responsável técnico do setor de fisioterapia explicou que a retirada do paciente do leito acontece diariamente, após avaliação clínica. “Todos os pacientes que estiverem hábeis, é realizada a conduta de retirar do leito para atendimento de fisioterapia motora, essa mobilidade diária também evita escaras”, enfatizou.                                                   

Segundo o diretor-geral Paulo Rós, da Empresa Cuiabana de Saúde Pública, que administra o HMC e o Hospital Municipal São Benedito, não é em toda rede do Sistema Único de Saúde – SUS que oferta o elevador de transferência. “Esse trabalho diferenciado para a mobilização segura do paciente não acontece na maioria dos hospitais públicos por falta do equipamento. Esse investimento foi uma determinação da gestão humanizada do prefeito Emanuel Pinheiro, que preconiza a reabilitação do paciente para que tenha uma recuperação mais rápida e eficaz”, enfocou.

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Para o prefeito Emanuel Pinheiro, a retirada do paciente acamado do leito, mesmo em situação de ventilação mecânica, para induzi-lo a fazer movimento diário, é um trabalho humanizado que é possível graças à aquisição do elevador mecânico.  “Não meço esforços para a recuperação da nossa gente, esse equipamento de ponta, ofertado nos hospitais municipais, para ajudar os pacientes a saírem mais rápido das UTIs, para que tenham menos desgaste muscular. E quando for para enfermaria ou para casa, que seja em melhores condições, com menos seqüelas. São tantos os benefícios, que não consigo mensurar o quão é importante e gratificante proporcionar o tratamento adequado. A nossa gente merece!”, enfatizou.

Fonte: Prefeitura de Cuiabá MT

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Cuiabá inicia Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação

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A Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite e Multivacinação 2022 começa em Cuiabá na próxima segunda-feira (15). O público-alvo desta campanha são crianças e adolescentes menores de 15 anos de idade. A previsão é de que a campanha seja realizada nas unidades básicas de saúde até dia 09 de setembro. O dia “D” ocorrerá no dia 20 de agosto de 2022 em todas as UBS, das 7h30 às 17h.

Segundo o coordenador de Programas Estratégicos da Secretaria Municipal de Saúde, Wellington Assunção Ferreira, o objetivo da campanha é alcançar a cobertura vacinal igual ou maior que 95% para a vacina poliomielite, na faixa etária de 1 ano a menor de 5 anos, reduzir o número de não vacinados de crianças e adolescentes menores de 15 anos e melhorar as coberturas vacinais conforme o Calendário Nacional de Vacinação.

“É de extrema importância que os pais levem seus filhos para fazerem a atualização da caderneta de vacinação, pois por causa da pandemia muitas crianças deixaram de ser imunizadas contra várias doenças. Não podemos correr o risco de ver o retorno de doenças que já estavam totalmente controladas porque as coberturas vacinais estão abaixo do esperado”, comentou o coordenador.

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Todas as vacinas disponíveis no Calendário Nacional de Vacinação para as crianças serão oferecidas durante a campanha. São elas: BCG, Pentavalente, Poliomielite Oral e Inativada, Pneumocócica 10 valente, Meningocócica C, Febre Amarela, Rotavírus, Hepatite B, Tríplice Bacteriana, Tríplice Viral, Tetra viral, Hepatite A, Varicela e HPV Quadrivalente. Para adolescentes estarão disponíveis as vacinas HPV, dT (Dupla Adulto), Febre Amarela, Tríplice Viral, Hepatite B, Meningocócica ACWY (conjugada) e dTpa (para adolescentes gestantes).

De segunda a sexta as salas de vacinação de todas as UBS estarão abertas normalmente, das 07h00 às 11h00 e das 13h00 às 17h00, com exceção das UBS Grande Terceiro e Ana Poupina, que não possuem sala de vacinação. Nas UBS de hora estendida (Clínica da Família, Ilza Terezinha Picolli, Parque Ohara e Tijucal) as salas de vacinação funcionam das 7h às 20h, sem interrupção.

 

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Hospitalizações por covid-19 mantêm tendência de alta no Norte

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Boletim InfoGripe inclui dados até 30 de julho

A Região Norte ainda apresenta uma tendência de alta na incidência da síndrome respiratória aguda grave (SRAG), cujas hospitalizações estão predominantemente associadas à covid-19 desde o início da pandemia, em 2020. A análise foi divulgada hoje (3) pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), no Boletim InfoGripe, que inclui dados até 30 de julho.

Foto:Marco Antônio/Secom

 Por Vinícius Lisboa – Segundo a Fiocruz, nas demais regiões somente os estados de Mato Grosso, Maranhão e Piauí ainda apresentam sinal claro de manutenção de crescimento, enquanto em Sergipe é possível que a alta seja apenas uma oscilação.

O boletim InfoGripe tem explicado em suas últimas edições que a segunda onda da variante Ômicron, causada por suas subvariantes, chegou primeiro ao Sudeste, Sul e Centro-Oeste, regiões em que também terminou primeiro. No Nordeste e no Norte, o início da onda de infecções começou quase 2 meses depois, o que também levou a descida da curva de casos a ocorrer mais tarde.

O pesquisador Leonardo Bastos explica que, apesar de o cenário ser de tendência de queda na maior parte do país, o cenário ainda requer atenção. “A gente ainda está com indicadores de hospitalizações e óbitos [por SRAG] maiores que o período anterior à pandemia. Já caiu, mas ainda não o suficiente para falar que está tranquilo”.

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Nas quatro últimas semanas epidemiológicas, o Boletim InfoGripe mostra que oito em cada dez casos virais de SRAG foram causados pelo SARS-CoV-2. A prevalência dos demais vírus foi de 1,9% para influenza A, 0,1% para influenza B, e de 5,6% para vírus sincicial respiratório (VSR).

Óbitos

O painel de dados Monitora Covid-19, também mantido pela Fiocruz, mostra que a média móvel de óbitos se manteve acima das 200 vítimas diárias durante todo o mês de julho e continua nesse patamar no início de agosto.

O número representa um aumento em relação a abril e maio, quando chegou ficou abaixo de 100 vítimas em alguns dias. Para Leonardo Bastos, o platô está relacionado à disseminação das subvariantes da Ômicron, que provocaram uma nova onda de infecções.

“O que a gente espera é que, com a queda das hospitalizações, haja uma queda nos óbitos mais pra frente, mas o quanto mais a frente não dá para saber”, disse. “A gente espera que a queda nas hospitalizações no Sul e Sudeste se reflita nos óbitos daqui a pouco, daqui a algumas semanas”, acrescentou.

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O pesquisador explica que ainda é difícil mensurar o impacto do inverno durante a onda de casos causada pelas subvariantes, “porque a covid-19 ainda não possui um comportamento endêmico descrito que pode ser tomado como base”.

“A gente acredita que há esse efeito climático, porque o clima afeta o nosso comportamento, favorecendo a transmissão de vírus respiratórios. O inverno também contribui. Agora, o quanto é do inverno e o quanto é das novas variantes a gente não consegue separar ainda”, disse o pesquisador.

Edição: Fernando Fraga

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