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AGRONEGÓCIO

Jovens líderes do agro organizam horta urbana em Goiás

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Brasília (18/10/2021) – Uma iniciativa de 20 integrantes do Faeg Jovem está beneficiando famílias carentes, idosos e hospitais no município de Jussara (GO). O grupo organizou uma horta urbana dentro da escola agrícola do município e também vem promovendo outros projetos voltados para a comunidade local.

A área da horta começou a ser preparada em junho de 2020 e o cultivo de produtos foi sendo diversificado com o tempo. Hoje, são produzidos, em média, 70 quilos de hortaliças como couve, coentro, alface, pimentão, rúcula, salsinha e cheiro-verde por semana. As doações fazem parte do Movimento Agro Fraterno.

Laís Souza Queiroz

“A gente planta com muito suor e carinho, sempre pensando nessas pessoas. Porque nada disso vai para as nossas casas, vai para a casa dessas pessoas que realmente precisam. Então o nosso coração se enche de gratidão e de alegria em poder ajudar o próximo”, afirmou a integrante do Faeg Jovem, Laís Souza Queiroz.

A horta urbana está sendo ampliada e já conta com uma nova área, onde um pomar começou a ser plantado para oferecer uma alimentação ainda mais completa e saudável para as pessoas.

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“Nós criamos a horta domiciliar sustentável e nesse projeto oferecíamos o trabalho manual de montar a horta em cada residência, principalmente idosos que estavam vulneráveis em casa. Foi uma forma terapêutica e saudável de abranger essas pessoas para poder também deixar a nossa marca e colaborar com a sociedade”, disse a coordenadora do Faeg Jovem de Jussara, Daniella Farias.

O grupo também realiza o projeto Semeando Educação, pelo qual já implantaram três hortas em escolas municipais. Outra iniciativa dos jovens – chamada de Troca Sustentável – promove a sustentabilidade a partir da reutilização de embalagens plásticas para o plantio de mudas.

As ações contam com o apoio da prefeitura municipal de Jussara, que fornece insumos para manter a horta, e do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), que estimula iniciativas sociais por meio do programa Faeg Jovem.

Manoel Soares de Castro Júnior

“Quando eles produzem alimento para o próximo, ajudam a distribuir nas comunidades e interagem com as prefeituras e grupos organizados das cidades, a gente estimula essa consciência da sucessão e da formação de líderes, que é outro nicho desse programa”, declarou o diretor de Coordenação das Regionais e Planejamento do Senar-GO, Manoel Soares de Castro Júnior.

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Fonte: CNA Brasil

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LEITE/CEPEA: Preço ao produtor acumula queda real de 5% neste ano

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Cepea, 30/11/2021 – A pesquisa do Cepea (Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada), da Esalq/USP, mostra que o preço do leite captado em outubro e pago aos produtores em novembro recuou 6,2% e chegou a R$ 2,1857/litro na “Média Brasil” líquida – frente ao mesmo mês do ano passado, a retração é de 2,5%, em termos reais (dados deflacionados pelo IPCA de outubro/21). Trata-se da segunda queda consecutiva dos preços no campo, e, agora, a variação acumulada em 2021 (de janeiro a novembro) está, pela primeira vez neste ano, negativa, em 5%, em termos reais.

A pesquisa do Cepea mostra que, de setembro para outubro, o Índice de Captação Leiteira (ICAP-L) recuou 0,87% na “Média Brasil”. Esses dados evidenciam que, mesmo com o retorno das chuvas da primavera, que favorecem a disponibilidade de pastagem, a produção de leite segue limitada neste ano pelo aumento dos custos de produção e por consequentes desinvestimentos na atividade.

De janeiro a outubro, o poder de compra do pecuarista frente ao milho, insumo essencial para a alimentação animal, recuou, em média, 29,5% – no ano passado, enquanto o pecuarista leiteiro precisava de, em média, 33 litros de leite para adquirir uma saca de milho de 60 kg (com base no Indicador ESALQ/BM&FBovespa, Campinas – SP), em 2021, são precisos 43 litros para a mesma compra. Os preços dos grãos registraram quedas recentemente, mas o patamar ainda está elevado. Ressalta-se que outros importantes insumos da atividade leiteira também encareceram de forma intensa, como é o caso dos adubos e corretivos, combustíveis e suplementos minerais.

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Dessa forma, a desvalorização do leite no campo se mostra fortemente atrelada à crescente perda no poder de compra do consumidor, que tem desacelerado consistentemente as vendas de lácteos desde meados de agosto. Com demanda enfraquecida e pressão dos canais de distribuição, os estoques se elevaram, forçando as indústrias a reduzirem os preços dos lácteos durante outubro.

De setembro para outubro, a pesquisa do Cepea mostra reduções de 6,8%, de 4,9% e de 2% nos preços médios do leite UHT, da muçarela e do leite em pó, respectivamente, comercializados por indústrias junto aos atacados do estado de São Paulo. As negociações do leite spot em Minas Gerais também perderam força em outubro, e os valores caíram de R$ 2,34/litro na primeira quinzena para R$ 2,14/litro na segunda (queda de 8,6%). Esse movimento de desvalorização continuou, e o leite spot chegou à média de R$ 1,96/litro na segunda quinzena de novembro.

Ainda que os custos de produção sigam altos, a expectativa do setor é de que a tendência de queda nos preços se mantenha no mês que vem, ainda influenciada por dificuldades associadas às vendas dos lácteos na ponta final da cadeia.

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Gráfico 1. Série de preços médios recebidos pelo produtor (líquido), em temos reais (os valores foram deflacionados pelo IPCA de outubro/2021)

Fonte: Cepea-Esalq/USP.

ASSESSORIA DE IMPRENSA: Outras informações sobre o mercado lácteo aqui, por meio da Comunicação do Cepea e com a pesquisadora Natália Grigol: cepea@usp.br.

Fonte: CEPEA

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Aprosoja-MT apresenta projetos de sustentabilidade em Fórum Nacional

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Fortalecimento Institucional

Aprosoja-MT apresenta projetos de sustentabilidade em Fórum Nacional

“Nós estamos preocupados com o clima no mundo, por isso precisamos fazer nossa parte”, declarou presidente da Aprosoja-MT, Fernando Cadore

30/11/2021

O fórum nacional: Planeta Campo, foi realizado em São Paulo, trazendo diversos temas relacionado ao baixo carbono. O presidente da Associação dos Produtores de Soja e Milho de Mato Grosso (Aprosoja-MT), Fernando Cadore, participou do painel “Baixo Carbono: O protagonismo da agricultura”.

“Nós estamos preocupados com o clima no mundo, por isso precisamos fazer nossa parte. Hoje 60% da ocupação de solo em Mato Grosso, são áreas preservadas em fazendas. Além disso, 95% das nascentes em propriedades rurais, estão em bom estado de conservação e algumas delas, intactas. Isso tudo influencia na diminuição do carbono no país”, destacou Cadore, em sua apresentação ao vivo no fórum.

Além disso, foram divulgados os programas Soja Legal, que tem como foco a sustentabilidade, preservação de recursos naturais e o suporte aos produtores rurais do estado, bem como o projeto Guardião das Águas, que é uma iniciativa desenvolvida com o objetivo de orientar e apoiar o produtor rural na manutenção, preservação e restauro de nascentes em propriedades rurais de Mato Grosso.

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O presidente da Aprosoja-MT falou também sobre as contribuições da produção de soja em Mato Grosso para uma agricultura de baixo carbono. Entre os destaques de sua apresentação, as diretrizes ambiental, social e de governança

Para o presidente da emissora do Canal Rural, Júlio Cargino, o agro é essencial para a neutralização de carbono. “Esse é o momento da sociedade se unir para discutir o assunto sustentabilidade. E o agronegócio tem papel fundamental nessa transformação, e já faz isso muito bem. O Brasil tem a maior área de cultivo sustentável do mundo, com mais de cinquenta milhões de hectares”, salientou Cargino.

O Fórum Nacional, foi promovido pelo Canal Rural, e transmitido ao vivo pelo Canal 500 da Net/Claro e pelo site da emissora.

Fonte: Augusto Camacho

Assessoria de Comunicação

Contatos: Telefone: 65 3644-4215 Email: comunicacao@aprosoja.com.br

Fonte: APROSOJA

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